Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

Atouguia, Ourém: VAI FICAR SEM CUIDADOS MÉDICOS

 

Extensão de Saúde de Atouguia sem médico

 

A partir de 1 de Novembro que a extensão de saúde de Atouguia, Ourém, passou a funcionar apenas com os serviços de enfermagem. A médica de medicina geral e familiar, Olinda Almeida, que exercia funções naquela extensão de saúde vai reformar-se e o seu último dia de trabalho foi na segunda-feira, 31 de Outubro.

 

Os utentes para consultas de recurso devem assim dirigir-se agora ao Centro de Saúde de Ourém, que funciona com atendimento complementar todos os dias, das 08h00 às 20h00. Para urgências devem dirigir-se aos hospitais de Leiria, Tomar ou Torres Novas.

(in Mirante) - foto cusmt

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Domingo, 30 de Outubro de 2011

Do Jornal Médico de Família

Juan Gérvas

Não tem médico de família? É perigoso para a sua saúde (e para o seu dinheiro)! PDF

 

Escrito por Juan Gérvas, em 05-10-2011 13:25


Image

 

gervas_juan.jpgVocê e a sua família estão em perigo se não têm médico de família, um médico que coordene os cuidados de outros médicos. O médico de família é o "defensor" do doente e decide como se ele próprio fosse o doente. Toma decisões baseadas nos seus conhecimentos como médico especializado em problemas de saúde frequentes e tendo em consideração o conjunto de problemas que afecta a pessoa no seu contexto familiar, laboral, cultural e social.

O médico de família é o "médico de sempre", é o que entra na casa do doente e em quem este pode confiar porque conhece não só a sua vida e os seus segredos assim como a da sua família e da comunidade. É o médico mais próximo e conhecido do doente, com vasta formação científica, atencioso e determinado.

Está demonstrado que o médico de família decide melhor que o doente quando se trata de escolher outros médicos especialistas e o momento certo para os consultar (incluindo em situações urgentes).

O médico de família trata dos problemas mais frequentes e coordena os cuidados de outros médicos especializados em problemas menos frequentes.

Têm de existir outros médicos especialistas, mas há que recorrer a eles com precaução, porque abusar do seu recurso pode ser perigoso para a saúde. Está demonstrado que quanto maior o número de especialistas que não médicos de família numa determinada área geográfica, maior a mortalidade.

Os outros médicos especialistas podem prestar cuidados pontuais, de excelente qualidade, mas a intervenção descoordenada de vários médicos especialistas é perigosa para a sua saúde. Os cuidados de saúde nos Estados Unidos (EUA) são piores e mais caros em comparação com os de outros países desenvolvidos - por exemplo, o número de amputações em doentes diabéticos é três vezes superior à média de outros países desenvolvidos e a terceira causa de morte é a actividade médica. No entanto, nos EUA, o que não falta são médicos especialistas, mas faltam médicos de família que coordenem os cuidados dos outros especialistas e que actuem como defensores dos doentes.

Um pediatra, por exemplo, é um especialista em doenças de crianças mas não é um especialista em crianças no seu contexto familiar, escolar, cultural e social; o ginecologista faz o mesmo relativamente às mulheres; o geriatra aos idosos; o urologista aos homens. Todos estes especialistas deveriam actuar como consultores do médico de família, cabendo a este a coordenação dos seus conselhos e tratamentos, adaptando-os a cada doente para que os resultados sejam mais benéficos do que danosos.  

Todos os doentes precisam de um médico de família que coordene os cuidados prestados pelos outros especialistas.

Além de tudo, o médico de família é mais acessível, flexível, polivalente e resolutivo - aconselha na gripe, faz biópsias de pele, coloca um dispositivo intra-uterino, realiza consultas no domicílio, dá conselhos relativamente à reforma, trata a tuberculose ou a insónia, faz uma análise de urina na infecção urinária e é o mesmo médico que trata o doente terminal com morfina e o ajuda a enfrentar com dignidade a morte em casa. O médico de família faz tudo isto, levando em linha de conta os valores e crenças do doente, da família e da comunidade.

