Domingo, 31 de Março de 2013

Opinião

Privados ganham 492 milhões com a ADSE     

A ADSE, organismo público responsável pela proteção social dos trabalhadores do Estado, é um dos mais importantes financiadores do setor privado de Saúde: segundo a própria Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), a ADSE transferiu para os hospitais, clínicas e laboratórios privados 492 milhões de euros em 2011, último ano para o qual existem dados disponíveis. E com o aumento das taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde (SNS), os privados recebem cada vez mais utentes: em 2012, o número de atendimentos rondou os dois milhões, um aumento de 250 mil face a 2011.
As transferências da ADSE, com mais de 1,3 milhões de beneficiários, para o setor privado são uma consequência de os beneficiários desse regime recorrerem aos serviços dos hospitais, clínicas e laboratórios privados: segundo a APHP, do total transferido em 2011, 172 milhões de euros são relativos a pagamentos do Estado, 222 milhões de euros de descontos dos beneficiários e 98 milhões de euros de co-pagamentos dos mesmos beneficiários.
Para a APHP, presidida por Teófilo Leite, esta realidade revela que, "se a ADSE acabasse, o SNS teria de assegurar os serviços/cuidados de saúde que hoje são pagos, no valor mínimo de 492 milhões de euros". E remata a APHP: "O impacto líquido mínimo no Orçamento de Estado seria assim de 320 milhões de euros." O bastonário dos Médicos faz uma análise diferente: "O Estado coloca em causa a sustentabilidade do SNS ao desviar financiamento público para o setor privado, garantindo a sustentabilidade financeira desse setor privado." Por isso, José Manuel Silva lança esta questão: "Por que razão o Estado não usa esse dinheiro [da ADSE] para melhorar a sustentabilidade do SNS?".
Governo em silêncio sobre medidas: O “CM” tentou saber junto do Ministério da Saúde se tenciona adoptar medidas que permitissem canalizar mais despesa da ADSE para o SNS, mas o Ministério de Paulo Macedo remeteu para o Ministério das Finanças, que tutela a ADSE.
Questionado, este Ministério não deu qualquer resposta.
António Sérgio Azenha, Correio da Manhã 30/03/13
É assim! Aperta-se o torniquete no SNS através do aumento das taxas moderadoras e, quem tem alternativa, opta pelo privado. Não admira pois que as consultas médicas nos Centros de Saúde vão em declínio.
Neste jogo de passa culpas de Pilatos para Caifás, entre Paulo Macedo e o inefável Vítor Gaspar, os subsistemas públicos vão servindo para encher os bolsos ao sector privado enquanto o SNS é relegado para segundo plano.
Tavisto
(in Saúde SA)
publicado por usmt às 11:23
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Sexta-feira, 29 de Março de 2013

Em Torres Novas ....

Experimentem ligar para a Urgência Hospitalar!

Não se consegue ligação.

A ligação para os Bombeiros funciona.

 

 

publicado por usmt às 14:53
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E o dados de Dezembro de 2012 do CHMT?

As contas e a actividade das unidades de saúde no Médio Tejo e a nível nacional

SNS 2012
 
http://www.acss.min-saude.pt/Portals/0/dezembro_monitorização%20mensal%20atividade%20assistencial.pdf
 
CHMT jan13
 
http://www.acss.min-saude.pt/Portals/0/TB%20-%20Janeiro%202013%20-%20CH%20Medio%20Tejo.pdfhttp://www.acss.min-saude.pt/Portals/0/TB%20-%20Janeiro%202013%20-%20CH%20Medio%20Tejo.pdf
Cuidados Saúde Primários LVT jan13
 
http://www.acss.min-saude.pt/Portals/0/TB%20CSP%20-%20Janeiro%202013%20-%20ARS%20LVT.pdf
 
Doc síntese jan13
 
http://www.acss.min-saude.pt/Portals/0/20130327_monitorização%20mensal%20atividade%20assistencial.pdf
 
Execução Financeira SNS FEV 2013
 
http://www.acss.min-saude.pt/Portals/0/SNS%20Execução%20Financeira%20Fev_2013_v1.pdf
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Quinta-feira, 28 de Março de 2013

ALMONDA: texto completo da entrevista a propósito do 10º. Aniversário da CUSMT

...

 

Na proximidade de celebrar 10 anos de vida, justifica-se recordar as circunstâncias em que nasceu e quando nasceu a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo e com que objetivos?

 

Existiam já experiências noutras zonas do País com resultados positivos para as populações no campo da defesa de mais e melhores cuidados de saúde. Foi, assim, que um grupo de cidadãos assinaram um documento em que se comprometiam na região do Médio Tejo defender a saúde como o bem mais importante do ser humano. Tendo como base os princípios do Serviço Nacional de Saúde que constam da Constituição da República, nasceu um espaço e um instrumento de intervenção cívica, social e política.

