Sexta-feira, 22 de Outubro de 2021

27outubro, REUNIÃO Comissão Utentes

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Quarta-feira, 20 de Outubro de 2021

Dia Mundial da Osteoporose

Dia Mundial da Osteoporose

Próximo  20 de Outubro de 2021 (Quarta-feira)

O Dia Mundial da Osteoporose é celebrado anualmente a 20 de outubro.

Neste dia internacional da osteoporose faz-se uma chamada de atenção a nível mundial para os perigos da doença que afeta mais de 200 milhões de pessoas no mundo. De três em três segundo acontece uma fratura por osteoporose.

A osteoporose é uma doença metabólica em que os ossos se vão tornando cada vez mais frágeis, conduzindo a um risco acrescido de fratura, em particular na anca, coluna vertebral e membros superiores.

Pode juntar-se a um evento ou criar um, ou simplesmente acompanhar a celebração do Dia Mundial Osteoporose, no site oficial da data.

Osteoporose em Portugal

A osteoporose afeta 800 mil portugueses, tendo maior incidência nas mulheres após a menopausa, numa relação de um homem para cada três ou quatro mulheres afetadas, realidade comum em todo o mundo.

Estima-se que cerca de 50% das mulheres após a menopausa irão sofrer uma fratura resultante da osteoporose. Uma em três mulheres e um em cinco homens acima de 50 anos parte um osso devido à osteoporose.

Como Prevenir a Osteoporose?

Prática de exercício físico

  • Praticar regularmente exercício aeróbico (marcha, por exemplo, durante uma hora por dia);
  • Praticar também, duas a três vezes por semana, exercícios de força e carga, orientados pelo seu médico, mais específicos para ganhos de massa óssea localizada;
  • Treinar o equilíbrio e a coordenação motora, de modo a reduzir ao máximo o risco de queda, sobretudo nas pessoas idosas.

Alimentação saudável

  • Cálcio e Vitamina D;
  • Evitar excesso de proteínas;
  • Evitar algumas bebidas gaseificadas fosfatadas;
  • Evitar café ou álcool em excesso;
  • Não ingerir bebidas alcoólicas;
  • Não fumar.

exercício físico para prevenir osteoporose

Como se Trata a Osteoporose?

Nas últimas décadas registou-se uma evolução muito significativa no diagnóstico e no tratamento da osteoporose.

Hoje estão disponíveis fármacos que previnem de forma eficaz o aparecimento ou o adensar da osteoporose e que permitem o aumento da massa óssea, sobretudo para diminuir a incidência de fraturas vertebrais e não vertebrais.

publicado por usmt às 14:55
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Dia Nacional da Paralisia Cerebral

Dia Nacional da Paralisia Cerebral

Próximo  20 de Outubro de 2021 (Quarta-feira)

O Dia Nacional da Paralisia Cerebral celebra-se a 20 de outubro.

A data celebrou-se pela primeira vez em Portugal em 2013, e foi criada oficialmente por decreto-lei em 2014, com o nome de Dia Nacional da Paralisia Cerebral.

Esta data visa desmistificar alguns preconceitos relacionados com a paralisia cerebral (PC) e mostrar à sociedade os problemas e desafios que sofrem diariamente as pessoas, bem como suas famílias, com essa perturbação que acontece em função de uma lesão no cérebro que ocorre, em período precoce, ao longo do seu desenvolvimento (mais ou menos até o 2 anos de idade).

Neste dia organizam-se atividades que apelam à solidariedade para com os doentes com PC, no intuito de melhorar a sua vida.

Tratamento de paralisia cerebral
A persistência para estimular as células é a melhor forma de atenuar as sequelas da paralisia cerebral

A PC é a doença motora mais frequente nas crianças e assume diferentes tipos de gravidade de pessoa para pessoa. Em cada 1000 crianças que nascem, 2 podem sofrer de PC. Em Portugal cerca de 15 mil pessoas vivem com esse tipo de paralisia, registando-se vários novos casos por ano.

Apesar de não ter cura, a PC deve ser tratada com o intuito de estimular o funcionamento correto das células existentes e, assim, promover a compensação das células destruídas e que, por esse motivo, afectam o desenvolvimento dos seus portadores.

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Cuidados de saúde no Médio Tejo: Temos ainda um longo caminho a percorrer.

