Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2012

O ano do 10º. Aniversário da CUSMT

 

publicado por usmt às 16:51
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Domingo, 30 de Dezembro de 2012

Será esta uma das modalidades do "TURISMO DE SAÚDE" que o Ministério da Saúde quer organizar???!!!!

Com três hospitais no Médio Tejo... doentes vão para Castelo Branco. Porquê?

Este disparate monumental que pretende criar uma comunidade intermunicipal que vai de Ourém a Proença-a-Nova ainda não passa de proposta estúpida e já há gente de Ourém a ir para o hospital de Tomar e de lá, (numa ambulância de Fátima) segue para o Hospital de Castelo branco para fazer exames. Aconteceu a semana passada com alguém que conheço...Com três hospitais no Médio Tejo, mais o de Santarém, (no distrito) mais o de Leiria ali ao lado de Ourém e o de Coimbra mais perto do que o de Castelo Branco... mas nós pagamos!!! para os doentes andarem a fazer excursões indesejadas pelo país!!! E pelos vistos, a puta da ambulância nem janelas tinha para o desgraçado ao menos poder apreciar as vistas durante a viagem! Isto é um país de gente louca que não sabe minimamente o que anda a fazer numa total desgovernação...

(in Facebook, 30.12.2012)
publicado por usmt às 12:58
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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2012

ACES “MÉDIO TEJO”

 CUSMT indica representante no Conselho de Comunidade

 

 

A CUSMT já indicou os seus representantes no Conselho de Comunidade do ACES Médio Tejo (que resultou da fusão dos ACES “Serra d’Aire” e “Zêzere”). Qualquer dos elementos indicados (JOSÉ AUGUSTO PAIXÃO, efectivo, e JUDITE MARIA GOMES, suplente) já desempenharam funções idênticas nos anteriores ACES.

 

 

E solicita reunião com a Directora Executiva

 

Para apresentar cumprimentos e trocar informações sobre a prestação de cuidados de saúde na Região do Médio Tejo, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo solicitou uma reunião com a recém nomeada Directora Executiva do ACES “Médio Tejo”.

publicado por usmt às 13:55
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CUSMT reúne com União Sindicatos de Santarém

Com o objectivo de debater o actual momento da prestação de cuidados de saúde e de outros serviços públicos e coordenar actividades/iniciativas, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo vai reunir na segunda semana de Janeiro com a União de Sindicatos de Santarém. A reunião terá lugar na Casa Sindical de Torres Novas.

publicado por usmt às 13:53
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Sábado, 22 de Dezembro de 2012

Da União dos Sindicatos de Santarém

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publicado por usmt às 15:08
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Reduzem os rendimentos das famílias e aumentam o custo dos serviços públicos

Avaliação da troika

Meta com novo regime de taxas moderadoras baixa para 80 a  90 ME

por Lusa, publicado por Ana Meireles<input ... >Hoje<input ... >Comentar

O novo regime de taxas moderadoras, que  entrou em vigor há quase um ano, deverá resultar num acréscimo de 80 a 90  milhões de euros, valor inferior aos 150 milhões previstos na quinta avaliação  da troika.

De acordo com a sexta avaliação ao Memorando da Troika, hoje conhecida, os  copagamentos (através de taxas moderadoras) deverão resultar num encaixe de 80 a  90 milhões de euros, que se somarão aos 100 milhões de euros anteriormente  alcançados com esta receita.

A 25 de outubro, durante a quinta revisão do Memorando da Troika, esta  manteve a meta de 150 milhões de euros adicionais com o novo regime de taxas  moderadoras.

Uma semana depois, o secretário de Estado da Saúde anunciou no Parlamento que  a receita com as taxas moderadoras em 2012 será de 164 milhões de euros, o que  representa um acréscimo de 64 milhões de euros

publicado por usmt às 15:05
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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012

E não há quem pare as malfeitorias do Governo? "Portugal tem apenas 3,3 camas por mil habitantes, contra uma média de 4,9 na OCDE e 8,2 na Alemanha"

Governo está a cortar mil camas nos hospitais do SNS

Compromisso é assumido na sexta revisão do memorando de entendimento com a troika, divulgada nesta sexta-feira.

Portugal está abaixo da média da OCDE no número de camas por habitantes Fernando Veludo

 

 

A eliminação de mil camas no Serviço Nacional de Saúde é uma das medidas que constam da sexta revisão do memorando de entendimento assinado com a troika e que esta sexta-feira foi divulgada.

