Domingo, 20 de Fevereiro de 2011

Não será mais uma forma de dificultar o acesso aos medicamentos?

Por exemplo, um doente acamado a quem são receitados medicamentos, estes não podem ser aviados pela vizinha? E os utentes das localidades e aldeias que não têm farmácia? E o motorista que está em viagem, a mulher não pode ir à farmácia lá da rua adquirir os medicamentos que o médico lhe receitou na véspera?....

 

Para não alarmar mais os utentes é necessário que o Ministério da Saúde esclareça quanto antes esta questão.

 

 

Farmácias obrigadas a pedir identificação aos utentes
Por Redacção (A Bola)

As farmácias vão passar a pedir um documento de identificação aos utentes que aviam receitas, segundo avança a edição de hoje do «Correio da Manhã».

O Governo vai aplicar esta medida para travar a fraude nas prescrições de medicamentos comparticipados pelo Estado.

Esta medida surge depois da Inspecção-Geral das Finanças ter recomendado ao Ministério da Saúde que revisse a legislação, para garantir que as receitas são aviadas à pessoa a quem são passadas.
15:23 - 20-02-2011
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Freguesia de Tomar ficou sem o seu médico

 

Em Paialvo há quem espere dias só para renovar uma receita

Por Catarina Gomes (Público)

Reportagem


Luís Antunes, presidente da Junta de Freguesia de Paialvo, só ligou a cinco pessoas para lhes perguntar se não se importavam de vir contar como é terem ficado sem médico de família há três meses. A palavra circulou e compareceram os cerca de 40 idosos que estão sentados numa sala da junta à espera da sua vez de falar, como quando esperam por uma consulta.

A pergunta do médico de família da consulta de recurso é ""De que é que precisa?" Não é "O que é que tem? Do que é que se queixa?"", desabafa Virgília Simões, reformada de 64 anos, um dos 1305 utentes da freguesia de Paialvo (que engloba dez aldeias do concelho de Tomar) que ficaram sem médico de família devido à reforma do clínico.

A expectativa dos "sem médico" que se conseguem deslocar ao Centro de Saúde de Tomar para ser atendidos é baixa. Não esperam que estes médicos apressados lhes resolvam problemas de saúde - para isso vão às urgências. Dos médicos de substituição no centro de saúde, a 13 quilómetros dali, procuram sobretudo a renovação das receitas. Mas mesmo só para isso, da última vez, foi preciso passar uma manhã e duas tardes na sala de espera, continua Virgília.

António Gaspar, ferroviário reformado de 63 anos, conta o que passou para conseguir medicação para a mãe de 80 anos. Disseram-lhe que para pedir a prescrição de medicamentos, na extensão de saúde mais perto, em Santa Cita, "era segunda à tarde"; chegou lá e disseram-lhe que afinal "era segunda de manhã". "Fui a Tomar numa quarta-feira e não havia médico." Desde que ficaram sem médico de família, quando alguém diz "tente amanhã, esse amanhã nunca se sabe quando é".

Joaquim Nunes, soldador reformado de 72 anos, não sabe explicar o nome do que teve nas costas; sabe que a certa altura rebentou e "deitava sangue". Mostrou-o à enfermeira que ainda vai à extensão de saúde de Paialvo medir a tensão e mudar pensos e ela disse-lhe: "Vá às urgências, mesmo que os médicos ralhem consigo." E foi o que fez: depois de seis horas para ser atendido, foi recebido com um raspanete por um médico das urgências do Hospital de Tomar: "Não conhece as leis? O senhor não tem médico de família?" Acabrunhado, lá respondeu: "Não, não tenho médico de família, senão não tinha vindo às urgências."

Essas são situações urgentes - depois há os que aguardam. O médico que se reformou pediu a José Ferreira Luís, desempregado de 63 anos, uma bateria de exames - análises ao sangue, à urina, raio X -, mas ele ainda não os mostrou a nenhum médico - estão em casa.

Os dois centros de saúde das freguesias rurais mais próximas de Paialvo estão a ir pelo mesmo caminho, alerta Luís Antunes, e dá o exemplo de uma extensão de saúde vizinha, na Lamorosa: um dos médicos está na idade da reforma e o outro foi para a Unidade de Saúde Familiar Locomotiva, no Entroncamento. O presidente da junta lamenta que este recrutamento tenha servido para se dizer politicamente que, na cidade do Entroncamento, não há agora utentes sem médico de família. A ser verdade, diz, isso fez-se à custa dos que ficaram sem ele naquela freguesia. "Cada vez mais se estão marimbando para o meio rural."