Alguns objectivos já atingidos, mas faltam ainda tantos!!!

Temos ainda um longo caminho a percorrer!

Nota de Imprensa, 26 abril 2021 -

Cuidados de saúde no Médio Tejo

TAREFAS IMEDIATAS, PREPARAR O FUTURO 

A prestação de cuidados de saúde no Médio Tejo, como em todo o País e no mundo, viveu situações de extrema exigência. Embora com percalços tem de se reconhecer que os serviços públicos de saúde (e outras entidades) estiveram à altura para minimizar e/ou debelar muito do sofrimento imposto pela pandemia COVID-19. Aproxima-se o fim do plano desconfinamento. Por isso para além da vacinação que tem de ser acelerada e dos cuidados de prevenção em relação à COVID-19, a comunidade em geral tem de assumir o retomar de toda a sua actividade social, económica e, também, na prevenção e na prestação de cuidados a toda a população. A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo não foge às suas responsabilidades para com a população e, por isso, salientando a necessidade do reforço do SNS e a defesa de cuidados de saúde de qualidade e proximidade, apresentamos, entre outras, as seguintes propostas:

PANDEMIA COVID-19 e VACINAÇÃO

A pandemia está, principalmente a nível mundial, longe de estar controlada. Em Portugal e no Médio Tejo, os dados indicam-nos melhorias quer no número de infectados quer no número de óbitos. Para tal contribuiu a adopção de medidas de prevenção (algumas impostas) e também a vacinação que, ao sabor das vacinas disponíveis vai cumprindo objectivos. Mas as novas variantes que vão aparecendo e abrandar de alguns procedimentos de segurança sanitária poderão levar a fenómenos de recrudescimento, pelo menos localizados, da COVID-19. Agora, é fundamental que se dê atenção às sequelas de quem já teve a doença.

SAÚDE PÚBLICA

Os níveis de saúde das populações é tanto maior quanto mais eficazes forem as acções de prevenção e a adopção de boas práticas de vida, nomeadamente pelo exercício físico, a alimentação, a recusa de dependências, a segurança rodoviária, o conforto térmico… As vantagens não são só para o bem-estar das pessoas, mas tem ganhos materiais e financeiros para o SNS. Urge, portanto, dotar os serviços de saúde pública de meios materiais e humanos para que cumpram a sua missão.

CUIDADOS PRIMÁRIOS/CENTROS DE SAÚDE

Defendemos serviços de proximidade e qualidade. Para além dos indispensáveis recursos humanos (assunto tratado em baixo), defendemos: a reabertura das Extensões encerradas ou sem funcionamento; a aquisição de Unidades Móveis de Saúde; a instalação dos prometidos Consultórios de dentista; mais Unidades de Cuidados à Comunidade; extensão de horários em pelo menos uma Unidade de Saúde por concelho; nova Sede do ACES MÉDIO TEJO, por exiguidade das actuais instalações, em Riachos; redução drástica do tempo que medeia a apresentação de projectos de instalações (novas ou requalificações) e equipamentos e a sua utilização por profissionais e utentes; adopção de regras de funcionamento similares para UCSP e USF; recuperar progressivamente o acompanhamento de todas as patologias não-covid e incentivar os rastreios e o Plano Nacional de Vacinação; internalização progressiva dos MCDT;…

CUIDADOS HOSPITALARES

As urgências hospitalares são o fim da linha para muitos problemas de saúde e até sociais. No Médio Tejo defendemos a integração e divisão equilibrada, no CHMT, dos diversos serviços espalhados pelas 3 unidades hospitalares (Abrantes, Tomar e Torres Novas): A Urgência médico-cirúrgica deve ser atribuída ao CHMT e a administração ter a possibilidade de a gerir conforme os meios e as necessidades; A porta de entrada, deve ser a porta de saída; Extensão da Urgência Pediátrica às unidades de Abrantes e Tomar; Implantação de uma Urgência Básica em Ourém; Devem ser concretizadas, o mais depressa possível, as obras de requalificação da Urgência de Abrantes; A instalação da Ressonância Magnética em Abrantes/CHMT e da TAC em Torres Novas têm de ocorrer dentro dos prazos previstos e estarem em funcionamento até final do Verão; Implantação de uma unidade de hemodinâmica; Apoio à actividade da hospitalização domiciliária; Aquisição e manutenção de equipamentos e instalações (p.e. meios poupança energia, pintura de instalações,…); Reforço da idoneidade formativa; Recuperação das listas de espera de consulta e cirurgia; Apoio ao internamento em Medicina Física e Reabilitação e à criação de uma equipa multidisciplinar para atender às sequelas da Covid-19;…