 

A CUSMT desde sempre se define como um movimento de opinião e reivindicativo. O que também acontece com todos os outros intervenientes no sector da saúde. Existem os sindicatos, as ordens profissionais, as associações de categoria, as associações empresariais… Aos utentes cabia na altura e, também hoje, afirmar e reforçar a sua organização para a defesa dos direitos dos utentes que são os de toda a população. Existem na legislação uma série de normas que apelam e incentivam à participação das organizações de utentes na definição e acompanhamento da organização e na prestação de cuidados de saúde, aos diversos níveis.

 

Como foi esta caminhada de dez anos?

 

O nosso estilo de trabalho tem como principais características o trabalho colectivo, assíduo e organizado junto das populações, das instituições locais como as autarquias, organizações sociais como os sindicatos, responsáveis políticos como a Assembleia da República e o Governo, responsáveis das unidades de saúde como administrações hospitalares, direções de centros de saúde e de  agrupamentos de centros de saude. E a participação efectiva e esclarecida nos respectivos Conselhos Consultivo e de Comunidade .

 

Funcionamos literalmente de porta aberta. Qualquer cidadão pode participar nas reuniões. Qualquer cidadão, instituição ou simples curioso tem acesso às nossas propostas, opiniões, críticas ou iniciativas. O blog da CUSMT é o espelho do que somos e do que fazemos.

 

As erradas decisões governamentais e dos responsáveis regionais e locais dos serviços e unidades de saúde têm sido um dos nossos “incentivos”.  As más soluções governativas têm vindo a dar razão às nossas propostas e às nossas críticas. Basta ver o que se está a passar com a “reorganização” do CHMT (de fase em fase alguns unidades hospitalares vão ficando sem valências) e com os cuidados primários de saúde, para verificar como é justa a nossa afirmação de que a saúde no Médio Tejo está mais longe e mais cara.

 

Preocupa-nos o sofrimento de doentes e familiares que não têm recursos para chegar aos cuidados de saúde. Preocupa-nos o estado de “inquietação coletiva” em que vivem as populações e alguns autarcas, que receiam, e com razão, amanhã poderem adoecer e não terem os cuidados de saúde que precisam com a proximidade e a qualidade necessárias.

 

Claro que sem o apoio das populações, o esforço de umas dezenas de “coordenadores” (todos voluntários e a pagar as despesas do seu bolso),  a atenção da comunicação social e a colaboração, desde a primeira hora, da Casa Sindical de Torres Novas/U S Santarém, onde funcionamos, não seria possível levar a cabo iniciativas tão marcantes como os grandes abaixo-assinados (um deles com 26 mil assinaturas) e as dezenas de reuniões com as populações e autarcas em todos os concelhos do Médio Tejo.

 

Por último, referir o contributo que demos e continuaremos a dar para melhorar a organização e intervenção dos utentes a nível distrital e nacional.

 

Quais os projetos da Comissão a curto prazo?

 

“Movendo montanhas” (que pode passar pela demissão do atual governo), continuaremos a defender a saúde e o bem-estar das populações do Médio Tejo, defendendo a articulação entre os diversos níveis de prestação de cuidados de saúde; estaremos contra o encerramento de serviços hospitalares e de Extensões de Saúde e farmácias nas zonas rurais. Reclamaremos que os serviços de Urgência, medicina interna, pediatria e cirurgia do ambulatório devem existir nas três unidades do CHMT (Abrantes, Tomar e T. Novas), propostas que foram subscritas por 26 mil utentes, em abaixo-assinado enviado ao Ministério da Saúde.

 

 

Quais as metas que pretende alcançar?

 

Hoje e no futuro, se os cuidados de saúde forem devidamente organizados as pessoas podem viver sempre com a dignidade que merecem. Com a evolução cientifica e técnica e a produção de riqueza que as sociedades atuais atingiram, não se podem admitir situações de sofrimento e morte precoce que são, e tendem a ser, mais frequentes, fruto de constrangimentos financeiros.

 

A grande meta que pretendemos atingir é a organização da prestação de cuidados de saúde que permitam melhor qualidade de vida. “Pela nossa saúde!”, temos de mudar de política e, com as populações, procurar resolver os problemas de acesso a cuidados de saúde em condições de igualdade para todos. Temos o direito de ser felizes e vamos continuar a lutar por isso!

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Segunda-feira, 25 de Março de 2013

CUSMT renova pedido de reunião

A CUSMT renovou o pedido de reunião à Directora Executiva do ACES MÉDIO TEJO.

  

No seguimento do primeiro pedido enviado em  28/12/2012, que não teve qualquer resposta, a Comissão de Utentes solicitou a marcação de uma reunião, dentro da brevidade possível, para troca de informações sobre a prestação de cuidados de saúde na Região do Médio Tejo, o ponto em que se encontra a instalação do Conselho da Comunidade e as preocupações dos utentes com algumas alterações que estão a acontecer no acesso aos cuidados de saúde.

