Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012

Uma das razões para se marcar presença

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Humor

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Elementos da CUSMT estarão presentes

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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2012

Lemos e ouvimos... custa acreditar.

NEGAR

MEDICAMENTOS

POR MOTIVOS

ECONÓMICOS!!??

 

Além do empobrecimento generalizado dos portugueses, ainda acham que lhe devem provocar mais ansiedade e sofrimento?

 

 

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Em Constância

A pedido da CUSMT, no dia 26 de Setembro, às 10 horas, na sede do ACES "Zêzere", a Comissão de Utentes reune com o Director Executivo, Dr. Fernando Ciborro.

 

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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2012

Conselho Consultivo do CHMT

Com a eleição do representante dos trabalhadores do CHMT está resolvido o último obstáculo para que o Conselho Consultivo do CHMT não tivesse sido já instalado.

 

Segundo informação que foi transmitida à CUSMT, foi eleito o enfermeiro LUIS SOUSA.

 

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Terça-feira, 25 de Setembro de 2012

E no sábado...

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in O SOL

 

Atestados de incapacidade com espera de seis meses
24 de Setembro, 2012por Liliana Garcia
Na primeira metade deste ano, realizaram-se 31.718 juntas médicas, mais 145% do que em 2011. Os utentes pretendem a isenção das taxas moderadoras, mas os médicos são poucos para tantos pedidos.
O novo regime de pagamento de taxas moderadoras – que obriga os utentes a revalidarem os atestados de incapacidade para terem direito a isenção – fez disparar os pedidos de juntas médicas. Por isso, o tempo de espera para a obtenção daquele comprovativo chega a ultrapassar os seis meses, quando o prazo legal de notificação para junta médica não deve ir além dos 60 dias.

Segundo dados da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), no primeiro semestre de 2012 foram realizadas 31.718 juntas médicas, o que representa um acréscimo expectável de 145% face ao período homólogo de 2011. Em 30 de Junho passado, estavam por realizar 14.400 juntas médicas.

«Os centros de saúde não estão a despachar atestados em menos de seis meses», denuncia ao SOL Paulo Pereira, presidente da TEM - Associação Todos com a Esclerose Múltipla. «Os médicos de saúde pública estão sobrecarregados e os atestados, que deveriam ser dados em 60 dias, na maioria dos casos estão a demorar seis meses ou até um ano», acrescenta.

Há regiões onde as juntas aumentaram 170%

A situação é confirmada pelo presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP), Mário Jorge dos Santos: «Tenho conhecimento de situações em que os tempos de espera são de seis, sete meses». Este médico destaca que existem «regiões onde as juntas médicas aumentaram 170%, sendo que os médicos diminuíram», pois muitos passaram à reforma.

Mário Jorge dos Santos explica ao SOL que, nesta altura, os médicos de saúde pública estão sobrecarregados de trabalho, devido precisamente aos requerimentos de atestados de incapacidade, e refere que a maior carência de médicos desta especialidade se verifica nas regiões Centro e Sul. «Em Beja (sub-região de Saúde), por exemplo, existe apenas um médico de saúde pública», ilustra. No entanto, sublinha, é nos grandes aglomerados urbanos que se verificam os maiores estrangulamentos: «Algumas juntas passaram a ter três vezes mais trabalho».

No Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Barreiro/Montijo/Moita, por exemplo, este ano o número de juntas médicas aumentou para o dobro.

O médico Mário Durval, que trabalha naquela unidade, refere ao SOL que, entre 1 de Janeiro e 31 de Agosto, foram realizadas 882 juntas médicas, estando 613 a aguardar execução. Naquela ACES, existem cinco médicos de saúde pública e, mesmo assim, o tempo médio de espera é de 65 dias.

Segundo apurou o SOL, na Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, entre 1 de Abril e 12 de Setembro, deram entrada cerca de 10.700 pedidos para atestados de incapacidade multi-uso, tendo sido emitidos menos de metade: 5.250.

'Os reembolsos são processos complicadíssimos'

A ACSS sublinha que, caso seja ultrapassado o prazo legal para a realização de junta médica cuja avaliação resulte na atribuição de uma incapacidade igual ou superior a 60%, o utente tem direito a ser reembolsado do montante pago em taxas moderadoras, no período correspondente entre a data do prazo legal e a data da realização da junta médica. No entanto, Mário Jorge dos Santos, lembra que «os reembolsos são processos complicadíssimos» porque «muitos dos doentes fazem despesas em cinco ou seis estabelecimentos de saúde diferentes e cada um tem prazos distintos para o reembolso».

Além disso, Mário Jorge dos Santos salienta que em causa está «uma população idosa, com um índice de analfabetismo muito elevado: são pessoas que vão ao hospital e nem se lembram de referir que têm determinada doença, acabando por pagar taxa moderadora».

No dia-a-dia, este médico verifica que aumentou o número de reclamações: «As pessoas refilam bastante e, na minha opinião, com razão». Mário Jorge dos Santos reforça que 90% dos utentes que solicitam uma junta médica já estavam isentos de pagamento de taxas moderadoras e têm direito ao atestado. Mas, segundo conta Mário Durval, há casos de doentes que, na incerteza de obterem a declaração de 60% de incapacidade, acabam por desistir do pedido: «Tive 73 desistências, de pessoas que não estavam para pagar 50 euros pelo atestado e, quando perceberam que não teriam direito a isenção, acabaram por desistir da junta».