SERVIÇOS FARMACÊUTICOS

Os meios rurais não podem nem devem ficar sem serviços de medicamentos (farmácias), pelo que estamos contra a deslocação sistemática de farmácias para as zonas urbanas. Fruto das dificuldades financeiras, em fase de agravamento, defendemos que sejam reforçados mecanismos de apoio à aquisição de medicamentos em meio rural.

NOTAS FINAIS

Deverá existir um esforço contínuo de Humanização dos cuidados de saúde e de comunicação/articulação entre os profissionais de saúde, e de estes com os utentes e familiares. Muito do êxito futuro do SNS vai depender do aprofundamento do trabalho em rede (saúde pública; centros saúde; hospitais; cuidados continuados – que têm grande défice de camas; entidades sociais; serviços de transporte de doentes e sinistrados; autarquias; instituições sociais).

O reforço dos Recursos Humanos, sempre poucos para as necessidades, só pode ser atingido com vários meios: reforço do internato médico e da idoneidade formativa; criação de condições para atrair mais profissionais (valorização profissional e salarial; melhorias de equipamentos e instalações; telemedicina e digitalização; objectivos de gestão coerentes com a valorização das carreiras; incentivos à fixação; “habilidade” das administrações das unidades de saúde;…)

O funcionamento dos órgãos institucionais das unidades de saúde, nomeadamente os órgãos consultivos, é essencial para o envolvimento da comunidade (autarquias, escolas, utentes, IPSS, profissionais) no acompanhamento e na definição de metas a atingir. Não sabemos qual vai ser o caminho para a “descentralização/municipalização” de alguns serviços de saúde ou se mesmo irá acontecer. Mas para os utentes, os orçamentos do Ministério/SNS (sempre com subfinanciamento crónico) ou das autarquias é dinheiro público, pelo que não se compreendem “birras/desencontros” quando se trata de melhorar a prestação de cuidados de saúde.

…………………… A saúde tem de ser a medida para avaliar do progresso e bem-estar de uma comunidade. Como afirmamos há muito, a saúde é o bem mais importante do ser humano. A CUSMT continuará a dirigir os seus esforços para a informação, organização e mobilização das populações (a sua intervenção é FUNDAMENTAL para a concretização dos objectivos atrás expostos, p.e. a recolha de mais de 4 mil assinaturas para instalação do TAC em T Novas), para o contacto com as entidades responsáveis pela definição das políticas e prestação de cuidados e para a apresentação e reivindicação de cuidados de saúde de proximidade e de qualidade no Médio Tejo, na perspectiva do reforço do SNS para debelar ou reduzir o sofrimento humano.

26.4.2021, A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo

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Segunda-feira, 18 de Outubro de 2021

Notícia CHMT/SNS: TAC a funcionar no Hospital de Torres Novas

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TAC a funcionar na Unidade de Torres Novas

Começou hoje a funcionar, na Unidade de Torres Novas, o novo equipamento de Tomografia Axial Computorizada (TAC).

O início dos exames deu-se, de acordo com as normas vigentes para a utilização deste tipo de Equipamentos, determinadas pela Agência Portuguesa do Ambiente e com a garantia de que estão cumpridas todas as normas de segurança para a utilização deste equipamento, quer para os profissionais, quer para os utentes do CHMT.

Para o primeiro dia de funcionamento, foram agendados 15 exames, uma sessão reduzida e acompanhada pela especialista de aplicações da Canon, com garantia de segurança deste primeiro dia de atividade.

Segundo Isidoro Costa, diretor do Serviço de Imagiologia do CHMT, “A sessão de TAC, programada para o turno desta manhã foi realizada com êxito, de acordo com as expectativas do Serviço e de todos os intervenientes”.

O CHMT está agora dotado com equipamento de TAC nas suas três Unidades, em Abrantes, Tomar e Torres Novas. Um reforço em Equipamentos de Diagnóstico que valoriza a prestação de cuidados prestados à população na área da Imagiologia.

