Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011

Alteração da data da reunião com ACES Serra d'Aire

A reunião entre a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo e o Director Executivo do ACES Serra d'Aire só se vai realizar no dia 5 de Setembro, segunda-feira, às 11,30 horas, na Extensão de Saúde de Riachos.

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Hospitais: Se há dificuldades no presente, o futuro vai ser dramático

 

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA SAÚDE

 

Despacho n.º 10783-A/2011

 

 

Considerando:

 

O Memorando de Entendimento (MoU) firmado pelo Governo Português

 

com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Comissão Europeia

 

(CE) e o Banco Central Europeu (BCE), que prevê um controlo mais

 

estrito dos níveis de endividamento no sector empresarial do Estado,

 

ao qual pertencem as entidades públicas empresariais (EPE) da saúde;

 

O Programa do XIX Governo Constitucional, que prevê diversos

 

objectivos e acções no domínio do controlo do endividamento das

 

entidades públicas, com vista à sua sustentabilidade futura;

 

A redução do

 

plafond

de financiamento global do Serviço Nacional

de Saúde no Orçamento de 2012 com reflexo na redução do nível de

 

financiamento através dos contratos -programa que as administrações

 

regionais de saúde estabelecem com os hospitais, os centros hospitalares

 

e as unidades locais de saúde integrados no sector empresarial do

 

Estado, para 2012 (redução de proveitos), o que exigirá medidas de

 

contenção de custos adicionais em relação àquelas que já estavam a

 

ser programadas;

 

O ritmo de variação da dívida a fornecedores externos dos hospitais,

 

dos centros hospitalares e das unidades locais de saúde, integrados no

 

sector empresarial do Estado, o qual apresenta tendência crescente até

 

à data e é determinante estabilizá -lo, o que exige também medidas de

 

contenção de custos adicionais em relação àquelas que já estavam a

 

ser programadas;

 

A preparação do processo de contratualização anual para 2012, no

 

âmbito do qual são elaborados os orçamentos económicos dos hospitais,

 

dos centros hospitalares e das unidades locais de saúde, e que a

 

Administração Central do Sistema de Saúde produziu, no final do mês

 

de Julho, sob aprovação superior, as «orientações para preenchimento

 

do Plano de Desempenho de 2012» que estabelecem que «as previsões

 

do orçamento económico devem ter especialmente em conta a necessidade

 

de garantir o controlo de custos da instituição, nomeadamente

 

dos custos com pessoal, FSE, consumos (em especial, consumo clínico

 

e medicamentos), considerando -se obrigatória a redução dos custos

 

operacionais em pelo menos 5 % face a 2011, de forma a garantir um

 

orçamento equilibrado, traduzido num valor de EBITDA (resultados

 

antes de juros, impostos, amortizações e provisões), cujo cálculo corresponde

 

aos resultados operacionais acrescidos das amortizações e

 

provisões, tendencialmente nulo»;

 

Os desenvolvimentos ocorridos desde então, nomeadamente no âmbito

 

da avaliação regular do desempenho de Portugal, nos termos do

 

MoU, pela equipa do FMI, CE e BCE, os quais aconselham medidas

 

mais exigentes no que toca a contenção de custos e estabilização do

 

crescimento do ritmo de endividamento pelas EPE;

 

O dever de garantir a qualidade assistencial do Serviço Nacional

 

de Saúde, os actuais níveis de acesso e a maximização dos recursos

 

existentes:

 

Determina -se que, para o ano de 2012, a meta de referência para a

 

redução dos custos operacionais dos hospitais, centros hospitalares e

 

unidades locais de saúde integrados no sector empresarial do Estado

 

seja desde já revista e fixada num valor inferior em 11 % face ao valor

 

de 2011, sendo admissível uma redução menor apenas nos casos e na

 

medida em que tal garanta um orçamento económico equilibrado, traduzido

 

num valor de EBITDA nulo.

 

30 de Agosto de 2011. — A Secretária de Estado do Tesouro e das

 

Finanças,

 

 

Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque.

O Secretário de Estado da Saúde,

 

 

 

Manuel Ferreira Teixeira

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Hospitais têm de reduzir em 11% custos operacionais

por Lusa<input ... >Hoje<input ... >

Os hospitais, centros hospitalares e unidades locais de saúde integrados no sector empresarial do Estado têm de reduzir em 11 por cento os seus custos operacionais em 2012, segundo um diploma publicado hoje.

O Despacho n.º 10783-A/2011, publicado hoje em Diário da República, determina que "a meta de referência para a redução dos custos operacionais dos hospitais, centros hospitalares e unidades locais de saúde integrados no sector empresarial do Estado seja desde já revista e fixada num valor inferior em 11% face ao valor de 2011", indica o portal na Internet do Ministério da Saúde.