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Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Para representar os utentes do Médio Tejo em mais instituições

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo manifestou a sua disponibilidade para integrar o Conselho Consultivo da ERS, Entidade Reguladora da Saúde, nos termos definidos pela Portaria 21/2011, de 27 de Janeiro. 

 

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Portaria n.º 51/2011

de 27 de Janeiro

 

CAPÍTULO I

Disposições gerais

Artigo 1.º

Objecto

A presente portaria regulamenta a composição, modo de designação e organização do conselho consultivo (CC) da ERS.

Artigo 2.º

Competência

O CC é o órgão de consulta e participação na definição das linhas gerais de actuação da ERS e nas decisões do conselho directivo.

CAPÍTULO II

Composição

Artigo 3.º

Composição

O CC é composto por 20 membros, sendo eles:

a) Um representante do membro do Governo responsável pela área da saúde;

b) Sete representantes das várias categorias de estabelecimentos regulados pela ERS;

c) Cinco representantes dos utentes;

d) Dois representantes das ordens do sector;

e) Um representante das associações de profissionais de saúde não representados pelos membros representantes das ordens profissionais;

f) Um representante da Direcção -Geral do Consumidor;

g) Um representante do Instituto da Segurança Social, I. P.;

h) Duas personalidades independentes com saber e ou experiência no sector.

.......................

Artigo 6.º

Competências

1 — Compete ao CC dar parecer sobre:

a) Todas as questões respeitantes às funções reguladoras da ERS, que lhe sejam submetidas pelo conselho directivo;

b) Os regulamentos e recomendações genéricas de eficácia externa.

2 — Os pareceres referidos no número anterior revestem carácter não vinculativo, sem prejuízo da obrigatoriedade de serem sempre requeridos pelo conselho directivo da ERS quando estejam em causa as situações constantes da alínea b), salvo situações de urgência devidamente justificadas.

3 — O prazo para o CC se pronunciar sobre as matérias que lhe sejam apresentadas pelo conselho directivo da ERS é de 60 dias, que, transcorridos sem resposta, têm o efeito de dar a formalidade como cumprida.

4 — Compete ainda ao CC pronunciar -se sobre:

a) Os planos anuais e plurianuais de actividades e o relatório de actividades;

b) Outros assuntos que lhe sejam submetidos a apreciação pelo conselho directivo.

5 — O CC pode apresentar, por sua iniciativa, ao conselho directivo, sugestões ou propostas destinadas a aperfeiçoar as actividades da ERS.

............

publicado por usmt às 19:13
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E o Governo, vai defender o défice financeiro ou a saúde dos cidadãos?

 

 

Oposição aprova recomendações para suspensão do despacho sobre transporte de doentes não urgentes, seis declarações de voto do PS

Ontem, na AR foram viabilizados, com os votos favoráveis do PSD, CDS, BE, PCP e Verdes, os cinco projetos de resolução a defender a revogação do despacho do secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, que determinou que o acesso ao transporte pago pelo ministério passa a ter que responder obrigatoriamente a dois requisitos: prescrição clínica e insuficiência económica. As recomendações ao Governo -- sem força de lei - das bancadas da oposição mereceram o voto contra do PS.

publicado por usmt às 17:33
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Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011

REUNIÃO DA POPULAÇÃO DA LAMAROSA reforça exigência de colocação de mais médicos

 

 

Por iniciativa da CUSMT, a exemplo do que sucedeu em Árgea, e com a colaboração da Casa do Povo, realizou-se uma reunião da população da Lamarosa para debater a falta de médicos na Extensão de Saúde local.

 

Constataram-se todos os problemas decorrentes da falta de cuidados médicos de proximidade, como a dificuldade de acesso a consultas, doentes crónicos que não tomam medicamentos por dificuldade no acesso à prescrição, aumento dos custos de deslocação, pior qualidade de vida... Para mais de três mil utentes só existe um médico, o que implica que mais de metade da população da Freguesia de Olaia tenha de recorrer à sede do Centro de Saúde para as consultas de recurso que nem sempre conseguem em tempo útil.Continua a haver testemunhos de utentes que chegam às cinco da manhã para acederem a consultas no Centro de Saúde de Torres Novas.

  

 

 

 

Para já foi decidido continuar (até final do mês) com a recolha de assinaturas para depois, caso não haja desenvolvimentos no processo de colocação de mais um médico, se marcar uma VIGILIA, frente às instalações da Extensão de Saúde.

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Recolha de sangue na Unidade Hospitalar de TOMAR

 

RECOLHA DE SANGUE

HOSPITAL DE TOMAR

19.FEV (Sábado), das 9 às 13 horas

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Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

Saiu o nº. 42 do Boletim Informativo do CHMT

 

publicado por usmt às 14:09
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Conhecer mais da realidade, para agir melhor!