A instalação deste equipamento representou um investimento de cerca de 480 mil euros.

O CHMT pretende protocolar com o Aces Médio Tejo, para que este equipamento possa ser utilizado por utentes com requisições provenientes dos cuidados de saúde primários, dando expressão à integração de cuidados por parte das instituições do Serviço Nacional de Saúde.

 

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ALCOROCHEL: 23 outubro, reunião com população

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Sábado, 16 de Outubro de 2021

16 outubro, CHMT lembra Dia Nacional da Luta Contra a Dor

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DIA NACIONAL DA LUTA CONTRA A DOR

 

Comemora-se hoje o Dia Nacional da Luta Contra a Dor. A data, criada pela Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), tem o objetivo de sensibilizar os profissionais de saúde e a população em geral, para a importância de não descurar o chamado “5º sinal vital”.


O controlo eficaz da dor é um dever dos profissionais de saúde, um direito dos utentes e um passo fundamental para a efetiva humanização das unidades de saúde. É imprescindível o diagnóstico correto da dor e o seu tratamento, o mais precocemente possível, sem descurar a funcionalidade e a qualidade de vida do utente.

É importante não esquecer, que a Dor não tratada torna-se mais complexa e, muitas vezes, deixa de ser proporcional ao estímulo que lhe deu origem, aumentando o risco de se tornar refratária, com consequências devastadoras na funcionalidade e qualidade de vida do doente.

Para o seu tratamento, é essencial a avaliação e caracterização da dor: localização, intensidade, descritores, padrão temporal, fatores de alívio e agravamento.

No Centro Hospitalar do Médio Tejo, a preocupação com a monitorização e o correto tratamento da dor é uma realidade. Fazemos a correta avaliação, monitorização e caracterização da dor, recorrendo a instrumentos de avaliação propostos e garantindo que a dor e a sua intensidade sejam sistematicamente valorizadas, avaliadas e registadas.

A Medicina da Dor focaliza-se na atenção integral, individualizada e continuada das pessoas com dor, com necessidade de intervenção diferenciada, numa abordagem multidisciplinar e multimodal.

A Unidade de Medicina da Dor do Médio Tejo possui uma equipa de profissionais de saúde experientes no tratamento da patologia da dor.

Sendo a dor crónica um fenómeno multidimensional, obriga, com frequência, a uma abordagem terapêutica multiprofissional e interdisciplinar, já que se considera o tratamento multidisciplinar da dor crónica como um valor acrescentado na abordagem destes utentes, através da disponibilização de unidades de tratamento e de profissionais de saúde capacitados para a utilização de técnicas e meios de intervenção adequados.

É neste âmbito que se inserem as estruturas hospitalares especializadas, dedicadas à Medicina da Dor, que teve o seu início, no CHMT, em 2008.

 

 

“A gestão adequada da dor deve ser, afinal, a obrigação mais importante, o objetivo principal e a “coroação” de todos os profissionais de saúde.”
Jonh Bónica

publicado por usmt às 16:39
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Opinião: a importância do SNS

Para que nunca esqueçamos a importância do SNS

 

Segundo notícia do Jornal Económico (aqui), o Ministério da Saúde acaba de aprovar a comparticipação daquele que é o medicamento mais caro existente no mercado, destinado a bebés e crianças com uma distrofia muscular grave e rara. O medicamento deixa assim de ter de ser adquirido ao abrigo dos processos de compra extraordinária.

 

Ainda assim, mesmo antes desta aprovação, o SNS já tinha autorizado a aquisição do medicamento para administrar em dezasseis bebés, num custo estimado de 4 milhões de euros.

 

Estamos a falar de um custo de 250 mil euros por paciente que o SNS fez para que essas famílias tivessem acesso ao melhor tratamento existente no mercado. E este não é um caso isolado. Grande parte dos medicamentos inovadores utilizados no tratamento de doenças como o cancro têm custos avultados para o SNS, que podem facilmente ascender as dezenas de milhares de euros por tratamento.

 

Estas são as conquistas civilizacionais que apenas um Serviço Nacional de Saúde universal e gratuito pode garantir. Ele representa o melhor da solidariedade entre os membros da sociedade. Não é caridade: ninguém fica em dívida perante ninguém. É um sistema que se financia por impostos e garante o acesso à saúde a quem dela necesssitar como um direito inalienável.

