Segunda-feira, 23 de Julho de 2012

ACTUALIDADE

INEM desenvolve sistema «inovar» de triagem médica

 

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) desenvolveu, ao longo dos últimos 18 meses, um Sistema Inovador de Triagem Médica - o Telephonic Triage and Couseling System (TETRICOSY) que foi apresentado, no passado dia 18 de julho, ao Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, numa visita ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM.

Em funcionamento desde o passado dia 9 de maio nos CODU do INEM, o TETRICOSY visa uma avaliação rápida das condições clínicas das vítimas de forma a estabelecer prioridades no acionamento dos meios de emergência médica. Ao sistematizar-se, com algoritmos, todo o processo de triagem, aconselhamento e acionamento de meios de socorro, aumenta-se significativamente a objetividade do trabalho efetuado pelos CODU do INEM. Este novo sistema traz maior segurança, uniformidade, rapidez e possibilidade de auditoria ao trabalho efetuado pelos CODU do INEM.

Destacam-se, assim, as seguintes vantagens deste novo sistema de triagem:

  • maior objetividade e padronização no atendimento das chamadas de emergência;
  • diminuição da aleatoriedade e da possibilidade de erro no tratamento das chamadas de emergência;
  • avaliação sistemática e criteriosa de todas as situações de emergência;
  • priorização precoce dos eventos, com diminuição nos tempos de resposta às ocorrências;
  • maior rapidez no acionamento de meios de emergência, com particular relevância nas situações de maior gravidade;
  • padronização do aconselhamento ao utente, muitas vezes tão importante como o próprio socorro à vítima.

Na prática, e depois de corretamente identificada a localização da situação e dados genéricos sobre a vítima - género e idade aproximada - o Operador do CODU começa por verificar a eventual existência de situações de maior gravidade (ausência de respiração e estado de coma) e tem acesso aos algoritmos de triagem (exemplo: algoritmo de acidente de viação; algoritmo de dor torácica) que vão encaminhá-lo, de uma forma padronizada e sistemática, na triagem telefónica. Cada um dos algoritmos está assente em grupos e subgrupos, com perguntas e respostas e, dependendo da sua sequência, é atribuído um peso de gravidade à situação e definidas as prioridades de acionamento de meios e os eventuais aconselhamentos que sejam adequados.

 

 

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Domingo, 22 de Julho de 2012

Em TOMAR e um pouco por todo o País: querem acabar com a urgência hospitalar!

O documento oficial

 

http://www.portaldasaude.pt/NR/rdonlyres/0323CC90-45A4-40E4-AA7A-7ACBC8BF6C75/0/ReavaliacaoRedeNacionalEmergenciaUrgancia.pdf

 

A Comissão de Reavaliação da Rede Nacional de Emergência e Urgência (CRRNEU), propõe no seu estudo o encerramento dos seguintes serviços de urgência : Macedo de Cavaleiros, Fafe, Oliveira de Azeméis, Santo Tirso, Valongo, Peniche, Tomar, Montijo, Montemor-o-Novo, Serpa, Lagos e Loulé.

 

Reavaliação da Rede

Nacional de Emergência

e Urgência

Relatório CRRNEU

10 Fevereiro

publicado por usmt às 11:23
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Sábado, 21 de Julho, DIA NACIONALDO TRANSPLANTE

publicado por usmt às 11:22
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Sábado, 21 de Julho de 2012

in Rádio Hertz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

«Vamos lá respeitar o povo». É esta a exigência da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo, que convocou uma conferência de imprensa para o final da tarde desta quinta-feira, em frente ao Hospital de Tomar, onde o seu representante, Manuel José Soares, abordou as recentes indicações que dão conta do fecho da urgência básica no Nossa Senhora da Graça, ocasião também aproveitada para apresentar as contas finais de uma petição que tem decorrido na região e que atingiu a histórica soma de 25313 assinaturas.

