Segunda-feira, 20 de Agosto de 2012

Fecha público para abrir privado!

Enquanto reduzem serviços e financiamento no SNS, os privados avançam

Grupo HPP abre hospital privado
em Albufeira
Tem capacidade para 6300 cirurgias por ano
Por: tvi24  |  20- 8- 2012  14: 13
 
O grupo privado HPP Saúde inaugurou esta segunda-feira um novo Hospital em Albufeira, com capacidade para 6.300 cirurgias, 7.600 diárias e 95.000 consultas por ano, anunciou a empresa.
De acordo com a Lusa, a nova unidade criará cerca de 50 novos postos de trabalho. O novo HPP Hospital de Albufeira disponibilizará atendimento permanente durante 24 horas e uma oferta integrada em cuidados de saúde assente num perfil assistencial generalista, com equipas de profissionais e várias áreas médico-cirúrgicas, entre as quais Oftalmologia, a Ortopedia, a Cardiologia, a Pediatria ou a Reumatologia.
A nova unidade hospitalar dispõe de 27 camas, 12 gabinetes de consultas, 3 salas de bloco operatório e uma unidade de cirurgia de ambulatório.
Para João Martins, CEO do Grupo HPP Saúde, «com esta nova unidade hospitalar moderna e funcional pretende-se diversificar a oferta de cuidados de saúde de qualidade para a população do Algarve e, por outro lado, reforçar a aposta no Algarve como destino de turismo médico internacional».
A HPP Saúde, pertencente ao Grupo Caixa Geral de Depósitos, conta com uma rede de hospitais em todo o país com mais de 4000 colaboradores e profissionais de saúde.
publicado por usmt às 16:04
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Domingo, 19 de Agosto de 2012

Caminhar faz bem à saúde!

...

publicado por usmt às 12:02
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Sábado, 18 de Agosto de 2012

Sobre a aquisição de medicamentos

Anabela Melo Ribeiro: Meus caros, as coisas por cá estão mesmo muito más. Hoje fui à farmácio buscar um medicamento que tomo há anos e disseram-me que estava esgotado. O meu pai e a minha mãe foram buscar medicação diária e receberam a mesma resposta. Voltei À farmácia para tentar perceber e disseram-me que os laboratórios preferem vender para o estrangeiro porque ganahm mais. Curiosamente nenhum dos laboratórios é português. Eu acho que o governo não tem liquidez para comprar medicação. vou tentar saber junto de amigas farmaceuticas o que se passa. Só me lembro de uma reportagem que vi sobre a Grécia, há uns meses, onde isto acontecia por falta de dinheiro. Estou assustada!

 

publicado por usmt às 10:09
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2012

in O Mirante

 O Mirante

Todos os dias há pessoas que são abandonadas nos hospitais
Um doente assistido no Centro Hospitalar do Médio Tejo esteve dois anos internado na enfermaria depois de ter tido alta médica só porque a família não o queria levar para casa. Todos os dias há pessoas abandonadas nos hospitais de Santarém e nos de Tomar, Abrantes e Torres Novas, do centro hospitalar, porque as famílias não querem ou não podem cuidar delas por serem dependentes. São idosos na sua grande maioria e alguns acabam por fazer do hospital a sua casa e das equipas clínicas a sua família durante dias, semanas, meses a fio.
No Hospital de Santarém o director das urgências, Fausto Roxo, arrisca uma média: Um caso por dia. Nos hospitais do norte do distrito de Santarém os números variam mas chegam a ser dez os casos mensais. "Os órfãos de idade", como os intitulou a responsável dos serviços sociais do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), Cidalina Mendes, num estudo recente sobre esta problemática, entram pelas urgências normalmente com indicações de que estão apáticos ou de queixas de que não se estão a sentir bem. Depois de vistos pelo médico e feitos os exames podem voltar a casa mas quem os levou desapareceu.
Em muitos casos o hospital ainda consegue que ao primeiro telefonema algum familiar atenda, mas depois é o silêncio. Quando se consegue que o familiar vá ao hospital a primeira coisa que tenta é que o idoso fique internado, revela Fausto Roxo. Os filhos, sobretudo, desculpam-se que não podem deixar de trabalhar, que não têm condições em casa para ter o pai ou mãe e as situações arrastam-se.
publicado por usmt às 18:42
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2012

Sobre a FACTURA VIRTUAL nos cuidados hospitalares

FACTURA VIRTUAL

Uma medida com objectivos pouco claros

e que agrava as despesas das Unidades Hospitalares

 

SÓ NO MÉDIO TEJO SERÃO GASTAS 2250 RESMAS DE PAPEL / ANO

 

Praticamente nãohouve órgão da comunicação social que não referisse a elaboração e entrega aosutentes da FACTURA VIRTUAL, em experiência piloto no Hospital de S. José, emLisboa. De imediato foi também anunciada a intenção de estender a entrega da FACTURAVIRTUAL, a oitenta por cento dos hospitais até final do ano (ao que parece osoutros não têm sistema informático compatível).          

 

Alegam osdefensores da ideia que a entrega de uma factura discriminativa do valor médiodos serviços prestados servirá para moderar a procura de cuidados hospitalares.Mas, tal medida já é aplicada nos medicamentos e a realidade prova que nãohouve qualquer quebra no consumo, tendo mesmo os utentes (segundo recentesdados do INFARMED)  visto aumentar osvalores a pagar.

