Terça-feira, 18 de Junho de 2013

in Saúde SA

Cortar na Saúde?      

A "factura será muito alta no futuro"
 
"Se não providenciarmos cuidados de saúde agora, mais tarde será muito mais caro cuidar destas pessoas", defende o especialista Jeffrey Lazarus.
Os cortes nas despesas de saúde em tempo de crise vão implicar uma factura muito alta a pagar no futuro, afirma Jeffrey Lazarus, professor da Universidade de Medicina de Copenhaga, na Dinamarca.
 “Se as pessoas não estão saudáveis, a doença pode voltar e morde-lhes a cauda. Por isso, se não providenciarmos cuidados de saúde agora, mais tarde será muito mais caro cuidar destas pessoas, tratar do cancro ou de outros problemas”, diz Jeffrey Lazarus, que participou numa conferência sobre o futuro dos sistemas nacionais de saúde, esta semana, no Porto.
“Alguém terá de pagar ou as pessoas podem não viver. Se pode a Europa continuar a ter um sistema público de saúde? Claro que pode. Sei que estamos em tempo de crise, mas isso não pode significar abandonar os cuidados de saúde.”
O também director do secretariado permanente do Health Systems Global avisa que “quando não criamos condições de saúde à população, mesmo em países desenvolvidos, as pessoas ficarão doentes e os custos da cura serão bem mais elevados” e a “factura será muito alta no futuro”.
Em tempo de crise os cuidados de saúde têm uma importância ainda maior. Não criar condições para que toda a população tenha acesso ao básico pode potenciar um futuro cheio de problemas, afirma Henrique de Barros, director do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP),
“Em momentos de crise há repercussões, a médio prazo, muito marcadas no estado de saúde e sabemos também que isto se vai pagar, a médio prazo, com um abaixamento desses indicadores de saúde, a não ser que se faça rapidamente um esforço grande, sobretudo, assegurar que as pessoas que estão menos municiadas para utilizar sejam procuradas activamente.”
Segundo o professor Henrique de Barros, devem ser os próprios serviços de saúde a procurar quem mais precisa de cuidados: “Nós já sabemos que as crianças, as pessoas mais velhas, mais pobres, os imigrantes, ou seja, aquelas pessoas que estão em situações de maior vulnerabilidade vão ter piores indicadores de saúde”. 
Henrique de Barros defende a importância da prevenção e considera que em tempo de crise é preciso usar e aplicar os parcos recursos naquilo que pode ser valorizado mais tarde.
RR 15.06.13 link
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Domingo, 16 de Junho de 2013

Aberta à participação dos interessados

Se não puder participar envie as suas propostas, críticas, informações

 

REUNIÃO DA

COMISSÃO UTENTES SAÚDE MÉDIO TEJO

18 junho, terça, 18,30

Casa Sindical Torres Novas

 

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Sábado, 15 de Junho de 2013

Mais uma consequênc​ia da "reestrutu​ração" do CHMT. Sobem os encargos! Sofrem os utentes e famílias!

NOTA DA CUSMT
 
 É mais uma consequência da "reestruturação" do CHMT, onde mesmo habitantes do concelho de Abrantes são enviados para Castelo Branco por não haver capacidade de internamento, depois da concentração da Medicina Interna na Unidade de Abrantes.
.......
VILA DE REI - PSD de Vila de Rei dá 15 dias para hospitais se entenderem      
Rádio Condestável 14-Jun-2013

<input ... >O PSD de Vila de Rei deu 15 dias as direções do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) e Unidade Local de Saúde de Castelo Branco (ULSCB) para se entenderem relativamente aos internamentos e exames complementares de diagnóstico dos utentes Vilarregenses. Diariamente estão a ocorrer transferências de utentes que acedem à unidade de urgências do Hospital de Abrantes e que, por necessitarem de ser internados, são transferidos para o Hospital Amato Lusitano em Castelo Branco sob o pretexto de que o concelho de Vila de Rei não pertence ao CHMT. ”Como os dinheiros são dados por Nut’s, o sr. Diretor do CHMT decidiu que os utentes de Vila de Rei estavam a fazer alguma despesa em Abrantes e manda-os para Castelo Branco”, acusa Ricardo Aires, presidente do PSD de Vila de Rei lamentando que  se esteja “a pensar financeiramente em vez de pensar nos utentes”. Mas se o problema é financeiro então Ricardo Aires, não percebe estas transferências que, sendo feitas de ambulância, "custam dinheiro ao Estado". <input ... > O PSD recorda ainda que os habitantes do concelho gozam desde há muitos anos de uma medida de exceção, ao lhes ser permitido obter todos os cuidados de saúde no CHMT, "por lhes ser francamente mais próximo, ou seja 25 km, apesar de pertencem à ULSCB a 90 km". O concelho possui 6 lares de idosos, uma Unidade de Cuidados Continuados e ainda uma residência para cidadãos portadores de deficiências, com utentes que necessitam de cuidados hospitalares regulares e permanentes, sendo esta situação extremamente grave para estas instituições e para os seus utentes. Em outubro de 2010 a autarquia recebeu um documento do Ministério da Saúde em que era dada autorização ao CHMT para receber os utentes daquele concelho. A Rádio Condestável tentou esclarecer esta situação junto do Conselho de Administração do CHMT que remeteu para a próxima segunda-feira mais respostas sobre este assunto.