E tudo isto no seu consultório ou no domicílio, algumas vezes por telefone ou até por e-mail... ou mesmo na rua!

O médico de família trabalha em Cuidados Primários, o nível mais próximo e acessível do Serviço Nacional de Saúde, que responde a 90% dos problemas da população e onde existe uma equipa que complementa o trabalho do médico. Quando os Cuidados Primários são fortes, o médico de família é um filtro para a referenciação aos especialistas dos Cuidados Hospitalares. Tal acontece não só em Portugal mas também, por exemplo, em países como o Canadá, Dinamarca, Eslovénia, Espanha, Holanda, Noruega, Nova Zelândia e Reino Unido. Esta filtragem permite que os especialistas observem os casos difíceis da sua especialidade mantendo a genuidade desses cuidados. Além disso, esta filtragem evita o abuso da observação por especialistas, necessária apenas nos casos seleccionados em que os danos causados compensarão os benefícios prováveis.

Os outros especialistas deveriam actuar como consultores e a decisão final deveria ser tomada pelo médico de família e pelo doente, de acordo com o contexto específico de cada caso. Esta coordenação produz melhores cuidados de saúde com menos custos para o doente e sua família, mas também para a população e para o País.

Se tiver um médico de família que coordene os seus cuidados de saúde e o que o ajude a decidir quando e de que tipo de cuidados especializados necessita, protegerá a sua saúde, a da sua família e também o seu dinheiro.

 

Juan Gérvas; Mercedes Pérez Fernandez, médicos de família rurais. Equipa CESCA, Madrid, Espanha

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Sábado, 29 de Outubro de 2011

As portagens no IC3/A13 dificultam o acesso a unidades de saúde

 

Câmaras não foram informadas sobre início das portagens

 

“Nenhuma das autarquias do Médio Tejo tem qualquer informação oficial sobre este assunto (portagens na A23 e IC3)” denunciam os presidentes das Câmaras Municipais de Abrantes, Alcanena, Constância, Ferreira do Zêzere, Entroncamento, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha que estiveram reunidos nesta sexta-feira, na Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.
No final da reunião do Conselho Executivo desta instituição, os autarcas lançaram um comunicado onde manifestam “total descontentamento pelo desenvolvimento deste processo nomeadamente pela lamentável falta de articulação com a administração local na implementação daqueles pórticos”.
Sem qualquer informação oficial, os autarcas dizem-se incapazes de prestar esclarecimentos às suas populações sobre o tema das portagens.
Os autarcas mostram-se preocupados “pela incapacidade financeira de muitos residentes para fazer face às suas deslocações por motivos de saúde e da condição especial de, no Médio Tejo, existirem três hospitais com valências distintas”.
Finalmente afirmam que discordam da informação “que é transmitida a particulares através do serviço de apoio ao utente (apoioaoutente@portvias.pt) veiculando que a localização dos pórticos “resultou das subsequentes reuniões do Estado Português com as autoridades locais, nomeadamente as Autarquias”, uma vez que as autarquias não tiveram nenhuma intervenção relevante na localização dos pórticos”. 

(in Templário)

 

 

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Sobre o 10º. Enc Nac Comissões de Utentes

Moção

Em defesa do Serviço Nacional de Saúde (S.N.S.)

 

 

O Serviço Nacional de Saúde (S.N.S.) tal como consta do texto da Constituição da República Portuguesa, assume-se como uma das mais importantes conquistas alcançadas com a Revolução do 25 de Abril de 1974.

 

Devido às políticas de direita e anti-sociais promovidas pelos anteriores e actual governos o Serviço Nacional de Saúde (S.N.S.) tal como outros serviços públicos tem sofrido constantes e sistemáticos ataques que têm posto em causa a sua qualidade e em risco o seu próprio funcionamento.