 

Tal medidaaplicada a todo o território nacional nas unidades hospitalares vai implicarcustos acrescidos em papel, consumíveis informáticos e em trabalhoadministrativo. Por exemplo, no Centro Hospitalar do Médio Tejo estaremos afalar de um consumo de 2250 resmas de papel por ano.

 

Quanto vai custarao SNS a entrega da FACTURA VIRTUAL? E alguém consegue quantificar os possíveisganhos? E porque não entregar facturas virtuais sobre os custos reais deinaugurações, visitas de estado, apresentação de projectos, sessões dehomenagem, comemorações de aniversários oficiais..?

 

Mais uma vezparece que é apenas mais uma despesa sem qualquer contrapartida. Mas temos umacerteza, há a intenção clara de pressionar psicologicamente os utentes que têmnecessidade de recorrer a cuidados hospitalares para que o não façam, como se aida a hospitais fosse um divertimento. E mais, desconfiamos que, depois detodos saberem os custos reais dos cuidados hospitalares aparecerá uma bemplaneada campanha de marketing de prestadores privados afirmando que fazem maisbarato e que devem ser eles a “mandar” no sector da saúde, com evidentes econfirmados prejuízos para os utentes e as finanças do Serviço Nacional deSaúde.

 

Em conclusão, a FACTURA VIRTUAL é uma medida com objectivos pouco claros e que vai aumentar asdespesas do SNS. O Ministério da Saúde ainda está a tempo de desistir!

 

 

A Comissão de Utentes da Saúde

do Médio Tejo

 

 

Médio Tejo, 15.8.2012

publicado por usmt às 18:44
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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2012

Sobre a diminuição de episódios de urgência no CHMT

Sabiam que.... ????

 

Por exemplo nos primeiros seis meses do ano, o número de urgência desceu

 a nível nacional     10%

 no Hosp Santarém     8,69%

 e no CHMT        23,11% !!!!!!!!!!!!!

está mais que claro que a desqualificação das urgências e a sua concentração numa das unidades (Abrantes) é a grande causa...

as taxas oderadoras são iguais em todo o lado!

 

Reafirma-se: com esta "reorganização" do Centro Hospitalar do Médio Tejo, os cuidados hospitalares, ficaram mais longe e mais caros!

 

Consequência evidente: sofrem os utentes.

 

publicado por usmt às 12:06
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2012

Quanto custa??

UMA RESMA DE PAPEL

 

E UMA EMBALAGEM DE TONER ?

 

E UMA IMPRESSORA E A SUA MANUTENÇÃO?

 

E MILHARES DE HORAS DE TRABALHO ADMINISTRATIVO?

 

 

 

publicado por usmt às 16:20
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Não há limites para a exploração?

Enfermeiros     

Fazem de auxiliares na Holanda link
«Empresa de recrutamento reconhece que contrata enfermeiros para assumirem funções aquém das definidas no seu diploma português: tarefas de higiene e auxílio a idosos em lares na Holanda.link
Após receber várias denúncias, a Ordem dos Enfermeiros lançou o alerta, amplamente divulgado e comentado via internet, sobre a existência de empresas que estão a enganar enfermeiros para trabalhar no estrangeiro.»link
Aonde nos levará a nova diáspora do povo português promovida pelo governo Passos/Relvas
publicado por usmt às 16:09
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Domingo, 12 de Agosto de 2012

"... são as unidades de saúde que estão longe."

Resende: Accionado INEM de Lamego porque bombeiros estavam no hospital de Vila Real

Morreu à espera de socorro

Uma mulher de 40 anos morreu na rua, na freguesia de São Romão, Resende: o socorro demorou cerca de uma hora a chegar ao local. Os bombeiros de Resende estavam com urgências no Hospital de Vila Real, que dista 50 quilómetros, e teve de ser accionada a SIV (INEM) de Lamego, que dista 45 minutos do local. Maria Augusta Pereira acabou por falecer. A família e os populares estão revoltados.

Por:Ana Sofia Coelho/ Secundino Cunha

 

 

O caso ocorreu anteontem à tarde. A mulher seguia de mota com o companheiro e o filho, de sete anos, para São Cipriano, onde residia. "Ela disse que se sentiu mal e o companheiroparou a mota. Ela saiu e caiu. Levantou-se, caiu outra vez e já não se levantou mais", contou Miguel Pereira, irmão da vítima.

O companheiro de Maria Augusta ligou para o 112. O CODU accionou os bombeiros, que ficam a 10 minutos do local. "Não tínhamos meios, porque houve uma urgência com três vítimas e estávamos com as ambulâncias no Hospital de Vila Real", explica ao CM Sérgio Monteiro, comandante dos Bombeiros de Resende. Foi então accionada a SIV de Lamego: quando chegou a São Romão, ainda foi tentada a reanimação de Maria Augusta, mas sem sucesso. "A situação daminha irmã podia não ter outra solução, mas outras pessoas poderiam salvar-se se houvesse meios", disse Miguel. "Temos medo de viver neste fim de mundo", acrescentou um popular.

O comandante dos bombeiros de Resende esclarece que não é o socorro que está longe, mas sim as unidades de saúde. "Os hospitais de Vila Real, Penafiel eViseu ficam todos a uma hora de São Romão", lembra.

A vítima, agricultora, deixa cinco filhos, dois dos quais menores. A autópsia será realizada amanhã em Vila Real.

publicado por usmt às 12:57
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Sábado, 11 de Agosto de 2012

A saúde está mais longe e mais cara!

...

publicado por usmt às 18:01
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