As autoridades portuguesas confirmaram o seu compromisso de reorganizar a rede hospitalar, estando em curso várias fusões e fechos de hospitais e departamentos desde 2011 com o objectivo de eliminar mil camas, lê-se no documento. Mas a parte da reforma hospitalar que visa “maiores poupanças” só vai concretizar-se entre 2013 e 2014, acrescenta-se no documento agora divulgado.
Este mês, o Governo anunciou já que ia reduzir o número de camas hospitalares para diminuir os custos em saúde, o que levou a Ordem dos Médicos (OM) a reagir de forma muito crítica, defendendo que não há mais espaço para diminuir camas nos hospitais.
Citando um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de 2011, a OM lembrou então que Portugal tem apenas 3,3 camas por mil habitantes, contra uma média de 4,9 na OCDE e 8,2 na Alemanha. A OM recordou ainda que, segundo a Organização Mundial da Saúde, o ideal são 4,5 camas por mil habitantes.
"Não há espaço por onde reduzir mais camas sem prejudicar potencialmente os doentes. A Ordem dos Médicos recorda que ainda há doentes internados em macas em muitos hospitais portugueses", afirmou então, em comunicado.

publicado por usmt às 18:27
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CHMT: mais uma edição de "Centro em Revista"

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publicado por usmt às 18:04
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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2012

Nomeada a Directora Executiva do ACES "Médio Tejo"

Carlos Ferreira alvo de saneamento político no Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria

(in O Ribatejo)

Carlos Ferreira, que ainda na semana passada foi notícia pelo excelente resultados obtidos à frente do Agrupamento de Centros de Saúde do Ribatejo, acaba de ser alvo de um saneamento político, ao ser retirado o seu nome para a direção do novo ACES da Lezíria.

O distrito de Santarém passou a ter apenas dois ACES – Agrupamentos de Centros de Saúde, um a norte para o Médio Tejo, que abrange os ACES do Zêzere e Serra d’Aire, e um segundo a sul para a Lezíria do Tejo, que engloba os anteriores Aces Ribatejo e Lezíria.

A mudança agora concretizada no início de dezembro,  já estava anunciada há meses, com os dois novos ACES a manterem as mesmas funções dos anteriores quatro anteriores ACES que têm 730 trabalhadores, dos quais 263 médicos. A grande surpresa foi a não recondução de Carlos Ferreira, que tem sido o diretor executivo do ACES Ribatejo e obteve um excelente desempenho que o colocou em primeiro lugar no top dos 22 Agrupamento de Centros de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

 

Na carta de despedida, Carlos Ferreira refere que “o ACES Ribatejo, que resultou da extinção da Sub-Região de Saúde de Santarém, conseguiu atingir os objetivos que lhe foram colocados, ao conseguir criar um número substancial de unidades, onde se realçam as Unidades de Saúde Familiar, que tiveram reconhecimento de qualidade no passado mês de novembro, e que garantem o atendimento a mais de 100 mil utentes na área do ACES Ribatejo”, que abrange os concelhos de Santarém, Rio Maior, Cartaxo, Golegã e Azambuja. Por outro lado, sublinha que foi encetada uma estratégia com o objetivo de minimizar a falta de médicos de família, que abrange cerca de 15% da população inscrita, disponibilizando outros clínicos, o que fez com que a cobertura assistencial fosse praticamente total na área do ACES Ribatejo”.

Em novembro, o ACES Ribatejo viu reconhecido o seu desempenho pelos serviços centrais do Ministério da Saúde, sendo considerado o melhor dos 22 ACES da Região de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo que abrangem uma população de 3,5 milhões de utentes, o que lhe valeu um prémio.

Embora na carta de despedida Carlos Ferreira sublinhe que este trabalho de sucesso “só foi possível com o espírito de equipa e disponibilidade de muitos dos trabalhadores”, o seu mérito como gestor era inquestionável e a sua nomeação para o novo ACES era considerada natural.

Carlos Ferreira, com largo currículo na saúde e com mais de 20 anos como dirigente, foi formalmente convidado pelos serviços centrais do Ministério para assumir o mesmo cargo no Agrupamento entretanto criado, processo entendido como natural constando o seu nome, para nomeação em e-mail da própria Secretaria Geral do Ministério conjuntamente com muitos dos outros entretanto nomeados para outros ACES.

