Terça-feira, 31 de Maio de 2011

Vamos todos votar no domingo!

(in Constituição da República Portuguesa)

 

Artigo 64.º Saúde

1 - Todos têm DIREITO à protecção da saúde e o DEVER de a defender e promover.

2 - O direito à protecção da saúde é realizado:

a) Através de um Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;

b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.

3 - Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:

a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;

b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;

c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;

d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;

e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;

f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.

4 - O Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem gestão descentralizada e participada.

 

 


 

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Terça-feira, 24 de Maio de 2011

Uma grande maioria...

 

1681

querem mais médicos

em RIACHOS

 

Os abaixo-assinados, 1681 utentes da Extensão de Saúde de Riachos, face às reais dificuldades no acesso a cuidados médicos (apenas um médico para 5500 habitantes), vêm solicitar a Va. Exa. que sejam tomadas medidas para que todos os utentes sejam atendidos nesta Unidade de Saúde. Tal facto permitirá o acompanhamento médico regular de toda a população, muita de idade avançada, com graves problemas de saúde e com dificuldades de deslocação para a sede do Centro de Saúde onde nem sempre têm acesso, em tempo útil, a consulta de recurso.

 

 

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Sábado, 21 de Maio de 2011

O plano de ajustamento financeiro negociado com a 'troika' vai penalizar ainda mais a vida dos portugueses. Saiba como.

Crise
O que muda para as famílias portuguesas com o resgate
Económico  
19/05/11 07:00

O plano de ajustamento financeiro negociado com a 'troika' vai penalizar ainda mais a vida dos portugueses. Saiba como.

Saúde

Taxas moderadoras sobem já em Setembro

As taxas moderadoras para os serviços de urgência e consultas externas vão aumentar já em Setembro. Na mesma altura, o Governo vai também rever as isenções das taxas moderadoras, ou seja, mais portugueses vão pagar para ter acesso aos cuidados de saúde. Na mesma altura, o preço dos medicamentos vai descer, uma vez que os novos genéricos vão chegar ao mercado mais baratos. Ainda no capítulo da Saúde, os subsistemas dos funcionários públicos (ADSE), dos militares e das polícias deverão ser auto-sustentáveis em 2016. Para isso, o memorando prevê que as verbas para estes subsistemas sofram um corte de 30% já no próximo ano e outro de 20% em 2013. Os benefícios de saúde serão "ajustados", o que na prática significa que haverá menos dinheiro para comparticipações de medicamentos e de actos médicos.

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

Até "as pequenas" vitórias, têm de ser construídas com o trabalho do dia a dia! Mas, a luta continua!

Sociedade 
Três clínicos serão colocados em Torres Novas e um no Entroncamento
Médicos colombianos chegaram para reforçar centros de saúde locais

 
A estrutura do ACES - Agrupamento de Centros de Saúde da Serra d’Aire e Candeeiros foi reforçada com a vinda de quatro médicos colombianos, que deverão entrar ao serviço na segunda-feira. Um será colocado na UFS do Entroncamento e três virão para o concelho Torres Novas, não estando ainda definido o local.

Pelo menos um ou, na melhor das hipóteses dois dos três médicos colombianos que ficarão adstritos ao centro de saúde de Torres Novas, deverão ser colocados na extensão de saúde de Riachos. É pelo menos, essa, a perspectiva de Pedro Marques, director executivo do ACES e o desejo de José Augusto Paixão, representante da comissão de utentes do Médio Tejo no Conselho da Comunidade do ACES. Pedro Marques disse na quarta-feira, dia 19, após a celebração das cartas de compromisso das unidades do agrupamento (ver texto abaixo) que a colocação dos médicos terá de ser negociada com a coordenadora da unidade, salientando o responsável que ”Riachos é o sítio onde há mais falta de médicos”.

 

A vinda dos médicos sul-americanos, que estava prevista ser dividida em duas fases, chegando dois de cada vez, acabou por constituir uma agradável surpresa para o ACES que, de repente, vê-se assim reforçado com mais recursos humanos na área da medicina familiar. Os três médicos terão um período de adaptação de 15 dias, tempo durante o qual assistirão às consultas junto dos médicos existentes, ”para se familiarizarem como os ritmos da consulta”, avança Pedro Marques, que garante que os clínicos em causa já tiveram formação ao nível do sistema informático e da língua portuguesa, assim como já fizeram os exames necessários exigidos pela Ordem dos Médicos. ”Em Junho, depois de entenderem a rotina de consultório, estarão autónomos” afiançou.

 

Além dos colombianos chega ainda ao concelho, mais concretamente à extensão de saúde de Olaia, o médico Tiago Santos, em regime de mobilidade. Entretanto, está também em fase de candidatura a formalização da Unidade de Saúde Familiar ”Almonda”.

 

José Paixão, em declarações o JT, mostrou-se satisfeito com a vinda dos médicos mas destacou que o mais importante é que os utentes possam ser assistidos nas extensões de saúde, ”pois é essa a perspectiva dos cuidados de saúde de proximidade”, revelou. ”Em Riachos não há nenhuma solução que não seja trazer os médicos suficientes. Temos um abaixo assinado em curso a exigi-lo e naturalmente que destes três médicos, pelo menos dois têm de vir para Riachos”, sintetizou.

