Domingo, 28 de Abril de 2013

Sobre a saída da Medicina Interna do Hosp Torres Novas

Moção aprovada por unanimidade

na Assembleia Municipal do Entroncamento

 

Sobre a anunciada saída da

Medicina Interna do Hospital de Torres Novas em 6 de Maio 2013

 

Tomos conhecimento da saída das duas unidades de Medicina Interna do Hospital de Torres Novas em 6 de Maio de 2013 através dos órgãos de informação

 

  1. A CIM e os autarcas do médio Tejo,      em geral, têm reafirmado o seu apoio ao Centro Hospitalar do Médio Tejo, como uma única entidade que sendo      constituída por três unidades hospitalares, só pode ser entendida como um      todo nos termos da sua concepção. A sua gestão deve explorar todas as      potencialidades, rendibilizar as instalações e equipamentos e colocá-los      ao serviço da população. Entendemos que devem ser comuns aos três      hospitais as seguintes valências: Urgência Médica/Cirúrgica, Medicina      Interna, Pediatria e Cirurgia do Ambulatório, bem como os cuidados      prestados em ambulatório.

 

  1. Esta medida, de retirada da Medicina      Interna do Hospital de Torres Novas, insere-se numa política levada a      cabo pelas sucessivas administrações de esvaziamento da unidade Hospitalar      de Torres Novas - no seguimento das      políticas erradas dos sucessivos governos - com a consequência directa      na degradação do acesso dos utentes aos cuidados de saúde, tornando-os      mais caros e mais distantes. Tais medidas têm contribuído para o aumento      das despesas, ansiedade e sofrimento dos doentes e respectivas famílias.

 

2.1 Com a saída da medicina interna, o Hospital de Torres Novas com capacidade para 140 camas, ficará reduzido a cerca de 1/3 das camas. Acresce que a concentração em Abrantes vai reduzir em 18 camas a capacidade de internamento desta especialidade cuja taxa de ocupação ronda geralmente os 100%.

 

2.2 Esta medida agora anunciada é altamente preocupante face ao sucessivo esvaziamento que se tem vindo a verificar nas três unidades hospitalares, de  serviços de que a população tem grande necessidade e de que são exemplos a Urgência Médica/Cirúrgica e Cirurgia, com elevada procura e altas taxas de ocupação.

 

2.3 A saída da Medicina Interna de Torres Novas contribui fortemente para a desmotivação dos profissionais que vêem as suas condições profissionais e de trabalho degradarem-se. Contribui também de forma preocupante para a destruição de postos de trabalho (estimados em 80).

 

2.4 Em suma, trata-se de mais uma reorganização em cima de tantas outras, cujas consequências têm sido sempre em prejuízo dos utentes, cujas prioridades são sempre anunciadas com objectivos muito nobres, mas nas quais os doentes nunca são prioridade, como a realidade dos factos confirma.

 

  1. Por      tudo isto, a Assembleia Municipal de Entroncamento reunida em 26 de Abril      de 2013 opõe-se a qualquer processo de esvaziamento do Hospital de Torres      Novas e exige do CA e do ministério da tutela elaboração      de um Plano Estratégico para todo o sector da saúde no Médio Tejo, que      privilegie a articulação entre os diversos níveis de prestação de cuidados      de saúde, que defina quais as valências que pela sua importância social e      clínica devem estar nas três unidades hospitalares e sejam definidos      objectivos claros e quantificados para a promoção e valorização de todas      as outras valências, com a utilização de todas as potencialidades de      instalações, equipamentos e recursos humanos.

 

 

26 Abril 2013

         Os Eleitos da CDU na AM de Entroncamento

 

 

 

Enviar para Ministério da Tutela, grupos parlamentares, CIM MT, CA do CHMT, AM e Executivos municipais do MT e órgãos de informação

 

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Sexta-feira, 26 de Abril de 2013

Sábado, emLisboa. A CUSMT estará presente.