 

Em países sem Serviço Nacional de Saúde, como os EUA, não é assim. Pessoas diagnosticadas com doenças graves com tratamentos dispendiosos, além do drama pessoal que a doença representa, têm que enfrentar o drama social que daí advém. Recordemos que dois terços das falências pessoais nos EUA advêm de gastos de saúde. Nos EUA, há quem morra com uma doença grave por não poder pagar o tratamento. Assim como há quem prefira não chamar uma ambulância em caso de emergência, por não ter seguro ou ter receio de ser encaminhado para um hospital sem acordo com o seu plano.

 

Ter um SNS é um património comum de valor inestimável. Está muito longe de significar que tudo esteja bem. Nem tão pouco deve significar a queda no elogio sem critério. O acesso aos cuidados de saúde primários e a fuga de especialistas do setor público são problemas reais. Mas isso nunca nos deve levar a cair nos cantos de sereia dos que prognosticam a inefiência da prestação pública de cuidados e a querem entregar aos mercados.

 

O posicionamento a assumir perante o SNS é sempre a do apoio criterioso e vigilante, que identifica os problemas e contribui para a sua resolução. Sem nunca cometer o erro estratégico de se colocar ao lado dos que usam a crítica para o destruir, em proveito dos interesses que representam.

 
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Sexta-feira, 15 de Outubro de 2021

16 outubro, DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

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Quinta-feira, 14 de Outubro de 2021

A prestação de cuidados de saúde e o Orçamento 2022 (reenvio de carta aos GP da AR)

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Exmos. Senhores,

 

Todos temos conhecimento dos problemas que afetam a prestação de cuidados de saúde no Médio Tejo, no Distrito de Santarém e no País, para os quais muito contribuem os constrangimentos financeiros a que o país está sujeito, a baixa importância dada ao sector da saúde no âmbito do financiamento das atividades do Estado, a falta de organização e articulação entre os serviços do SNS, e também as opções, por vezes menos acertivas, de recursos humanos que têm vindo a ser praticadas.

 

A situação pandémica da COVID-19, tem vindo a agudizar os problemas, mas não lhe podem ser atribuídas todas as culpas, pois a prestação de Cuidados de Saúde, em Portugal, já apresentava problemas, quando a pandemia chegou.

 

Já em 2015 o ACES do Médio Tejo para além da falta de dezenas de médicos e enfermeiros tinha uma elevada necessidade de Assistentes Técnicos e Operacionais, havendo, inclusivamente, 64 lugares disponíveis no mapa de pessoal. No caso dos enfermeiros, há necessidade de mais profissionais mas o quadro está completo. No tempo decorrido até ao presente, em vários  períodos  as dificuldades foram atenuadas, sem que se conseguisse atribuir médico de família a todos os utentes. Neste ano de 2021, uma série de condicionalismos, agravaram o problema, e  tanto no ACES Médio Tejo como no Centro Hospitalar do Médio Tejo, foram poucos os médicos contratados em relação aos que são necessários, pelo que a situação gravosa se mantém.

 

Enquanto registamos com agrado os níveis de investimento nos cuidados hospitalares (o grande problema continua a ser a falta de médicos), nos Cuidados Primários há situações que carecem de resolução urgente, para além dos recursos humanos, como: insuficientes Unidades de Cuidados à Comunidade; frota automóvel insuficiente e pouco fiável; equipamento informático desactualizado;

Unidades de proximidade sem actividade; ausência de cuidados de saúde oral; dificuldade de marcação de consultas presenciais.

 

Por tudo isto, vimos apelar aos Senhores Deputados para que haja discriminação positiva nas dotações de mais recursos financeiros em sede de Orçamento do Estado para 2022, na agilização dos processos administrativos para a contratação de trabalhadores e organização e articulação entre todas as áreas do Serviço Nacional de Saúde, pois não basta dotar os Orçamentos de recursos financeiros, sendo também indispensável agilizar os projetos, cuidar da sua implementação no ano da sua dotação, fazendo uma gestão eficiente e eficaz em cada unidade de saúde.

 

Com os melhores cumprimentos.

A CUSMT

publicado por usmt às 14:33
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