O presidente da ANMSP_diz que o novo regime de taxas moderadoras «é um bom princípio, mas está a ser destruído pela maneira como é aplicado», critica.

A 31 de agosto de 2012, 83.776 utentes já se encontravam isentos por incapacidade igual ou superior a 60% – número que, segundo a ACSS, «certamente tenderá a aumentar, pelo menos com a conclusão das juntas médicas já em curso».

O SOL pediu um comentário ao director-geral da Saúde, mas Francisco George disse que estes assuntos serão abordados no III Congresso Nacional de Saúde Pública, que decorre no final de Outubro. Até lá, não irá «fazer declarações públicas» sobre esta matéria.

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Domingo, 23 de Setembro de 2012

Acção pública da CUSMT

Elementos da CUSMT estiveram na manhã de sábado, no Mercado de levante do Entroncamento, a distribuir documentos. (ver em baixo)

 

Foram contactados quase mil cidadãos, tendo muitas dezenas deles manifestado de viva voz muita apreensão quanto às dificuldades no acesso a cuidados de saúde motivadas por insuficiência económica e pela redução de serviços de proximidade.

 

 

 

PELA NOSSA SAÚDE!

 

 

Porque a saúde é o bem mais importante do ser humano, somos por todas as medidas que facilitem o acesso a cuidados de saúde de proximidade e de qualidade.

 

Defendemos o aproveitamento integral das unidades de saúde: Existem milhares de pessoas em lista de espera para cirurgia e há blocos operatórios subaproveitados; Há muitos cidadãos a precisar de cuidados continuados e existem salas hospitalares sem qualquer utilização; Centenas de utentes têm de se deslocar, diariamente, para unidades de saúde distantes, com sérias dificuldades em pagar o custo das deslocações e as taxas moderadoras, cada vez mais caras.

 

Defendemos a saúde e o bem-estar das populações do Médio Tejo. Por isso, somos contra o encerramento de serviços hospitalares, de Extensões de Saúde e farmácias nas zonas rurais. Reclamamos que os serviços de Urgência, medicina interna, pediatria e cirurgia do ambulatório devem existir nas três unidades do CHMT (Abrantes, Tomar e T. Novas).

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Sábado, 22 de Setembro de 2012

CUSMT reune com Conselho Administração do CHMT, no dia 26 de Setembro

Está marcada para 26 de Setembro (quarta feira), às 10,30 horas, na Unidade de Torres Novas, uma reunião entre a Comissão de Utentes e o Conselho de Administração do CHMT.

 

A reunião foi solicitada pela CUSMT com a fundamentação e os objectivos já definidos no documento que a seguir apresentamos. 

..................

Os diversos estudos sobre a organização dos cuidados hospitalares e a

sua implicação do CHMT, levam a CUSMT a pedir uma reunião

ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar

 

 

            Nos últimos meses têm sido divulgados diversos estudos solicitados pelo Ministério da Saúde que, a serem concretizados, implicam uma alteração profunda no Centro Hospitalar do Médio Tejo, mesmo depois do que tem vindo a ser alterado fruto das diversas fases da reorganização entretanto iniciada.

 

            Como exemplos concretos do que atrás escrevemos estão: um estudo que diz, a Pediatria deve sair de Torres Novas para ir para junto da Maternidade em Abrantes que, por sua vez, pode acabar, se entretanto for levada à letra a indicação de encerramento de unidades com menos de 1500 partos ano; uma outra proposta refere que a Urgência de Tomar (já de nível básico) deverá ser encerrada.

 

            Verifica-se, numa primeira análise, uma profunda desarticulação entre os diversos grupos de trabalho nomeados pelo Ministro da Saúde que, para além de evidentes falhas de coordenação não levam em linha de conta os necessários equilíbrios regionais.

 

A nossa apreensão é ainda maior quando tomamos conhecimento de informações do  Ministro da Saúde, no caso das urgências, de que se trata de um estudo concretizando até algumas das urgências que não encerram. Mas em nenhuma das vezes se referiu ao não encerramento de Tomar.

 

            Como é do conhecimento público a Comissão de Utentes defende que URGÊNCIA, MEDICINA INTERNA, PEDIATRIA e CIRURGIA DO AMBULATÓRIO devem ser serviços comuns às três unidades do CHMT. Também defendemos a dinamização das outras valências, como o caso concreto da Maternidade. Estas matérias merecem a aprovação generalizada da população do Médio Tejo, como se pode provar pelas mais de 25 mil assinaturas recolhidas, entretanto, enviadas ao Ministro da Saúde.

 

            Achamos que as matérias atrás referidas têm uma relevante importância social e económica para a Região pelo que levaram a CUSMT a sugerir uma reunião com o Conselho Administração do CHMT para explicarmos as nossas propostas, impedir o encerramento de mais serviços hospitalares e atender às necessidades de cuidados de saúde das populações do Médio Tejo.

 

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