REUNIÃO DA

DIRECÇÃO NACIONAL
DO M U S P
27 de Abril, 10,30 horas
Sindicato Ferroviários (Restauradores)
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Em Santarém, a partir das 15 horas

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Sobre a USF "Nova Torres" (in Riachense)

USF “Nova Torres” pode vir a ter dois pólos

A Unidade de Saúde Familiar (USF) que foi instalada no Centro de Saúde de Riachos em Novembro passado pode vir a ser dividida em dois pólos. A informação, de carácter informal, transmitida pela Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo (CUSMT), indica que pode vir a ser feita uma extensão da USF para a cidade de Torres Novas, nas instalações onde funciona a Saúde Pública (em frente ao Infantário João de Deus). Com o aumento dos médicos de família, a USF passou a ter a capacidade para 7600 utentes, bastante mais do que o número existente na freguesia de Riachos, conforme noticiámos aquando da inauguração. A USF foi preparada para assegurar os cuidados de saúde primário aos utentes de Meia Via, Casais Castelos, Botequim, Nicho de Riachos, Gavata, Caveira e Foros da Barreta, Torres Novas (cidade) e Lapas. Foram ainda instalados serviços administrativos do Agrupamento de Centros de Saúde do Médio Tejo (ACES). Questionada sobre a possibilidade de deixar em Riachos apenas a parte administrativa e levar para Torres Novas todos os médicos e enfermeiros, a direcção do ACES disse-nos que “nunca se pôs essa hipótese”. A directora executiva do Centro de Saúde de Torres Novas também confirmou que esse cenário não se coloca.

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in Torrejano

 VINTE LINHAS                       

Opinião 

 

Enfermeiros 

 

Os enfermeiros do Centro Hospitalar do Médio Tejo estão, hoje, em greve. Contestam contra a sobrecarga de trabalho a que estão sujeitos e que, segundo dizem, põe em causa a segurança dos utentes. Ou seja, de todos nós. Tenho tido algumas experiências em hospitais. Com o devido respeito por todos os profissionais que garantem o funcionamento de uma unidade como aquela, os enfermeiros são, assim à primeira vista, aqueles de quem sinto mais falta e aqueles que não quero imaginar, de maneira nenhuma, cansados ou desmotivados. São, sem dúvida, a nossa ajuda de primeira linha, por quem chamamos quando precisamos e quem dá as respostas certas às nossas questões, que ficaram por responder nos dois minutos da visita médica. Há duas semanas tive uma dessas experiências de internamento hospitalar no Centro Hospitalar  do Médio Tejo. Apraz-me  dizer que apesar do descontentamento, agora vindo a público, o atendimento não foi de todo afectado, assim como o não foi a minha segurança ou bem-estar.  Houve até tempo para muita simpatia.  O que não diz isso do profissionalismo destes profissionais?   

 

  Por: Inês Vidal

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Quinta-feira, 25 de Abril de 2013

25 de Abril

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Quarta-feira, 24 de Abril de 2013

Convocada reunião do Conselho Consultivo de CHMT

CONSELHO CONSULTIVO

do Centro Hospitalar do Médio Tejo

reúne a 13 de Maio de 2013

 

Da Ordem de Trabalhos consta a apreciação do Plano de Actividades para 2013 e a análise da actividade do CHMT.

Nota:

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo está aberta a receber opiniões, críticas e sugestões sobre a prestação de cuidados hospitalares para serem apresentadas na reunião acima indicada.