 

O dirigente disse mesmo que, em todo o distrito de Santarém, nunca houve registo para uma adesão idêntica, fosse qual fosse a causa defendida. Os promotores estão, desta forma, contra o encerramento da urgência e exigem a instalação da medicina interna e da pediatria. A Comissão de Utentes garantiu que vai pedir uma reunião com carácter de urgência ao Ministro Paulo Macedo, altura em que as assinaturas serão entregues. Manuel José Soares, que contou com uma plateia de dezenas de participantes, abordou, inicialmente, a questão da urgência básica de Tomar: «O Ministério diz que se trata de um estudo face às reacções de autarcas, partidos e populares... Mas, na verdade, se querem mesmo a opinião do Médio Tejo, há registo para este abaixo-assinado que refere, expressamente, a questão das urgências, assim como a medicina interna, a pediatria e cirurgia do ambulatório, serviços que devem ficar nas três unidades. A partir daí é que se deve partir para a reestruturação. Há esta vontade por parte da população e estas assinaturas são o bom exemplo disso. Todos os equipamentos do Centro Hospitalar devem ser aproveitados». Ficou a promessa, também da parte de Manuel Coentro, a face mais visível do Movimento de Cidadãos «Pró-Hospital de Tomar», em partir para outras iniciativas mais duras de protesto.

 

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Sexta-feira, 20 de Julho de 2012

Contra o fecho da Urgência do Hospital de Tomar!

