Sábado, 6 de Agosto de 2011

Notícia preocupante

 

 

Banca deixa

de financiar

as compras

dos hospitais

 

Fornecedores de material

e equipamento clínico

exigem agora pagamento

a pronto, mas gestores só

têm dinheiro para salários

 

Bancos estão a avisar empresas

que abastecem os hospitais públicos

de que não antecipam o

pagamento de mais faturas do

SNS porque não conseguem recuperar

as verbas adiantadas.

Gestores hospitalares admitem

‘falência’ e avisam ministro que

as unidades podem entrar em

rutura antes do final do ano. P3

 

publicado por usmt às 07:14
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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2011

Opinião

Saúde
por Joaquim Judas
(Médico)

 

Vem aí “um novo Sistema de Saúde”

Na sua primeira intervenção pública, o novo Ministro da Saúde, depois de sublinhar de que “o Estado não deve nem pode tudo fazer”, assumiu-se “como Ministro do Sistema de Saúde e não apenas do SNS” e culminou desafiando os profissionais para a mudança para “um novo Sistema de Saúde”. Disse o Ministro que não podemos deixar de ter um Serviço Público que responda a todos, mas sempre com um cuidado especial para com os carenciados a quem a crise actual agravou as carências. Temos um dever de solidariedade”. A sua visão do sistema de saúde tem obrigatoriamente o Serviço Nacional de Saúde como pilar central do Estado Social, mas que vai para lá do sector público”. Promete o Ministro que “uma nova Carta Hospitalar será apresentada até ao final de 2011” e “a concessão da gestão de equipamentos de saúde a operadores privados e do sector social” não está excluída.


A retórica do Ministro não esconde o seu projecto de um Sistema de Saúde dominado por prestadores privados a ditarem as condições e os preços, com um “sns” minúsculo a prestar a “solidária” assistência “necessária” aos “carenciados”. Toda a experiência internacional demonstra que os sistemas de saúde assentes na prestação privada são mais dispendiosos e geradores de maiores desigualdades. Por outro lado, a própria OCDE, que não se perde de simpatias pela prestação de serviços públicos pelos Estados, conclui num estudo por si realizado e publicado este ano que “reformas radicais (dos sistemas de saúde), consistindo em abandonar um tipo de sistema por outro, não são pois susceptíveis de melhorar sensivelmente a eficácia”.

 

No seu discurso inaugural o novo Ministro falou de instrumentos e processos que deixam transparecer objectivos de apropriação e de domínio, assentes na exploração capitalista da doença e consequente procura de cuidados de saúde. O Ministro não fala em objectivos em saúde. Quando se refere ao Plano Nacional de Saúde 2011-2016 fala de “orientações” e não de objectivos. É curioso que o Ministro tenha definido o Serviço Nacional de Saúde como “pilar central” do “Estado Social”. Certamente na concepção de um “sns” mínimo para um “estado social” mínimo. Não se terá o Ministro lembrado que a Constituição da República determina que o Estado se dote de um “Serviço Nacional de Saúde” “universal e geral” e … “tendencialmente gratuito”, com o objectivo de realizar “o direito à protecção da saúde”.

 

A Constituição da República determina que “incumbe prioritariamente ao Estado” “Disciplinar, e controlar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o Serviço Nacional de Saúde”. Tal significa que a ministerial “visão”“de um sistema de saúde que optimize os diferentes recursos existentes no país, sejam públicos, privados ou do sector social”, é uma visão de “todos ao molhe e fé em deus”, que nada tem a ver com a Constituição nem com o tal “rigor” que o Ministro evoca repetidamente. E “rigor” é “rigor”!

 

O SNS que temos é resultante da luta entre o povo que o defende e o capital quer o tem querido destruir. A população da Península de Setúbal, que vê os seus hospitais como os mais mal colocados a nível nacional em matéria de eliminação das listas de espera para cirurgia, não aceitará que o processo de construção do Hospital no Seixal seja atrasado pela elaboração da “Nova Carta Hospitalar”. Na nossa região, como em todo o país, prossegue a luta pelo em defesa do SNS, instrumento fundamental da realização do direito à saúde.


Joaquim Judas - 27-07-2011 09:49
publicado por usmt às 21:16
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Terça-feira, 2 de Agosto de 2011

ACES Zêzere: Opinião/vo​to sobre as propostas de Pareceres Relatório 2010 e Plano 2011

 

1.
Concordamos com o parecer sobre o Relatório relativo à Actividade de 2010.
 
2.
Quanto ao Plano de Actividades para 2011:
 
Apoiamos o Plano de Actividades nos seus grandes objectivos em termos quantitativos e qualitativos na prestação de cuidados de saúde. Destacamos: reforço da actividade da componente SAÚDE PÚBLICA; a implementação de mais unidades funcionais; o incremento da formação profissional; valorizar as consultas de enfermagem; coordenação com as unidades hospitalares; melhoria do sistema informático…
 
Mas manifestamos a nossa apreensão por, como é reconhecido no documento, não haver garantias de que as premissas da envolvente externa venham a ser alteradas, pois estão dependentes das orientações globais do Ministério da Saúde e do Governo. Estes não divulgaram ainda quais as medidas concretas para o sector e, do que se conhece, nada resulta para a melhoria de qualidade de vida das populações, nomeadamente as restrições financeiras que afectam os diversos serviços públicos, no caso concreto a saúde.
 
Reconhece-se a carência de recursos humanos nas diversas valências, mas não se aponta nenhuma acção prática para corrigir esse problema. Pelo contrário, parece dar-se essa questão como facto consumado, ao propôr-se a “reorganização dos locais de prestação de cuidados de saúde…” (encerramento de Extensões de Saúde?!), o que afecta os cuidados de saúde proximidade, ainda por cima numa região com mau serviço de transportes públicos.
 
Em conclusão, o nosso voto sobre o parecer do Plano de Actividades para 2011, é a abstenção.
 
                                                                       A Comissão de Utentes da Saúde
                                                                                       do Médio Tejo
1.8.2011

publicado por usmt às 17:12
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