 

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Terça-feira, 23 de Abril de 2013

Sobre as USF

Apelo para a AR intervir nos cuidados primários     

Audiência conjunta de entidades representativas dos profissionais
 
A abertura de USF está a ser «travada», denuncia a associação que as representa, enquanto a OM lembra que as UCSP «não poderão ficar de fora» da reforma. As Ordens dos Médicos (OM) e dos Enfermeiros, bem como a Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar (USF-AN), representando no seu conjunto mais de 120 mil profissionais de saúde, alertaram, no passado dia 17 de Abril, em São Bento, os deputados da respectiva comissão especializada para a necessidade de «investir» e de «relançar» a reforma dos cuidados de saúde primários (CSP).
Numa inédita audiência conjunta, os parlamentares foram então sensibilizados para as «ameaças» que pendem sobre a referida «porta de entrada» no Serviço Nacional de Saúde. Os destinatários finais da mensagem, porém, eram outros.
O desejo manifestado por José Manuel Silva, bastonário da OM, deixou-o bem evidente: «Gostaríamos de ver a Assembleia da República (AR) recomendar ao Governo um empenho muito particular para completar a reforma dos CSP.»
O caso das USF, cujo ritmo de abertura está a ser «travado»,segundo denunciou Bernardo Vilas Boas, presidente da associação representativa das unidades em causa, foi um dos mais comentados durante a reunião.
A «intervenção» da AR foi igualmente solicitada pelo dirigente da USF-AN, devido, nomeadamente, aos limites que são impostos em relação ao número de novas unidades que podem ser criadas anualmente e, também, de passagem de equipas já existentes para a forma mais avançada de autonomia (modelo B).
«O despacho precisa de ser revisto», defendeu Bernardo Vilas Boas perante os deputados, tendo em mente diploma no qual o Executivo fixa quantas USF podem, no máximo, entrar em funcionamento ou mudar de modelo de organização.
É olhando para tais números que o presidente da associação em questão acusa a tutela de estar a «travar», desde o ano passado, o processo.
«Em 2012, o Governo definiu que se criassem 56 USF. Acabaram por ser abertas 38 e já quando o despacho saiu, mais ou menos a meio do ano, havia 70 possíveis unidades para entrar em actividade. Encontravam-se em diversas fases de candidatura, estando parte delas aprovadas», informou.
Repetição do episódio
Este ano, no entender de Bernardo Vilas Boas, a história voltou a repetir-se, só que mais cedo – no início do corrente mês de Abril.
«O despacho link define que são 69 as USF que podem abrir em 2013, mas, até este momento, apenas surgiram duas. São entretanto 20 as que podem transitar de modelo. Isto desmotiva as equipas de profissionais que, na sua generalidade, querem evoluir do A para o B», contou o médico de família.
Tais limitações, conforme chamou a atenção dos deputados da Comissão Parlamentar de Saúde, podem mesmo ter o condão de «comprometer toda a mudança» em curso nos CSP.
As duas ordens e a associação sugerem, por isso, que, no mínimo, deviam abrir 70 novas USF e que, pelo menos, 35 unidades do universo actual deviam poder adoptar uma forma organizacional de maior autonomia. São portanto mínimos que contrastam com os máximos do diploma do Governo.
«Além disso, as três entidades defendem que seja cumprido o despacho de 2012, que previu um número de USF que não chegou a ser concretizado. Na região Norte, por exemplo, de 17 unidades previstas em modelo B, só 12 fizeram essa passagem», quantificou Bernardo Vilas Boas.
Das 20 unidades que podem fazer esta transição em 2013, oito delas funcionam igualmente no Norte do País. «Quando já há 15 unidades que aguardam homologação para passar a esse nível superior de organização», voltou a comparar.
Lembrando que a solução, no actual quadro de restrições financeiras, é encarada como um «investimento» quer pelo Executivo nacional quer pela «troika» internacional (FMI, BCE e CE), o presidente da USF-AN fez um«apelo» no sentido de que «todos os grupos parlamentares, a AR, intervenham»para «ultrapassar» o problema.
Até porque a aposta nas USF tem «potencialidades» para que todos os portugueses possam ter um médico de família. Um objectivo assumido, recorde-se, por Paulo Macedo, ministro da Saúde.
Sérgio Gouveia, TM 21.04.13
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Terça: concentração de enfermeiros frente ao Hospital de Torres Novas

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Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

O Boletim da Liga dos Amigos do Hospital de Torres Novas

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