Foi, pois, com surpresa que na região se assistiu à nomeação do diretor do novo ACES em despacho assinado pelo ministro da Saúde Paulo Macedo, publicado em Diário da República, no dia 12 de dezembro, com efeito a partir da passada quinta-feira.

Para o lugar de diretor do ACES Lezíria foi nomeada Paula Cristina Rodrigues, de 40 anos, natural da Amadora, licenciada em Direito, com pós graduação em Administração Hospitalar, desde 2006 administradora no Instituto Português de Oncologia de Lisboa, onde era até agora diretora do serviço de gestão de recursos humanos. De 2000 a 2006 foi administradora hospitalar no Hospital Distrital de Santarém, nas áreas médica, de recursos humanos, no departamento de psiquiatria e saúde mental, e na gestão de doentes.

Para o ACES do Médio Tejo foi nomeada diretora executiva Agrupamento de Centros de Saúde Médio Tejo, Maria Sofia Varanda Gonçalves, de 40 anos, natural de Tomar, licenciada Gestão de Empresas pelo Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e com o curso de especialização em Gestão Pública pelo Instituto Nacional de Administração Pública. Desde 2009 até à presente data tem sido a responsável pela unidade de apoio à gestão do Agrupamento de Centros de Saúde Serra d’Aire, e de 2000 a 2009 foi responsável pela Contabilidade da Sub-Região de Saúde de Santarém.

publicado por usmt às 14:20
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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2012

Noticias de 13.12.2012

Centro Hospitalar do Médio Tejo em risco de falência técnica

(© Jornal O Templário,           em 13-12-2012 10:37,

por Jornal O Templário)

A nível nacional há 21 hospitais na mesma situação
   

O Centro Hospitalar do Médio Tejo, que engloba as unidades de Tomar, Abrantes e Torres Novas, bem como o hospital de Santarém fazem parte da lista dos 21 hospitais em risco de falência técnica no país. Os dados são revelados hoje na edição do jornal Correio da Manhã que aponta para um prejuízo de 14,3 milhões de euros no Centro Hospitalar do Médio Tejo e 3,2 milhões de euros no hospital de Santarém, dados referentes a julho de 2012. Perante este estrangulamento financeiro nos hospitais em falência técnica verifica-se o cancelamento de cirurgias programadas e a suspensão de tratamentos a doentes crónicos.

Hospitais falidos param cirurgias http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/hospitais-falidos-param-cirurgias

....................

Centro Hospitalar do Médio Tejo reduziu 20 milhões de euros em custos em 2012

13/12/2012 - 08:08

O Centro Hospitalar do Médio Tejo vai terminar o ano com uma redução dos custos em 20 milhões de euros, um corte de 20 por cento em relação ao total de custos de 2011, avançou a administração à agência Lusa.

O presidente do conselho de administração do CHMT, Joaquim Esperancinha, disse à Lusa que em 2012 os custos com medicamentos e material de uso clínico baixaram 18 por cento, com pessoal (essencialmente horas extraordinárias) outros 18 por cento e com fornecimentos e serviços (que inclui os prestadores) 21 por cento.

Além desta redução, o CHMT conseguiu, com os 16 milhões de euros recebidos da Administração Central no âmbito do “pacote com a ‘troika’”, amortizar nove milhões de euros na dívida vencida a fornecedores externos, que passou dos 54 milhões em 2011 para os 45 milhões de euros, adiantou.

No final de 2011, o CHMT apresentava um défice acumulado de 150 milhões de euros.

Assegurando que as medidas de contenção financeira não afectaram a qualidade dos serviços prestados, Joaquim Esperancinha afirmou que, um ano depois da nova administração do CHMT ter tomado posse, o processo de reorganização anunciado em janeiro está “praticamente concluído”.

O ano de 2013 será de “consolidação” e de arranque de projectos como o da criação de “pólos de excelência” em áreas como a Cardiologia ou a Nefrologia (com o processo de ampliação da hemodiálise já em curso).

A administração do CHMT, que tomou posse a 14 de Dezembro de 2011, pôs em marcha o processo de reorganização previsto desde 2008 e que passou pela redistribuição das valências pelas três unidades que integram o centro hospitalar, criando complementaridade na prestação de cuidados médicos especializados, um processo que gerou alguma contestação e receios de perda de qualidade na prestação de cuidados às populações.

O CHMT integra as unidades de Torres Novas, Tomar e Abrantes, que passaram a funcionar como um único hospital, sublinhando Joaquim Esperancinha que “foram dados passos muito importantes para se alcançar uma cultura única” e que “há hoje um envolvimento muito grande” dos profissionais.