 

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Debate comemorativo do 10º.Aniversário da CUSMT

...

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Domingo, 24 de Março de 2013

Montalvo

A luta das populações e autarcas obteve, para já, o compromisso de que vão continuar a ter médico (sete horas por semana) na sua Extenção de Saúde.

 

Em baixo, fotos da última reunião da população em que estiveram presentes elementos da CUSMT que manifestaram o apoio à organização de uma Comissão de Utentes local.

 

 

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Sábado, 23 de Março de 2013

Faleceu o Carlos Governo...

... um dos primeiros na Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo e nos últimos anos marcando presença sempre que "as coisas aqueciam". A CUSMT perdeu um amigo.

 

 

Aqui numa Manif em Santarém, a 25.nov.2006.

 

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Sexta-feira, 22 de Março de 2013

A CUSMT vai estar presente em Montalvo

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Quinta-feira, 21 de Março de 2013

Conselho de Administra​ção do CHMT decide dificultar o acesso a cuidados de saúde

INFELIZMENTE A CUSMT TINHA TODA A RAZÃO
Decisões do CA do CHMT trazem mais sofrimento aos utentes e familiares
(e ainda, segunda a CS, disseram que a nossa informação era incorrecta)
CONCENTRAÇÃO DA MEDICINA INTERNA A PARTIR DE 6.MAIO.2013
.................... (no blog da CUSMT)
Sábado, 23 de Fevereiro de 2013
Sobre a concentração do Serviço de Medicina Interna no CHMT (2)
NOTA DA CUSMT (2)
Incorrecto???
Está escrito: "... deverá ser concentrada na Unidade de Abrantes.
A transferência será feita de forma faseada..."
........................

MÉDIO TEJO – Fonte do Centro Hospitalar classifica como «incorrecto» quando se diz que Torres Novas vai perder medicina interna

 

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo refere, num comunicado enviado para a redacção da Hertz que, «dentro de semanas o Serviço de Medicina Interna da Unidade Hospitalar de Torres Novas vai ser concentrada na Unidade de Abrantes». O mesmo texto reforça que «com menos camas nesse serviço, comprova-se que este Governo e o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo estão a tornar o acesso à saúde caro». Estes alertas já foram sublinhados por Manuel José Soares, precisamente a face mais visível da Comissão de Utentes: «A Comissão de Utentes teve conhecimento de que, formalmente, se está a preparar a concentração do serviço de medicina interna na Unidade de Abrantes.

Uma das consequências evidentes é a redução de cerca de vinte camas em relação às que existem actualmente em todo o Centro Hospitalar do Médio Tejo. Uma das principais críticas que eram feitas por altura da primeira reorganização tinha a ver com a saída da Medicina Interna do Hospital de Tomar, um serviço que deveria estar nas três Unidades. Há factos concretos de que esse serviço será concentrado em Abrantes, o que irá acarretar mais sofrimento e gastos para os utentes».

Fonte do CHMT classifica como «incorrecta» a informação que refere transferência da Medicina Interna - A Hertz contactou, entretanto, fonte do Centro Hospitalar do Médio Tejo que classificou como «incorrecto» o facto de se dizer que, neste momento, Torres Novas vai perder a medicina interna. Ficou a garantia de que, nesta altura, está apenas em causa a «transferência de algumas camas do internamento dessa especialidade para a Unidade de Abrantes». E este cenário é justificado com a necessidade de «libertar espaço» num dos pisos do Hospital torrejano para poder integrar os serviços de Nefrologia e de Hemodiálise, que se integram no objectivo do Conselho de Administração que, recorde-se, quer que o Médio Tejo se distinga pela diferenciação. Aliás, estas especialidades vão servir todo o Ribatejo, naquilo que é considerado como «uma mais-valia».

 

2013-02-23 14:59:30

5 Radio Hertz Tomar - Director: João Fernando Franco de Jesus  ( joaofranco@radiohertz.pt )

 

Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2013

NOTA DA CUSMT

 

Dentro de semanas o Serviço de Medicina Interna da Unidade Hospitalar de Torres Novas, do CHMT, vai ser concentrada na Unidade de Abrantes. Dado que o serviço vai passar a funcionar com menos camas, comprova-se que este Governo e o Conselho de Administração do CHMT, estão a tornar o acesso à saúde mais longe e mais caro.

 

No princípio do Verão passado, mais de 25 mil utentes do Médio Tejo subscreveram um documento em que reivindicavam que Medicina Interna, por razões clinicas e sociais, deveriam existir nas três unidades hospitalares do CHMT.

 

Ainda esta semana a Comissão de Utentes sugeriu a realização, tão breve quanto possível, de uma reunião do Conselho Consultivo para, entre outros assuntos, debater as possíveis/sucessivas "reorganizações" do CHMT, que na prática têm agravado o sofrimento de utentes e familiares.

publicado por usmt às 20:05
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