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Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

CUSMT reune com autarquia de Abrantes

CUSMT reúne com Assembleia Municipal de Abrantes

 

No próximo dia 20 de Junho, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo reúne com o Presidente da Assembleia Municipal de Abrantes com o objectivo de apresentar e debater as propostas da CUSMT para a organização da prestação de cuidados de saúde no Médio Tejo e também o Plano Estratégico do CHMT.

 

 

 
Foto: CUSMT reúne com Assembleia Municipal de Abrantes No próximo dia 20 de Junho, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo reúne com o Presidente da Assembleia Municipal de Abrantes com o objectivo de apresentar e debater as propostas da CUSMT para a organização da prestação de cuidados de saúde no Médio Tejo e também o Plano Estratégico do CHMT.
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Razões nã nos faltam!

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Segunda-feira, 10 de Junho de 2013

A ler!

No princípio: o racionamento...      

O espectro do racionamento paira sobre o SNS. São cada vez mais frequentes as denúncias e cada mais graves – em termos de saúde - os casos que atingem as situações oncológicas e muitas ‘patologias pesadas’, em que está em jogo não somente o bem-estar mas o ‘risco de vida’. 
 Na saúde qualquer tipo de racionamento - e mais grave será o ‘encapotado’ porque eminentemente discriminatório – incide essencialmente sobre o volume e a qualidade do serviço prestado. Isto é, o racionamento altera sempre o equilíbrio entre produção (qualitativa e quantitativa), o ‘esforço’ orçamental de suporte às prestações e as condicionantes técnico-profissionais disponíveis e estes factos têm (sempre) reflexos directos sobre o universo dos utentes, a motivação e empenho dos prestadores e sobre os custos globais. E quando tentamos analisar e equacionar estes parâmetros díspares - económicos, de gestão, técnicos e humanos - não estaremos a colocar unicamente a ver o binómio custos-benefícios, mas a vislumbrar uma gritante iniquidade que pode ser o racionamento aleatório, i. e., dependente – através da tal ‘lei dos compromissos’ – da situação financeira concreta da entidade prestadora. 
 Esta ignóbil situação de racionamento encapotado surge, no nosso País, num momento crucial que não pode ser escamoteado. Pretende-se ‘esterilizar’ a discussão (política) centrando a atenção sobre uma máxima – os recursos são sempre finitos - que sendo verdadeira, não pode limitar ou encerrar o debate. De facto, o problema que actualmente os cidadãos (os utentes) enfrentam em relação ao SNS é, como tem sido afirmado repetidamente, a tentativa de mudança do paradigma constitucional (enquanto serviço universal, equitativo e tendencialmente gratuito). 
 A transposição e inserção dos sectores sociais, sem observar quaisquer condicionantes ou especificidade, na economia de mercado (diferente da economia social de mercado) é desde o ‘Consenso de Washington’ um objectivo fulcral do neoliberalismo. Assim - e dentro desta encapotada filosofia neoliberal – estamos confrontados com a tentativa de levar à prática um dogma: ‘só o mercado é capaz de fornecer eficientemente serviços sociais essenciais – saúde, educação, previdência, etc.’. E a partir daí toda a discussão está inquinada. Mesmo para aqueles que, sub-repticiamente, aparecem a defender o ‘racionamento dito explícito’, ou seja, de acordo com um projecto de racionalização dos recursos disponíveis. Porque, como sabemos e aprendemos com a evolução dos últimos 30 anos, no ‘Estado mínimo’, as questões sociais são secundarizadas. Num ‘mercado’ totalmente dominado pelo sistema financeiro as opções sobre políticas sociais estão ab initio condicionadas pelo funil e a triagem da sustentabilidade financeira. E se reparamos bem este tem sido o terreiro que Paulo Macedo pisa sistematicamente para abordar e ameaçar o SNS. Assim podemos estar certos que tudo o possa ser ‘manipulado’ para ser apresentado como insustentável financeiramente é, numa primeira fase, para ‘racionar’ e de seguida ‘eliminar’ (ou destruir). 
 Esta será mais uma tentativa ‘transferência’ da despesa pública em saúde para os utentes (contribuintes) directamente ou intermediada pelo sector privado. È por isso que as tentativas de racionamento(s) são importantes e necessitam de ser consideradas. Elas são a antecâmara de liquidação do actual SNS. 
 No fim – e de acordo com a carga ideológica deste Governo - restará algo de residual e o mecanismo de ‘ajustamento’ será idêntico ao que continua a impor em todos os sectores da vida fiscal, económica e social. A despesa global em cuidados de saúde sofrerá um dramático acerto: proceder à gradual transferência dos 65% de gastos públicos em saúde (dados de 2011) para a despesa privada, i. e., para o bolso dos contribuintes. 
 Este o papel ‘instrumental’ e inicial dos relatados racionamentos. 
E-Pá! 
Sobre esta matéria:
 1. Conselho de Ética admite racionar medicamentos a doentes terminais link 2. Racionamento dos cuidados de saúde e a participação  da sociedade: revisão do debate link 3. Médicos acusam Ministério de “racionamento encapotado” de medicamentos link 4. Cortes orçamentais estão a racionar cuidados de saúde link 5. Racionamento em Saúde: inevitável realidade? link 6. ARS Norte - Restrição- Racionamento de Medicamentos a Pessoas com mais de 75 anos link 7. Racionamento de medicamentos no Hospital de Guimarães link 8. BE acusa ministro de “promover auto-racionamento de medicamentos” nos hospitais link 9. Medicamentos, racionamento e o interruptor link 10. Circular Infarmed (2005) Reprocessamento e Reutilização de dispositivos médicos destinados a um “uso único”link 11. Cálculo dos custos do reprocessamento de pinças de uso único utilizadas em cirurgia video-assistida link
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Sábado, 8 de Junho de 2013