Joaquim Esperancinha reconheceu uma quebra na actividade do CHMT, que explicou com a perturbação que qualquer processo de mudança gera, mas assegurou que a redução (entre os dois e os cinco por cento) se registou sobretudo até Junho, estando a recuperar “mês a mês”.

A redução de 22 por cento na procura das Urgências representa, no seu entender, uma aproximação aos valores do que são consideradas “verdadeiras urgências”, admitindo que a introdução de taxas moderadoras contribuiu para que apenas recorra às Urgências “quem realmente necessita”.

As listas de espera em cirurgia são agora de 2.800 doentes, com um tempo médio de espera de 117 dias, valores que revelam um crescimento (2.655 doentes e 103 dias em Maio último), assegurando o presidente do CHMT que a actividade da cirurgia programada subiu para tentar suprir o fim do programa que permitia a realização de cirurgias adicionais.

O quadro de pessoal do CHMT baixou dos 1.930 profissionais para os 1.850 com a saída de 80 colaboradores, incluindo médicos e enfermeiros (muitos destes para o estrangeiro), disse o presidente do CHMT, sublinhando que, até 31 de Dezembro, se vão contabilizar quase 100 pedidos de reforma.

 

Para o responsável do CHTM, apesar das saídas, o quadro de pessoal “é aceitável”, estando “desequilibrado” no que toca aos médicos, uma vez que apenas 145 são dos quadros, o que obriga a que 50 por cento do serviço seja assegurado por prestadores, situação que atribui aos “custos da interioridade”.

 

Ao recente concurso para preenchimento de perto de 30 vagas concorreram 59 médicos mas apenas 12 foram preenchidas, frisou.

 

Joaquim Esperancinha disse ainda que os resultados da segunda auditoria externa às contas do CHMT confirmaram a existência de “expressivas irregularidades” sobretudo na área de prestação de serviços, tendo o relatório sido encaminhado para as “entidades competentes” do Ministério da Saúde.

 

CHTM tem em estudo a criação de uma Unidade de Hemodinâmica

 

O Centro Hospitalar do Médio Tejo tem em estudo a criação de uma Unidade de Hemodinâmica, no âmbito do projecto de criação de um “pólo de excelência” na área da Cardiologia, disse à agência Lusa o presidente da administração.

Joaquim Esperancinha afirmou que está em estudo a criação de “um serviço de cardiologia muito diferenciado no Ribatejo” com a abertura de uma Unidade de Hemodinâmica, em colaboração com o Hospital de Santa Cruz, com o qual já existe um acordo.

O objectivo é criar, no primeiro trimestre de 2013, um serviço que funcione 24 horas por dia com a presença de cardiologistas e a possibilidade da realização de intervenções “de qualidade igual às que se praticam em Santa Cruz”, evitando o tempo de demora até Lisboa em situações “em que cada hora que passa é crítica”.

Este serviço deverá ter uma área de influência que vá de Santarém até parte do norte alentejano e Castelo Branco, defendeu.

A criação desta unidade é um dos projectos da “terceira fase” do processo de reorganização iniciado em janeiro e que passou pela concretização da complementaridade entre as três unidades que integram o CHMT (Torres Novas, Tomar e Abrantes) e que passaram a funcionar como um único hospital.

Joaquim Esperancinha adiantou que também o serviço de Nefrologia, único existente no distrito de Santarém, está a ser alvo de investimentos, referindo o início da actividade do Centro Cirúrgico de Acessos Vasculares, “evitando a deslocação a Lisboa de doentes que necessitam de hemodiálise”, e a ampliação, em curso, do número de postos de 11 para 22.

Por outro lado, abriu em Tomar um novo Hospital de Dia de Oncologia, com consulta de decisão terapêutica multidisciplinar.

Foi igualmente iniciado o projecto que passa pela identificação do doente por uma pulseira com código de barras que permite a confirmação electrónica da medicação e das transfusões, reduzindo os “eventos adversos” e permitindo “avanços na imputação de custos”.

Joaquim Esperancinha adiantou que o CHMT contratou quatro programadores que têm estado a desenvolver um conjunto de aplicações informáticas, nomeadamente na área dos transportes, para controlo dos consumos no Bloco Operatório e para os meios complementares de diagnóstico.

publicado por usmt às 13:12
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