"Apenas será admissível uma redução menor nos casos e na medida em que tal garanta um orçamento económico equilibrado, traduzido num valor nulo de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização", acrescenta.

O Governo quer que os orçamentos para 2012 dos hospitais, dos centros hospitalares e das unidades locais de saúde tenham "especialmente em conta a necessidade de garantir o controlo de custos da instituição", nomeadamente com pessoal, fornecimento e serviços externos e consumos, "em especial, consumo clínico e medicamentos".

Considera-se "obrigatória a redução dos custos operacionais em pelo menos 5% face a 2011, de forma a garantir um orçamento equilibrado".

No despacho, dos Ministérios das Finanças e da Saúde, recorda-se que "o Memorando de Entendimento firmado pelo Governo Português com o Fundo Monetário Internacional, a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu prevê um controlo mais estrito dos níveis de endividamento no sector empresarial do Estado, ao qual pertencem as entidades públicas empresariais (EPE) da saúde".

Além disso, "o Programa do XIX Governo Constitucional prevê diversos objectivos e acções no domínio do controlo do endividamento das entidades públicas, com vista à sua sustentabilidade futura".

Os ministérios apontam também "a redução do plafond de financiamento global do Serviço Nacional de Saúde no Orçamento de 2012 com reflexo na redução do nível de financiamento através dos contratos-programa que as administrações regionais de saúde estabelecem com os hospitais, os centros hospitalares e as unidades locais de saúde integrados no sector empresarial do Estado, para 2012 (redução de proveitos), o que exigirá medidas de contenção de custos adicionais em relação àquelas que já estavam a ser programadas".

Referem, igualmente, que "o ritmo de variação da dívida a fornecedores externos dos hospitais, dos centros hospitalares e das unidades locais de saúde, integrados no sector empresarial do Estado, apresenta tendência crescente até à data e é determinante estabilizá-lo, o que exige também medidas de contenção de custos adicionais".

A secretária de Estado do Tesouro e das Finanças, Maria Luís Albuquerque, e o secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira, concluem no despacho pela necessidade de "medidas mais exigentes no que toca a contenção de custos e estabilização do crescimento do ritmo de endividamento pelas EPE" (Entidades Públicas Empresariais) na área da saúde e "o dever de garantir a qualidade assistencial do Serviço Nacional de Saúde, os actuais níveis de acesso e a maximização dos recursos existentes".

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Ministério da Saúde «aperta» Centro Hospitalar do Médio Tejo

Ministério da Saúde «aperta» Centro Hospitalar do Médio Tejo

 

 

O Centro Hospitalar do Médio Tejo, formado pelas unidades de Tomar, Abrantes e Torres Novas, pode estar debaixo de olho dos técnicos do Ministério da Saúde que, durante os próximos meses, têm por missão proceder à organização da rede hospitalar nacional, naquela que é outra imposição da designada «Troika». Já foi publicado, em Diário da República, um despacho do Ministro Paulo Macedo, em que está determinada a criação de um grupo de técnicos, com ligações ao sector.

 

O objectivo passa, assim, por encontrar explicações para os altos défices de alguns Centros Hospitalares e articular serviços para evitar situações como aquela que acontece no Médio Tejo, onde há três hospitais num raio de trinta quilómetros, cada um deles com algumas especialidades, o que obriga a constantes deslocações dos utentes, sem esquecer o plano financeiro que, perante dados recentemente tornados públicos, tem provocado enormes dores de cabeça. E é inegável que Tomar, Torres Novas e Abrantes têm estado, durante os últimos tempos, numa clara concorrência entre si. Este cenário já tinha sido admitido pelo próprio Edgar Pereira, director-clínico do Centro Hospitalar do Médio Tejo, que sublinhou, ainda assim, que se trata de uma competição saudável.

 

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Terça-feira, 30 de Agosto de 2011

Bem concretizada, é uma boa opção.

Resultados de análises e exames vão deixar de existir em papel

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Os resultados de análises, radiografias e outros exames pedidos pelos médicos do Serviço Nacional de Saúde vão passar, no próximo ano, a ser enviados para os clínicos e utentes apenas por via electrónica.

 
foto Ricardo Estudante/Global Imagens
Resultados de análises e exames vão deixar de existir em papel
Resultados de exames enviados pela Internet
 

Ainda sem data para entrar em vigor, a alteração será a segunda fase do processo de requisição daqueles meios de diagnóstico apenas por via electrónica, que começa na quinta-feira, disse à Agência Lusa o vice-presidente da Administração Central dos Sistemas de Saúde, Fernando Mota.