Alguns encerramentos são insensatos     

JP - Como membro da anterior comissão que reorganizou a rede de urgências o que pensa deste relatório de reavaliação?
Luís Campos - Em primeiro lugar a ideia de avaliar a reforma das urgências, como aliás qualquer reforma implementada, é fundamental. A nossa comissão já tinha, de resto, proposto um grupo de trabalho que monitorizasse a reforma de 2008 e fosse fazendo os ajustamentos necessários. Esta comissão avalia o grau de implementação da rede de 2008, mas falta-nos conhecer o real impacte ao nível da qualidade dos cuidados prestados aos doentes urgentes. Não sabemos, [por exemplo], se permitiu poupar vidas dos doentes politraumatizados. Por outro lado a proposta desta comissão é muito mais lata do que a definida em 2008, na medida em que inclui propostas sobre rede de referenciação, sistema de helicópteros, informatização dos serviços de urgência, indicadores de qualidade, entre outros.
JP - Concorda com as propostas?
Luís Campos - O grande critério estabelecido pela anterior comissão — haver um ponto de rede de urgência a menos de 30 minutos para, pelo menos, 90% da população — é cumprido pela proposta desta comissão, na medida em que isso é conseguido para 94,9% da população. Agora, nós entramos em linha de conta com outros critérios que não estão incluídos nesta proposta, como seja sinistralidade, risco industrial, variação sazonal e outros. Em relação à proposta concreta de encerramentos ou despromoção de nível de urgência, há situações que correspondem apenas à implementação do despacho de 2008. É o caso de algumas situações que permaneciam apenas até à integração em centros hospitalares ou melhoria das acessibilidades. Como exemplos temos Chaves, Mirandela, Fafe, Santo Tirso, Montijo e Peniche. As questões mais complicadas estão relacionadas com os SUB. A diminuição proposta de 45 para 34 é muito expressiva. Há casos em que, como disse, se trata apenas de implementar a proposta anterior. Existem outros em que a proposta é discutível mas aceitável. No entanto há situações em que me parece insensato o encerramento proposto, como são os casos de Lagos e Loulé, que são urgências caracterizadas por um movimento significativo, acima das 100 admissões por dia, com grande variação sazonal e em que o encerramento iria provocar uma sobrecarga intolerável paras urgências mais próximas. Fechar Lagos, por exemplo, signifi ca que poríamos a população de Sagres a 50 quilómetros de Portimão. O mesmo acontece em relação a Tomar, que é um núcleo populacional muito expressivo. Outro exemplo é o de Agualva- Cacém (que no relatório aparece como não SUB, mas que está a atender casos urgentes), porque serve a população de Sintra superior a 400 mil pessoas e serve de tampão ao Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra) cuja urgência que funciona nos limites. Outro caso de diferente natureza é o de Idanha-a-Nova, que propusemos em 2008 e não está a funcionar. Se pensarmos na vastidão daquela região inóspita, é fácil perceber que aquela população beneficiaria muito com um SUB na Idanha ou mesmo em Penamacor.
JP - Portugal tem demasiados pontos de urgência, quando comparado com outros países?
Luís Campos - Eu acho que não tem demasiados pontos de urgência, se comparamos o número de urgências médico-cirurgicas ou polivalentes. Temos um número comparável ou mesmo inferior a outros países europeus. No entanto é preciso ver que temos um nível, o Serviço de Urgência Básica, que não existe em muitos outros países. Definir uma rede de urgências tem que ser em função das características do país. É preciso ver que em 2005 havia 73 serviços de urgência médicocirúrgicos ou polivalentes, dos quais 55% em hospitais com menos de 200 camas, o mínimo para que um hospital funcione para doentes agudos, e nós propusemos a redução para 44. Já é uma concentração muito substancial que nos parece trazer mais qualidade à rede urgências.
JP - E o que pensa da passagem de algumas urgências polivalentes para médico-cirúrgicas?
Luís Campos - Em relação à região do Porto, acho perfeitamente admissível que haja apenas duas urgências polivalentes, atendendo à população. Quanto aos Covões, isso decorre da criação do Centro Hospitalar de Coimbra.
JP - Mas a urgência dos Covões até foi fechada durante o período nocturno, o que penso ser inédito...
Luís Campos - Sim, não há urgências que fechem à noite. Se fecham à noite não são urgências. Essa é a definição que está consignada na lei portuguesa.
JP - O que preconiza para a região de Lisboa? Concorda com as sugestões deste grupo?
Luís Campos - Lisboa provavelmente não precisa de quatro SUP durante a noite. Bastaria um ou dois à noite, período em que passariam a funcionar como urgências médicocirúrgicas. Relativamente ao Garcia de Orta (Almada) e Évora, são hospitais que de facto não se equiparam e não evoluíram para SUP. Mas estas são situações que devem ser vistas ao nível das Administrações Regionais de Saúde e da decisão política. Se a decisão for de manter, o facto de não ter capacidade de responder num determinado nível, quer apenas dizer que tem que se investir nesses hospitais. Por outro lado, a rede de urgências está ligada à definição da rede hospitalar e essa coerência tem que ser decidida de forma integrada.
JP - A verdade é que, depois da vossa proposta, houve hospitais que investiram na remodelação e reequipamento dos seus serviços de urgência e que agora se vêem confrontados com a hipótese de fecho, como é o caso de Santo Tirso.
Luís Campos - Acho que as ARS deviam impedir investimentos que não se enquadram nas redes definidas. São investimentos que visam impor situações de facto mas que representam sinais de desperdício, intoleráveis nestes tempos.
entrevista de Alexandra Campos, JP 19.07.12 (in saude sa)
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in O RIBATEJO

Inaugurado o Centro de Acessos Vasculares no Centro Hospitalar do Médio Tejo

Realizou-se na quinta-feira, no Hospital de Torres Novas, a primeira intervenção cirúrgica para criação de Acesso Vascular, a um doente com Insuficiência Renal Crónica.

A criação deste centro faz parte da reorganização do Centro Hospitalar do Médio Tejo, iniciada em janeiro, e significa “um passo importante no desenvolvimento de um Pólo de Excelência na área da Nefrologia do CHMT”.

A existência de um Centro de Acessos Vasculares representa um indiscutível conforto para os doentes, que antes tinham de se deslocar a Lisboa, e “um marco decisivo na afirmação do Centro Hospitalar do Médio Tejo no contexto nacional”.

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Quinta-feira, 19 de Julho de 2012

Doc Conferência de Imprensa, TOMAR, frente ao Hospital

VAMOS LÁ RESPEITAR O POVO!

 

O Ministério da Saúde tornou público um estudo em que se propõe o encerramento de mais dez urgências, entre as quais a do Hospital de Tomar. O Ministro da Saúde diz que não vai aplicar as propostas antes de um profundo debate. Aqui está a opinião dos utentes do Médio Tejo

25 313 assinaturas

Contra o encerramento da urgência no Hospital de Tomar e a exigência da
instalação dos serviços de Medicina Interna e da Pediatria.