 

A par dos grandes desinvestimentos financeiros que ano após ano o Serviços Nacional de Saúde (S.N.S.) tem sido sujeito e em simultâneo com a entrega de importantes e rentáveis áreas ou serviços aos grupos económicos, têm também acontecido aumentos consideráveis nos custos das taxas moderadoras, actos médicos e exames complementares de diagnóstico, redução de horários de funcionamento e o encerramento de maternidades, extensões, Centos de Saúde, Serviços de Atendimento Permanente e urgências hospitalares, situações que têm contribuído e vão continuar a contribuir para aumentar as dificuldades de acesso dos utentes aos respectivos serviços não só devido aos seus custos como também pelas distâncias que muitos têm de percorrer em zonas do país onde os transportes são poucos ou mesmo não existem.

 

Igualmente vítimas destas políticas e medidas têm sido também os profissionais da saúde que vêem constantemente ser postos em causa os seus direitos laborais e sociais levando a que muitos se tenham transferido para o sector privado deixando muitos serviços sem capacidade para responderem em tempo útil às necessidades dos respectivos utentes.

 

Face às situações referidas e à gravidade que as mesmas representam para o S.N.S. para os utentes e trabalhadores da saúde as Comissões de Utentes dos Serviços Públicos reunidas no seu 10º Encontro Nacional a 22 de Outubro de 2011 nas instalações da Voz do Operário em Lisboa.

 

Decidem:

 

Exigir a abolição com efeitos imediatos do pagamento das taxas moderadoras.

Exigir o fim imediato das privatizações no Serviço Nacional de Saúde (S.N.S.).

Exigir que o Serviço Nacional de Saúde (S.N.S.) seja dotado dos meios financeiros, humanos e técnicos necessários para responder com eficácia e qualidade às necessidades dos seus utentes.

Exigir o fim imediato do encerramento dos serviços de saúde, reabertura dos que foram sendo encerrados e a construção dos hospitais e centros de saúde já programados.

Lisboa, 22 de Outubro de 2011

 

  

Constituição da Direcção do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos – MUSP 

 

 

Rita Costa

 

Comissão de Utentes

da Saúde da Tábua

Silvia Santos

 

Comissão de Utentes

da Saúde de V Novas

José Gaspar

 

Comissão de Utentes

de de Vale de Cambra

José Sales

 

Comissão de Utentes

da Saúde do Seixal

Luísa Ramos

 

Comissão de Utentes

dos Transp Margem Sul

Frederico Tavares

 

Comissão de Utentes

da Linha do Sado

Manuel Vieira

 

Associação Água

Pública

Carlos Braga

 

Comissão de Utentes

da Linha da Azambuja

Carlos Moura

 

Plataforma das Comissões

de Utentes da Carris

Paulo Conde

 

Comissão de Utentes

de Ferreira do Alentejo

Manuel José Soares

 

Comissão de Utentes

do Médio Tejo

Domingos David

 

Comissão de Utentes

de Benavente

Manuel Vilas Boas

 

Movimento de Utentes

dos Serviços de Saúde

Sara Santos

 

Movimento dos Transportes

Públicos do Porto

Natália Santos

 

Movimento Mais Saúde

(Odivelas)

 

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Sobre a pediatria do CHMT, in "Rádio Hertz"

MÉDIO TEJO - Edgar Pereira nega intenção de concentrar pediatria em Abrantes

Edgar Pereira, director-clínico do Centro Hospitalar do Médio Tejo, negou qualquer intenção da administração em concentrar o serviço de pediatria no Hospital de Abrantes, um cenário que foi avançado como possibilidade, nesta sexta-feira, pela Comissão de Utentes de Saúde, que se baseou em algumas fontes consideráveis como «credíveis».