 

As câmaras municipais de Torres Novas e Entroncamento, partes interessadas, ficaram responsáveis por encontrar casa e assegurar o respectivo aluguer: ”Contamos com o apoio das autarquias, Torres Novas e Entroncamento, que se disponibilizaram a acolhê-los. Desta forma, estão a ser criadas condições para que se sintam bem e para que, mais tarde, possam optar por ficar por cá. Seguramente, alguns farão isso mesmo”, acredita Pedro Marques.
 

CDU satisfeita com respostas

Uma delegação da CDU constituida por Cristina Tomé, Manuel Ligeiro e Ramiro Silva, candidata, mandatário concelhio às eleições de Junho e membro da Assembleia Municicipal de Torres Novas, reuniu no dia anterior com Pedro Marques, director do ACES – Serra d’Aire, para identificar os principais problemas existentes no agrupamento e ficou satisfeita com o que está a ser feito para colmatar a falta de médicos: a candidatura que está a decorrer no âmbito do QREN, para aquisição de quatro unidades móveis de saúde para compensar eventuais fechos de postos bem como a constituição da Unidade de Saúde Familiar de Torres Novas que está em curso. A UFS será constituída por seis médicos e deverá entrar em funcionamento em Novembro.
 

ACES: unidades de saúde estipulam objectivos

Os directores das unidades de cuidados de saúde personalizados do ACES – Agrupamento de Centros de Saúde da Serra d’Aire e Candeeiros assinaram na quarta-feira, dia 18, em Riachos, as cartas de compromisso (mediante acordo com Administração Regional de Saúde) que responsabilizam as equipas de saúde na obtenção de resultados, definidos com base em indicadores nacionais, regionais e locais. Os contratos-programa definem objectivos para o triénio 2010/12, que serão monitorizados mensalmente e foram adaptados à realidade de cada unidade do agrupamento.

O objectivo é promover níveis de eficiência das unidades de saúde, em áreas como as consultas médicas, de planeamento familiar, cobertura do plano nacional de vacinação, realização de rastreios do cancro da mama e colo do útero, entre outros. ”Há um conjunto de indicadores, foi definida a população-alvo e foi determinada percentagem da população que tem de ter acesso a essas consultas e rastreios. As metas foram fixadas em função das unidades”, sublinhou Pedro Marques.

”Comprometemo-nos com a Administração Regional de Saúde a atingir um conjunto de indicadores e o nosso financiamento passará a depender de termos ou não conseguido atingir os objectivos que foram contratualizados”, concluiu.

E.B.

Por: Jornal Torrejano

(sublinhados nossos)

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Quarta-feira, 18 de Maio de 2011

Parece que é desta que vão chegar ao Médio Tejo!

Mais 40 médicos colombianos "estão a chegar" a Portugal
De Helena Neves Marques (LUSA) – Há 11 horas
 

Lisboa, 18 mai (Lusa) - A ministra da Saúde, Ana Jorge, anunciou à Lusa que mais 40 médicos colombianos "estão a chegar" a Portugal e serão distribuídos pelas zonas "mais carenciadas" do país, como Lisboa, Alentejo e Centro.

"Estão a chegar mais 40 médicos colombianos ao nosso país, que serão distribuídos pelas zonas do país mais carenciadas, nomeadamente no Alentejo, zona Centro e também em Lisboa", adiantou a ministra, em declarações à Lusa.

Ana Jorge fez um balanço positivo da presença em Portugal dos 42 médicos colombianos, a trabalhar em 18 centros de saúde há um mês.

© 2011 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

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Terça-feira, 17 de Maio de 2011

Legislativas 2011

 

Dando seguimento à sua prática em situações semelhantes, a CUSMT aceitou o convite para participar numa reunião com os candidatos da CDU pelo círculo eleitoral de Santarém. A reunião será no dia 24 de Maio, pelas 18,30, nas instalações do PCP, em Torres Novas.

 

Aproveitaremos a oportunidade, como sempre fazemos nos contactos com as diferentes formações político-partidárias, para relatar a análise que fazemos sobre as condições de acesso a cuidados de saúde na região e para apresentar as propostas que, no entender dos utentes, resolveriam os problemas existentes.

publicado por usmt às 21:49
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ACES "Serra d'Aire" - Assinatura das Cartas de Compromisso UCSP

O Director Executivo do ACES Serra D’Aire, Dr. Pedro Marques tem o grato prazer de convidar Vossas Exas. a estarem presentes na assinatura das Cartas de Compromisso das Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados, a qual terá lugar no próximo dia 18 de Maio, às 12horas na sala de reuniões da Unidade de Saúde dos Riachos.
 

publicado por usmt às 21:46
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Autarquia de Abrantes opõe-se às alterações das valências do Centro Hospitalar Médio Tejo