 

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo vai pedir uma reunião urgente ao Ministro da Saúde para entregar as assinaturas e debater o esvaziamento das unidades de saúde. Vai reenviar o pedido de reunião à Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. Pedir reuniões aos Directores Executivos dos ACES “Zêzere” e “Serra d’Aire”. Solicitar uma reunião com a Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Tomar. Escrever uma carta ao CA do CHMT, pedindo explicações sobre as “reestruturações” que ninguém prevê ou assume, mas que afectam gravemente as populações do Médio Tejo.

………………………………………

                         PELA NOSSA SAÚDE!

 

Exmo.
Sr. Ministro da Saúde

 

Porque a saúde é o bem mais importante do ser humano, somos por todas as medidas que facilitem o acesso a cuidados desaúde de proximidade e de qualidade.

 

Defendemos o aproveitamento integral das unidades de saúde: Existem milhares de pessoas em lista de espera para cirurgia e há blocos operatórios subaproveitados; Há muitos cidadãos a precisar de cuidados continuados e existem salas hospitalares sem qualquer utilização; Centenas de utentes têm de se deslocar, diariamente, para unidades de saúde distantes, com sérias dificuldades em pagar o custo das deslocações e as taxas moderadoras, cada vez mais caras.

 

Defendemos a saúde e o bem-estar das populações do Médio Tejo. Por isso, somos contra o encerramento de serviços hospitalares, de Extensões de Saúde e farmácias nas zonas rurais. Reclamamos que os serviços de Urgência, medicina interna, pediatria e cirurgia do ambulatório devem existir nas três unidades do CHMT (Abrantes, Tomar e T. Novas).

 

Conferência de Imprensa

Tomar, frente ao Hospital

Médio Tejo, 19.7.2012

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Terça-feira, 17 de Julho de 2012

Quinta-feira, frente ao Hospital de Tomar

CONVITE

 

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo convida a comunicação social para uma

 

 Conferência de Imprensa,

em Tomar, frente ao Hospital,

na quinta-feira,

19 de Julho, às 19 horas,

 

para analisar os últimos desenvolvimentos na organização dos cuidados hospitalares (p.e. a proposta de fim da urgência no Hospital de Tomar) e a apresentação das mais de 25 000 assinaturas de cidadãos do Médio Tejo, em que se defende que URGÊNCIA, MEDICINA INTERNA, PEDIATRIA e CIRURGIA DO AMBULATÓRIO devem existir nas três unidades hospitalares do Médio Tejo.

publicado por usmt às 16:45
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HOSPITAL DE TOMAR SEM URGÊNCIA?? ANDAM A GOZAR COM O POVO!!

 

A notícia foi avançada pela Rádio Renascença: a urgência básica do Hospital Nossa Senhora da Graça, de Tomar, está no lote dos serviços a encerrar tendo por base um relatório elaborado pela Comissão Técnica que foi nomeada pelo Ministério da Saúde com o objectivo de reformular o mapa hospitalar.

Este grupo de peritos sugere, assim, que dos existentes 83 serviços de urgência haja uma redução de dez, lote onde entra Tomar, a par de Oliveira de Azeméis, Valongo, Serpa, Lagos, Loulé, Montemor-o-Novo, Montijo, entre outros. Recorde-se que, com base da reestruturação levada a cabo no Centro Hospitalar do Médio Tejo, Tomar viu a urgência médico-cirúrgica ser reduzida para básica em Março deste ano, mudança que suscitou críticas de diversos quadrantes. Agora, com base neste estudo, a Unidade de Nossa Senhora da Graça corre sérios riscos de ficar sem outro dos grandes serviços que fazem parte de um hospital. A Hertz irá tentar obter mais esclarecimentos sobre esta notícia.

 

 

publicado por usmt às 16:28
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Segunda-feira, 16 de Julho de 2012

Muita assinatura "PELA NOSSA SAÚDE!"

...

publicado por usmt às 19:38
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