Contactado pela Hertz, o Director Clínico não quis prestar declarações mas, ainda assim, negou que esteja projectada qualquer concentração, classificando de «boatos e pura especulação» as informações prestadas pela Comissão de Utentes. Edgar Pereira acrescentou, também, que qualquer decisão «terá sempre de ser discutida abertamente com a comunidade onde se insere o Centro Hospitalar.

 

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"... Médicos manifestam o seu inequívoco apoio à prescrição de medicamentos genéricos..."

Comunicado

Realizou-se hoje, dia 27 de Outubro de 2011, uma reunião entre delegações do Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Médicos e dos Órgãos Executivos do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e da Federação Nacional dos Médicos (FNAM) para analisar a actual e delicada situação política e social.

Em conclusão consideram que:

1. Está criada uma situação preocupante, com adopção de medidas gravosas, sem precedentes, que conduzirão a uma profunda instabilidade de funcionamento das unidades de saúde e a consequências nefastas para a qualidade da prestação dos cuidados de saúde.

2. As medidas estabelecidas na proposta de OE para 2012 estão formuladas de forma cega e sem terem em conta especificidades de alguns sectores da vida nacional, como é o caso mais marcante da Saúde.

3. Ao serem suspensos os instrumentos de regulamentação colectiva do trabalho, com a consequente aplicação da legislação geral, deixam de estar asseguradas as condições para a manutenção da grande maioria dos serviços de urgência.

4. As delegações da Ordem e dos Sindicatos Médicos manifestam o seu inequívoco apoio à prescrição de medicamentos genéricos e a sua preocupação pela abusiva troca da medicação prescrita no balcão da farmácia.

5. No respeito pelas respectivas competências próprias de intervenção, estas três organizações médicas assumiram o claro compromisso de iniciarem um estreito processo de articulação e convergência com o objectivo de promoverem a defesa dos enquadramentos laborais e técnico-científico dos médicos, bem como o direito constitucional à saúde e do seu instrumento fundamental, o SNS.

6. Neste contexto, estas três organizações médicas manter-se-ão em permanente contacto e adoptarão em tempo as adequadas medidas reivindicativas em função da gravidade da situação, nomeadamente as que venham a decorrer da aprovação do restritivo OE 2012.

Lisboa, 27 de Outubro de 2011
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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

A PEDIATRIA do CHMT vai ser concentrada num único hospital?

A Comissão de Utentes do Médio Tejo solicitou já informações sobre o assunto ao Conselho de Administração do CHMT (Centro Hospitalar do Médio Tejo)

 

A CUSMT apoiada pela população do Médio Tejo, diz 

NÃO!

 

O SERVIÇO DE PEDIATRIA É PARA ESTAR NAS TRÊS UNIDADES HOSPITALARES DO CHMT

 

 

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Sempre defendemos a prescrição por DCI

Assembleia da República

Aprovadas novas regras para prescrição de medicamentos

por Lusa<input ... >Hoje<input ... >(DN)

A proposta de lei que obriga à prescrição por Denominação Comum Internacional (DCI) foi hoje aprovada com os votos dos partidos do governo, do PCP, BE e Os Verdes e os votos contra do PS.

 

Ainda sobre esta matéria, foi aprovado o projecto de lei do PS que reforça a prescrição por DCI como regra no Serviço Nacional de Saúde (SNS), com os votos a favor do PS e a abstenção do PSD, CDS, BE, PCP e Os Verdes.

Também o projecto de lei do BE que estabelece a obrigatoriedade de prescrição por DCI foi aprovado, com votos a favor do PSD, CDS-PP, BE, PCP e Os Verdes, e a abstenção do PS.

 

O projecto de lei do PCP que "institui a prescrição por DCI como regra no SNS" foi aprovado com os votos a favor do PSD, CDS-PP, PCP, BE e Os Verdes, tendo o PS se abstido.