NOTA DA CUSMT:
A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo sempre defendeu que o futuro harmonioso do CHMT está na valorização e desenvolvimento das diversas valências das suas três unidades. Se a descentralização de serviços de apoio valoriza essas valências, a sua concentração é um erro. 
.............................
A Câmara de Abrantes manifestou hoje a sua oposição a qualquer alteração ao acordo vigente para a manutenção das valências em regime de complementaridade que foi estabelecido aquando da constituição do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT).
Em declarações à agência Lusa, e na sequência da possibilidade do serviço de Patologia Clínica (laboratório de análises clínicas) da unidade de Abrantes do CHMT poder transferir-se para a unidade de Torres Novas, a presidente da autarquia prometeu “opor-se a qualquer alteração” que venha contrariar aquele acordo.
 “É de estranhar esta possibilidade particularmente numa altura em que a legislatura foi interrompida e quando o conselho de administração do próprio CHMT se encontra em gestão”, disse Maria do Céu Albuquerque, tendo acrescentado que o laboratório de Abrantes “não pode ser encerrado e muito menos transferido” para Torres Novas.
 “A centralização de alguns serviços específicos em Torres Novas, a ser feita, não pode levar ao encerramento dos serviços essenciais necessários ao bom funcionamento dos serviços do Hospital de Abrantes” afirmou, nomeadamente, “pela existência de especialidades como a urgência polivalente e unidade de cuidados intensivos, unidade de neonatologia e bloco operatório”.
Na região do Médio Tejo existem hospitais em Tomar, Torres Novas e Abrantes, funcionando as valências em regime de complementaridade.
*Lusa
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Publicada por O Navegante
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Domingo, 15 de Maio de 2011

Para analisar as medidas da "troyca" para a saúde e...

 

 

REUNIÃO da

COMISSÃO UTENTES DA SAÚDE

DO MÉDIO TEJO

 

17.maio.2011, 18,30 horas

na Casa Sindical de Torres Novas

publicado por usmt às 20:04
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Sábado, 14 de Maio de 2011

Pelo este exemplo adivinha-se um futuro conflituoso

Directores do Hospital de Abrantes discordam da retirada do Serviço de Patologia para Torres Novas
Os directores do hospital de Abrantes discordam da decisão de retirar o serviço de patologia clínica para Torres Novas, uma medida que a direcção do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) afirma ser imprescindível para racionalizar recursos.
Com uma área de influência de 15 concelhos e com cerca de 266 mil habitantes, a administração do CHMT, que integra as unidades hospitalares localizadas em Abrantes, Tomar e Torres Novas, afirmou à Lusa que a medida “há muito está definida”, devido à necessidade de rentabilizar recursos humanos, financeiros e técnicos.
Contudo, para os directores de serviço da unidade hospitalar de Abrantes, a medida não apresenta mais-valias para o CHMT.
Segundo o parecer dos três elementos que compõem a direcção da unidade, a que a Lusa teve acesso, a centralização de serviços “pode ser necessária, possível e desejável em algumas áreas mas esta não apresenta mais-valias para o CHMT, nomeadamente na consecução de economias de escala, melhoria da qualidade dos serviços prestados e melhoria da exploração do SPC [serviço patologia clínica] ”.
Os directores acrescentam que desta decisão “resultarão outros aspectos criticáveis”, apontando para a “redução da capacidade produtiva, afectação de transporte para a deslocação do pessoal, investimento em recipientes adequados ao transporte de colheitas, redução da capacidade de resposta e apoio na especialidade de patologia clínica e às especialidades existentes” naquela unidade.
Para os directores o processo em curso “não se encontra estruturado ou organizado”, sugerindo que a carência resultante da aposentação de uma das médicas afectas ao serviço seja suprida com a afectação de um técnico superior ou médico” das unidades de Tomar ou Torres Novas.
“Assim”, concluem, “esta decisão não prejudicaria o funcionamento do SPC naquelas unidades e manteria o suporte necessário à unidade de Abrantes, pelo menos até que sejam tomadas decisões credíveis, estruturadas e clinicamente participadas”, concluem.
“Não à volta a dar”, respondeu, por seu lado, o director clínico do CHMT, Edgar Pereira.
O director clínico explicou que o processo de reestruturação foi “precipitado” pela aposentação de uma médica e que visa “centralizar” as análises de rotina, ou seja, o SPC, num laboratório único em Torres Novas, mantendo nas unidades hospitalares de Abrantes e Tomar o laboratório de urgências.
“Em contexto de racionalização de meios não podemos ter equipamentos em triplicado”, observou Edgar Pereira, tendo afirmado que o objectivo passa por conseguir “operacionalizar” um processo que mantenha a qualidade na rapidez das colheitas e no acesso informático aos resultados.
“As questões relacionadas com o processo de colheita e transporte e o problema informático e da mobilidade do pessoal são aquelas que necessitam de maior afinação”, observou.
Assegurando que este processo de reorganização “é para estar concluído até final do ano”, apontou como mais-valias desta medida a “economia de recursos” a “racionalização” de meios técnicos e humanos e o “ganho de escala em capacidade negocial”.
*Lusa
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publicado por usmt às 13:12
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