Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

10.Março - Dia do Rim (iniciativa em T Novas)

 

Dia Mundial do Rim assinalado no Hospital de Torres Novas

 

Com vista a comemorar o Dia Mundial do Rim, no próximo dia 10 de Março, e sob o mote “Prevenir e Tratar a Doença Renal”, o Serviço de Nefrologia do Centro Hospitalar do Médio Tejo leva a cabo no Hospital de Torres Novas uma acção de sensibilização promovida em colaboração com a Liga de Amigos desta Unidade, que vai tentar mostrar ao participantes como podem manter os rins saudáveis.

 

Ainda no âmbito do Dia Mundial do Rim tem lugar, a partir das 17h30, no auditório da Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes, em Torres Novas, as palestras “A Nefrologia no Distrito de Santarém: Histórico e perspectivas” por Sequeira Andrade, director do Serviço de Nefrologia do CHMT, E.P.E, seguindo-se “A Nefrologia no Mundo”, por José Diogo Barata - director do Serviço de Nefrologia do Hospital de Santa Cruz, que abordam a problemática da insuficiência renal. A iniciativa é aberta ao público. (in Mirante)


 

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Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

Paialvo: a persistência da luta de autarcas e população deu frutos

TOMAR - Paialvo vai ter médico a partir de dia 4 de Março

 

A população da freguesia de Paialvo vai ter médico a partir de 4 de Março. Esta indicação foi confirmada à Hertz por Luís Antunes, presidente da Junta, na manhã deste sábado. Poderá ser, desta forma, o final de vários meses de descontentamento de autarcas locais e, claro está, dos utentes que, assim, voltam a ter cuidados médicos de proximidade.

 

Daniel de Castro será o profissional a título permanente, com consultas a partir das 14h20. Até ao dia 4 de Março, às segundas e sextas-feiras, entre as 9 e as 17 horas, a Dra. Carlota estará presente para passar exames e receitas.

 

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Não pode haver Serviço Nacional de Saúde sem médicos, nem contra eles, MAS...

... parece que o Ministério da Saúde/Governo só é firme e não cede quando se trata de reduzir e encerrar serviços (desprezando e castigando as populações), paradoxalmente argumentando com a falta de médicos!

 

 

Governo recua e já não vai obrigar médicos a ficar no SNS

26.02.2011 - 08:12 Por PÚBLICO

O Governo recuou na intenção de obrigar os clínicos a manterem-se nas unidades de saúde públicas depois do internato, segundo informação dos sindicatos médicos, confirmada pelo Ministério da Saúde.
O diploma tinha sido aprovado na generalidade para consultas Em finais de Janeiro, o Governo tinha aprovado um diploma que obrigava os médicos internos que fizessem formação no Serviço Nacional de Saúde (SNS) a continuarem no serviço público, sob pena de terem de indemnizar o Estado caso optem por sair.

Em declarações à agência Lusa, fonte oficial do gabinete da ministra da Saúde, Ana Jorge, disse que, no processo negocial com os sindicatos, foi concluído conjuntamente que a matéria "não era oportuna neste momento".

A mesma fonte lembrou que o diploma tinha sido aprovado na generalidade para consultas, tendo sido ouvidos a Ordem dos Médicos e os sindicatos.

"Do processo de negociação, o Go- verno e os sindicatos concluíram em conjunto que a matéria não era oportuna neste momento, merecendo uma reflexão mais cuidada, até porque há a convicção das duas partes que o SNS continua a ser atractivo pa- ra os seus profissionais", indicou a fonte do ministério.

O Sindicato Independente dos Mé- dicos (SIM) divulga na sua página na Internet que, após uma reunião informal com o primeiro-ministro, os clínicos foram informados "que o Governo retirou de negociação a proposta de lei sobre fidelização dos médicos internos ao SNS".

"O primeiro-ministro afirmou não ser intenção do Governo "criar um problema onde não há problema", referindo-se à elevadíssima taxa de permanência, mais de 90 por cento, de novos especialistas no SNS após o internato médico", refere o SIM.

Fonte oficial do Ministério da Saúde confirmou à Lusa que se chegou à conclusão, juntamente com os sindicatos, que "os médicos que fazem formação no SNS são os que fazem o futuro no SNS".

A proposta de lei que tinha sido aprovada em Conselho de Ministros pretendia que os médicos internos continuassem a exercer funções no sector público após a obtenção de especialidade, sempre que os serviços deles necessitassem.

Esse período de tempo deveria, "em princípio, ser igual à duração da formação obtida".

 

 

 

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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011

Copiámos do blog "Cantigueiro"

Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011

 

Os doentes, essa grande ameaça à economia nacional!