 

Foi recusado o projecto de lei do BE que "estabelece a obrigatoriedade da dispensa do medicamento mais barato dentro do mesmo grupo homogéneo, salvo em situações excepcionais ou quando a opção do utente seja por outro medicamento".

 

Igualmente rejeitado foi o projecto de lei do BE que "estabelece medidas destinadas a reforçar o rigor e a transparência dos preços de venda ao público dos medicamento" e, do mesmo partido, o projecto de lei sobre "atribuição das competências em matéria de fixação do preço dos medicamentos em exclusivo ao Infarmed.

 

Os diplomas hoje aprovados baixam à nona comissão.

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Quando?

Componatura vai mudar instalações para a Chamusca

28 de Outubro de 2011. 

 

 

Há seis anos a Componatura, que trata de resíduos orgânicos por compostagem, instalou-se em Torres Novas, mais concretamente junto à estrada da Sapeira, que dá acesso à Meia Via. Desde essa altura os cheiros que resultam da actividade empresarial têm incomodado a população vizinha, chegando frequentemente o cheiro à cidade. A empresa sensível às queixas da população vai mudar parte da sua actividade empresarial para o concelho da Chamusca, mantendo outra parte da actividade no concelho de Torres Novas.

 

À época, contou Luís Trincão a “O Almonda” o sítio onde hoje estão instalados foi o único que encontraram que reunia todas as condições para serem uma empresa licenciada pela CCDR/LVT. A empresa, que começou por ser uma necessidade para resolver os problemas de uma outra empresa, a “Jardimplanta”, obrigou a que realizassem um investimento que viria a tornar-se o principal ramo de actividade. Conta Luís Trincão que se sentiram «empurrados para este negócio». Conta que colocar os desperdícios da sua actividade em aterro «era um desperdício». Investiu em formação, deslocou-se ao estrangeiro para ver como funcionam outras unidades e de cada uma delas recolheu ideias que viria a aplicar na “Componatura”. Hoje são os estrangeiros que visitam a sua empresa e ficam impressionados com o que encontram, contou. Por outro lado sentiram que em Portugal havia muita procura de soluções para os desperdícios e viram que tinham no sector uma oportunidade de negócio.

Luís Miguel Lopes(O Almonda)

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Apresentação das assinaturas "Por cuidados de saúde de proximidade"

Comissão de Utentes de Saúde recolhe 16 mil assinaturas

28 de Outubro de 2011.

Em conferência de imprensa, realizada na segunda-feira, dia 24, a Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo apresentou publicamente as 16 mil assinaturas que recolheram em favor da manutenção das extensões de saúde e pelo aproveitamento integral das capacidades das unidades hospitalares do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

 

À partida, explicou Manuel José, a Comissão de Utentes esperava recolher cerca de 10 mil assinaturas e os números ultrapassaram em muito a expectativa, atingido o mesmo valor que se obteve com a recolha de assinaturas em 2006 para a manutenção da Pediatria. Houve no entanto uma diferença substancial. A recolha de assinaturas em 2006 decorreu durante dois meses e a que agora foi realizada demorou apenas um mês, o que espelha «bem o que a preocupação que a população está a sentir», disse o dirigente.

 

Desta vez houve também intervenção directa dos autarcas do Médio Tejo, tanto na Comunidade Intermunicipal, como em outros órgãos, com moções aprovadas nas Assembleias Municipais de Torres Novas, Abrantes, Barquinha, Ourém (onde se realizaram já duas manifestações), Sardoal e Alcanena.

 

Esta recolha e estas acções de rua que a Comissão de Utentes apoiou servirá, espera-se, «pelo menos para que as coisas sejam repensadas». A Comissão pretende insistir junto dos deputados do PSD e CDS para que estes reúnam com os representantes da Comissão de Utentes, tal como já se fez com os deputados da CDU e BE.

 

Luís Miguel Lopes(O Almonda)

publicado por usmt às 13:48
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