 

CUSMT - INQUÉRITO 2011

Com o objectivo de avaliarmos, no contacto directo com os utentes, os níveis de acesso e satisfação a cuidados de saúde no Médio Tejo, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo vai realizar um INQUÉRITO.

 
Pretende-se, dentro de sessenta dias, ter uma visão geral de toda a região e com casos concretos que sirvam de base a um melhor trabalho da Comissão de Utentes e de outras entidades que têm responsabilidades ou se interessem pelo sector da saúde.
 
Os inquéritos serão recolhidos presencialmente, sendo depois entregue um "documento de apresentação", com os contactos, formas de actuar e objectivos da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo. 
 

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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011

Uma triste realidade!

 

«(...) São clientes que aviam as receitas
e pedem para pagar mais tarde. O fenómeno
já se sente há algum tempo, mas agravou-se
nos últimos meses, a crer na
Associação Nacional de Farmácias (...).
Os farmacêuticos contactados pelo PÚBLICO
queixam-se também de que as pessoas optam
cada vez mais por não levar todos os
medicamentos receitados pelos médicos.
"Há quem diga: este mês levo este, para o próximo
levo o outro", descreve a directora
da Farmácia Guarani, no Porto.(...)»

[no Público]

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OPINIÃO

in SETUBALNAREDE• 09-02-2011 •
Saúde
por Joaquim Judas
(Médico)


 

Médicos e Medicamentos


Nos últimos dias, a luta da população de Grândola pela manutenção dos horários de funcionamento dos serviços e por médicos de família para todos, vem recolocar questões centrais das políticas de direita na área da saúde.

 

Antes de mais torna manifesto, mais uma vez, o imenso logro que são as anunciadas “reformas do SNS” conduzidas por sucessivos governos do PS, PSD e CDS. O acesso a serviços públicos de saúde é cada vez mais difícil, por via da limitação do número de unidades de saúde, das suas horas de funcionamento, dos médicos que lá prestam serviço, dos custos dos actos médicos e dos medicamentos.

 

A falta de médicos, situação que cabe por inteiro a governos do PSD e PS, assume-se como o problema mais grave. Depois de anos e anos de criminoso bloqueio à formação de novos médicos, temos agora o intolerável e irresponsável empurrar dos médicos existentes para fora dos serviços públicos de saúde. As tiradas populistas com que atentam contra os vencimentos dos médicos no serviço público transformam-se em fumo quando se trata de abordar os principescos preços das consultas privadas. Sempre escondendo a sua total responsabilidade na situação existente e a sua manifesta incapacidade em resolvê-la a bem dos doentes, do povo e do país.

 

O colaboracionismo de gente que se diz defensora do SNS em tais políticas só agrava a situação. Ao avançarem com a tese de que colaboram porque pretendem limitar danos descredibilizam-se por completo e evidenciam o mais reles oportunismo.

 

A área do medicamento foi sempre uma coutada do capital em matéria de saúde. Expressão da dinâmica do imperialismo, o comportamento das multinacionais da indústria farmacêutica encaixou-se perfeitamente com a atitude terceiro mundista dos autóctones que pensavam ser cosmopolitas quando se limitavam a ser pategos. Depois de há alguns anos termos vivido em folhetins a aventura das mirabolantes “acreditações” de tudo o que era serviço de saúde, assistimos agora a delirantes bujardas sobre a flutuação da biodisponibilidade de medicamentos de marca e medicamentos genéricos. O arrazoado acientífico vindo de quem tem responsabilidades científicas deve-nos deixar preocupados quanto ao futuro da nossa “sociedade do conhecimento”.

 

O frenesim dos últimos dias a propósito da forma de prescrição de medicamentos envolvendo Assembleia da República, Governo, Presidente da República e Bastonário da Ordem dos Médicos – este ameaçando vingar-se sobre os doentes no caso de ficar estabelecida a obrigatoriedade de prescrição por princípio activo – é revelador da dimensão dos interesses em causa.

 

 Aos portugueses interessa que o país crie e desenvolva competências na área do medicamento, que tenha capacidade industrial própria nesta área, que pague o menos possível pelos medicamentos que consome e que nenhum doente fique sem os medicamentos que precisa. Um longo caminho de libertação!

 

Nota Final: A Alta Comissária para a Saúde disse a um jornal diário que um largo número de programas de saúde vão ser extintos. Segundo ela muitos dos extintos nunca chegaram a existir. À Sr.ª Alta Comissária o mundo agradece e espanta-se perante a alta capacidade do governo acabar não só com o que existe como com o que não existe.

    

Pimba!

 
publicado por usmt às 13:39
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