 


Para tentar remediar a triste incompetência que não tem permitido a criação de um método e regras suficientemente claras e seguras na prescrição de medicamentos, o Ministério da Saúde já se sujeita a ouvir dicas da Inspeção Geral de Finanças, sobre como receitar e o que receitar aos doentes.
Uma das brilhantes “soluções” para evitar as fraudes é vir a poder ser obrigatório os utentes mostrarem o BI no acto da compra dos medicamentos.
Há, portanto, na IGF e no Ministério da Saúde, quem ache que será assim que vão combater as duas ou três redes organizadas de bandidos que roubam o estado com o negócio das receitas fraudulentas: castigando todos os utentes.
Estou mesmo a ver as velhotas com oitenta anos, que tenham perdido o BI há dois dias, a terem que ficar sem os remédios para o coração... ou então, terem que ir comprá-los acompanhadas pelos pais, ou por um agente da polícia... não vão fugir com os comprimidos e vendê-los aos espanhóis.
Ou então, o mais prático será fazerem tudo pela Internet, com as amigas, para deixarem José Sócrates babado de tão feliz com o nosso progresso.
Triste país, que tal governo suporta!
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Vila Nova da Barquinha: mais um problema com falta de médicos...

NOTA da CUSMT:

 

Quantas vezes que já dissemos e escrevemos que as USF são uma boa ideia, mas que andam a ser concretizadas de forma errada e com consequências graves para utentes?!??!!

 



Autarquia de Vila Nova da Barquinha exige reposição imediata de médico no concelho
A transferência de um médico levou hoje a Câmara de Vila Nova da Barquinha a exigir a reposição imediata de um profissional de saúde no concelho, considerando que a situação prejudica a qualidade da prestação dos serviços à população.
A vereadora Rosa Garrett disse à agência Lusa ser “inaceitável e incompreensível” que, perante um centro de saúde que “já tinha um número de médicos inferior ao que deveria ter”, a tutela, através da transferência de um dos médicos, transforme o centro de saúde em mais uma unidade com recursos reduzidos face às necessidades.
Rosa Garrett adiantou que o executivo camarário vai reunir ainda hoje para “exigir a quem de direito a explicação e a correcção de um erro ostensivo”.
A autarquia quer evitar esperas excessivamente prolongadas para se conseguir uma consulta médica, situação que, “até esta transferência, não sucedia”, vincou.
“A falta de médicos é uma realidade nacional e compreende-se a dificuldade que o Ministério [da Saúde] tem na substituição de médicos quando os mesmos se reformam, mas aqui não é esse o caso”, observou a autarca.
Neste caso, “deslocou-se um médico para a Golegã, a favor de uns, mas em prejuízo de cerca de 2.000 pessoas de Vila Nova da Barquinha”, afirmou.
Servindo uma população residente de cerca de 8.000 habitantes e estando integrado no agrupamento de centros de saúde do Médio Tejo II – Zêzere, Rosa Garrett disse que, até à semana passada, aquando da retirada de um dos quatro médicos, o Centro de Saúde de Vila Nova da Barquinha prestava um serviço de saúde “de excelência”, em estreita articulação com as extensões de saúde de Atalaia, Praia do Ribatejo e Limeiras, e que o mesmo [serviço] “passou a ser medíocre”.
Uma moção contra a diminuição do corpo médico do Centro de Saúde de Vila Nova da Barquinha já havia sido apresentada pela bancada do PS na sessão da Assembleia Municipal de 19 de Fevereiro, sendo aprovada por unanimidade.
Contactado pela Lusa, Fernando Siborro, director executivo do ACES do Zêzere, disse “solidarizar-se” com as preocupações dos autarcas de Vila Nova da Barquinha, acrescentando “estar a trabalhar” no sentido de providenciar um médico para aquele município, sem no entanto se comprometer com prazos de resposta.

 

*Lusa (in blog Navegante)

 



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Vai ser desta que a promessa de mais médicos vai ser cumprida?

 

NOTA da CUSMT:

 

Os médicos colombianos já estavam prometidos para a 1ª. Quinzena de Janeiro (Luis Afonso, da ARSLVT). É que, para além das promessas, há a realidade. Esta é caracterizada pela falta de médicos (pela reforma de alguns e pelo sucessivo adiamento da vinda de outros) e da redução de cuidados de saúde de proximidade, com o prejuízo e sofrimento de muitos milhares de cidadãos.

 

Esperemos que mais este anúncio se torne realidade, e que não seja mais uma tentativa de arrefecer os protestos populares e um alijeirar das responsabilidades por quem tem o poder e os orçamentos e não consegue resolver o problema. Em Torres Novas, no Médio Tejo e no País.

 

A CUSMT vai reunir na próxima terça-feira, para decidir da data da realização de uma Conferência de Imprensa para informar da análise e das propostas da CUSMT (principalmente sobre o Centro Hospitalar do Médio Tejo e sobre a falta de médicos e reorganização dos centros de saúde) e para debater as condições e a data da realização de uma Vigilia Popular frente às instalações de saúde da Lamarosa/Olaia, T Novas.

 

A CUSMT

 

 

 

 

(Duas notícias do Jornal Torrejano)

 

Falta de médico na Olaia preocupa população

 

Na reunião, que decorreu na quinta-feira à noite, houve quem se queixasse de dificuldade de acesso a consultas, do aumento dos custos com as deslocações na tentativa de arranjar uma consulta e houve mesmo quem assumisse ter parado a medicação, por dificuldade em conseguir a devida prescrição.