Médicos também paralizam no dia 27 de Junho

FNAM adere à Greve Geral

 

     


A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) ao tomar conhecimento da marcação convergente das duas Centrais Sindicais de uma Greve Geral para 27/6, vem saudar esta importante decisão e divulgar a sua adesão a esta forma de luta constitucional. link
Nesse sentido, a FNAM irá emitir o correspondente aviso prévio de greve, de modo a que os médicos possam contribuir para o êxito desta Greve num momento em que diariamente o nosso país se afunda num pântano de austeridade e de crescente miséria para um numero cada vez mais alargado de cidadãos, devido à política atentatória da dignidade humana que caracteriza o actual governo.
Coimbra, 04.06.13, a Comissão Executiva da FNAM
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Quarta-feira, 5 de Junho de 2013

Dia Mundial do Ambiente

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Sobre a fisioterapia em OURÉM

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NOTA À IMPRENSA – JUNHO 2013

 

 

AUDIÇÃO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

 

Campanha reafirma o direito à água e o combate à privatização

 

A campanha «Água é de todos», promotora da Iniciativa Legislativa de Cidadãos, actual Projecto de Lei nº 368/XII «Protecção dos direitos individuais e comuns à água», foi ouvida em Audição na Comissão de Ambiente

 

 

Os promotores aproveitaram para entregar mais 1035 assinaturas, já recolhidas após a entrega formal da Iniciativa Legislativa no passado dia 28 de Fevereiro na Assembleia da República, perfazendo assim um total de 44 mil 638cidadãossubscritores.

 

Na Audição, realizada 4 de Junho, e que teve como objectivo debater o projecto de lei, a Campanha reafirmou a exigência da consagração legal do direito à água na legislação nacional – Artº nº 1 do projecto de lei, como condição de progresso, democracia e indispensável para garantir o acesso de todas as pessoas a este bem essencial.

 

Direito que, tal como foi igualmente afirmado pelos representantes da campanha, deve ser disponibilizado numa óptica de serviço público sem fins lucrativos, pelo que é urgente travar a privatização da água e dos serviços públicos de água e saneamento, opção que, como demonstram os vários exemplos no país e no estrangeiro condiciona e limita gravemente o direito à água e saneamento.

 

No decorrer do debate ficou claro o apoio de vários grupos parlamentares ao projeto lei da campanha, expressamentedo PCP, BE e Verdes, sendo que o PSD e CDS manifestaram a sua oposição, incluindo do Artigo nº 1 da proposta – «Direito à água», rejeição esta que acabará sempre por se consubstanciar na intenção de legalizar a violação deste direito humano fundamental.

A Campanha continuará por todos os meios ao seu alcance a divulgar e a lutar pela aprovação deste projecto na Assembleia da República, convictos de que o mesmo não só dá cumprimento aos valores e princípios consagrados na Constituição nesta matéria, como corresponde ao sentir e vontade da larguíssima maioria dos portugueses, expressos no significativo apoio social dado a este projecto e nas várias sondagens que têm sido publicadas sobre este tema, designadamente:

 

- Pesquisa de Opinião realizada pela Eurosondagem para o Expresso, SIC, Rádio Renascença, publicada em 1 Outubro 2011 - 70,6% dos portugueses inquiridos disseram não à Privatização do Grupo Águas de Portugal.

 

- Pesquisa de Opinião realizada pela Marktest para o STAL, publicada em 2009: 99% dos portugueses consideraram que o acesso à água é um direito humano; 70% dos portugueses afirmaram não concordar com a privatização ou gestão privada dos serviços de abastecimento de água e saneamento.

 

Assim como nas posições que um cada vez maior número de autarquias locais vão assumindo contra as propostas governamentais de desmunicipalização e privatização dos serviços públicos de água e saneamento.

 

Tal como temos dito, a água só será de todos e para todos se for gerida como um direito.

 

Lisboa, 4 Junho de 2013

A Comissão Promotora

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