A alteração vai acabar com a necessidade de os utentes se deslocarem para irem "levantar" o resultado dos exames, podendo a eles aceder através de computador, tal como sucede com os médicos, que deixam de ter que transcrever as conclusões dos exames para o processo do doente, já que poderão anexá-lo informaticamente, especificou aquele responsável.

Ao contrário do que sucedeu com a prescrição electrónica de medicamentos, agora com os exames a situação deverá decorrer com menos sobressaltos, já que o universo de médicos envolvidos é constituído apenas pelos clínicos que trabalham no SNS, considerou Fernando Mota.

Além das vantagens para utentes e médicos, as inovações permitem um maior controlo sobre a prescrição de exames e funcionarão com dissuasor para eventuais fraudes, acrescentou.

O bastonário da Ordem dos Médicos disse estar "menos preocupado" com eventuais problemas com o alargamento da prescrição electrónica aos exames do que quando se tratou dos medicamentos, já que agora só estão envolvidos os médicos do SNS. "Trata-se de uma imposição do Estado a si próprio", considerou José Manuel Silva em declarações à Lusa.

Salientou, no entanto, que o processo não irá funcionar a 100% no início, tal como sucedeu com os medicamentos, mas disse esperar que o Ministério da Saúde salvaguarde forma de ultrapassar as situações em que o recurso aos meios informáticos não seja possível.

Fernando Mota disse que eventuais falhas no sistema informático serão ultrapassadas com o preenchimento manual das requisições para os exames em modelo oficial e específico para o efeito.

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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011

Em Tomar, 17 de Setembro

TOMAR - 21º Convívio de Dadores de Sangue do Hospital de Tomar

 

A Associação de Dadores Benévolos de Sangue do Hospital de Tomar, o Serviço de Sangue e a Unidade de Tomar do Centro Hospitalar do Médio Tejo vão realizar, a 17 de Setembro, o 21º Convívio de Dadores de Sangue do Hospital de Tomar, numa iniciativa que terá lugar no Mouchão Parque.

A organização, numa nota enviada à Hertz, relembra que os dadores activos e seniores (com mais de 65 anos) que não tenham recebido o respectivo boletim de inscrição, devem dirigir-se ao Serviço de Sangue até 31 de Agosto.

 

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Domingo, 28 de Agosto de 2011

Uma resposta afirmativa aos pedidos de reunião da CUSMT

 

Na próxima sexta-feira, 2 de Setembro, pelas 11,30, na Extensão de Saúde de Riachos, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo reune com o Director Executivo do ACES "Serra d'Aire".

 

Este Agrupamento de Centros de Saúde, com Sede em Torres Novas, abrange os Centros de Saúde de Ourém, Fátima, Alcanena, Torres Novas e Entroncamento.

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Medicamentos: dados do INFARMED são "a prova provada" de que os utentes estão a pagar mais pelos medicamentos

Relativamente ao período Jan-Jun 2011, merece a pena destacar o seguinte:
Redução significativa de gastos do Estado (taxa homóloga:-19,5%) com a comparticipação de medicamentos (ambulatório). E OS UTENTES PAGARAM no mesmo período MAIS 4,50 %, ou seja quase MAIS 34 MILHÕES DE EUROS.

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Reunião da CUSMT

Reunião da Comissão de Utentes

da Saúde do Médio Tejo

 

29.8.2011 (segunda), 18,30 horas

na Casa Sindical de Torres Novas

 

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Sábado, 27 de Agosto de 2011

Hospital de Tomar: Infelizmente, mais um episódio triste que prejudica os utentes e não dignifica o SNS

Polícia teve de intervir no hospital de Tomar
Sete horas à espera nas urgências
(© Jornal O Templário, por Jornal O Templário)

A idosa de 92 anos chegou de ambulância as 14.15 horas, foi chamada por volta das 18 horas para análises e só cerca das 21 horas é que foi consultada, segundo relatou outra mulher que a acompanhava

 
“Isto é uma vergonha. Somos humanos. Onde está a humanidade?” desabafava uma utente nas urgências do hospital de Tomar na noite de sábado, dia 20. A revolta começou a tomar conta de vários utentes ao verem uma idosa de 92 anos e um bebé de 2 anos e dois meses que tiveram de esperar mais de sete horas até serem atendidos naqueles serviços.
 
Todos os pormenores nesta edição do jornal "O Templário"
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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011

No sábado, entre as 11 e as 12horas, na...

... na RÁDIO CIDADE DE TOMAR

 

 

Uma conversa com a CUSMT sobre a prestação de Cuidados de Saúde no Médio Tejo. 

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