A falta de médico de família na freguesia de Olaia tem motivado algum descontentamento junto da população. Na passada quinta-feira, a convite da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo, alguns populares reuniram-se na Casa do Povo da Lamarosa para discutir o assunto. Desde a saída de um dos dois profissionais que actuavam na extensão de saúde local que a população, de cerca de 3 mil habitantes, ficou confinada a apenas um médico. A vinda ao centro de sáude de Torres Novas, na tentativa de arranjar consultas ou a prescrição de medicamentos, tem sido a alternativa, nem sempre viável, arranjada pelos utentes locais.

 

Médicos de família: quatro colombianos poderão estar a caminho de Torres Novas


Quatro médicos colombianos poderão, ao longo do mês de Março, engrossar a equipa de médicos de família do concelho de Torres Novas. A informação foi divulgada por Pedro Ferreira, vice-presidente da Câmara Municipal, na reunião de terça-feira. O autarca disse que o Agrupamento de Centros de Saúde Serra d’Aire, onde se inclui Torres Novas, anunciou a vinda de 40 médicos para a região de Lisboa e Vale do Tejo e que, se tudo correr conforme planeado, quatro virão servir a população de Torres Novas.

Entretanto, o autarca anunciou ainda o interesse de um médico em trabalhar na extensão de saúde da Olaia. Uma realidade suspensa pelo facto de o médico estar ligado à Administração Regional de Saúde (ARS) de Leiria e apenas poder vincular-se à de Santarém, quando houver um profissional que o substitua naquela ARS.

 

A confirmar-se esta informação, o concelho de Torres Novas, que é, de momento, concelho do ACES Serra d’Aire com menos médicos de família por utente, poderá assim respirar um pouco. Recorde-se que há, de momento, 14 mil habitantes sem médico de família, um número que tende a aumentar com o número de pedidos de reforma à espera de resposta. Ana Marta Mendes, médica do centro de saúde de Torres Novas, recebeu na passada semana, depois de 11 meses em espera, o fumo branco para a sua reforma.

 

Recorde-se que dos restantes pedidos de reforma formulados, três profissionais ponderam continuar a trabalhar como até então, uma vez que a lei o permite. Um facto que faz com que o colapso não seja, ainda, evidente.



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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

O Ministério da Saúde está a acabar com cuidados de saúde de proximidade

 

Ferreira do Zêzere fica com 2 Extensões de Saúde mais o centro de saúde

Com o objetivo de reduzir custos e extensões de saúde, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo já tinha informado que pretendia fechar as Extensões de Saúde com menos de 1500 utentes, o que já se concretizou em Ferreira do Zêzere. O Agrupamento de Centros de Saúde Médio Tejo II - Zêzere já mandou fechar a extensão do Bêco por alegada falta de condições, restam as extensões de Frazoeira (para as freguesias de Dornes, Bêco e Paio Mendes) e Areias (para as freguesias de Areias, Pias e Chãos) e a sede no Centro de Saúde de Ferreira do Zêzere (para as freguesias de Ferreira do Zêzere, Igreja Nova do Sobral e Águas Belas). (in blog Região do Zêzere)

COMENTÁRIO: Atendendo ao que se vai passando por todo o País no sector da saúde, conclui-se que a Ministra parece mas não é boa. É vagarosa a fazer as maldades. 

 

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Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011

Entroncamento: Avasocial procura voluntários

 

Entroncamento: Avasocial procura voluntários

A Avasocial – Associação Voluntariado e Acção Social do Entroncamento - está a recrutar voluntários para acompanhar pessoas idosas ou dependentes, residentes no Entroncamento e que vivem sós. A ideia é aumentar a capacidade de resposta da equipa que já existe e que realiza este tipo de voluntariado sério, organizado e comprometido.Se a vida pessoal ou laboral de quem quer ajudar não permite realizar este tipo de ajuda, o interessado pode sempre inscrever-se como doador de modo permanente ou contribuir marcando 760 45 2330. O contributo possível de cada um é sempre bem-vindo. Os interessados devem inscrever-se no Banco de Voluntariado, Rua 5 de Outubro, 96A – Entroncamento ou em www.avasocial.org . Também podem obter mais informação através dos telefones 249 090 434 e 933 150 002.


  Por:
Jornal Torrejano

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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

O Ministério teve um acesso de bom senso

 

Adiada receita electrónica obrigatória

Medida estava prevista entrar em vigor em Março, mas só entrará em Julho

O Governo adiou para 1 de Julho a entrada em vigor da obrigatoriedade das receitas de medicamentos serem electrónicas para haver comparticipação do Estado, anunciou esta segunda-feira a ministra Ana Jorge, acrescentando que o regime contemplará excepções.

De acordo com a agência Lusa, entre essas excepções estão as receitas passada no domicílio e a falência do sistema electrónico, disse a ministra da Saúde.

Inicialmente agendada para 1 de Março, a entrada em vigor desta medida foi adiada quatro meses e «será consagrada a partir de 1 de Julho, sendo a portaria que a regulamenta publicada até 31 de Março», anunciou Ana Jorge numa conferência de imprensa em Lisboa.

 

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Nunca é demais lembrar

 

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