Quarta-feira, 5 de Junho de 2013

CUSMT informa população

Respeitem as populações!

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POR CUIDADOS SAÚDE DE PROXIMIDADE E QUALIDADE !

Contra o encerramento do Internamento da MEDICINA INTERNA no Hospital Torres Novas e de outros serviços.

Foram enviadas ao Ministro da Saúde com conhecimento à Assembleia e Presidência da República e Provedoria de Justiça.

 

Porque a saúde é o bem mais importante do ser humano, somos por cuidados de saúde de proximidade e de qualidade. Manifestamos a nossa oposição ao esvaziamento funcional dos Hospitais de Torres Novas e de Tomar.

 

Em Torres Novas, desqualificaram a URGÊNCIA, encerraram a CIRURGIA, acabaram com a INFECCIOLOGIA, querem acabar com o internamento da MEDICINA INTERNA e há propostas para acabar com as consultas desta especialidade e movimentações para retirar a Pediatria.

 

Dados recentes provam que não houve mais e melhores cuidados de saúde. A saúde está mais longe e mais cara. Sofrem os utentes e familiares!

 

RESPEITEM AS POPULAÇÕES! Reclamamos que, no Plano Estratégico do CHMT, os serviços de Urgência, medicina interna, pediatria e cirurgia do ambulatório devem existir nos três hospitais (Abrantes, Tomar e T. Novas) do CHMT.

 

Porque entendemos necessária a participação de todos na elaboração do Plano Estratégico, solicitámos reuniões às seguintes entidades: Assembleia Municipal de Abrantes, Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Tomar, Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Torres Novas, Organizações Sindicais e Liga de Amigos do Hospital de Torres Novas (representante das diversas Ligas, no Conselho Consultivo do CHMT), algumas das quais já estão marcadas.

 

 

 

publicado por usmt às 07:22
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Terça-feira, 4 de Junho de 2013

Bastonário da OM lança um «sério aviso ético»

Bastonário da OM lança um «sério aviso ético»      

O dever de obediência cessa perante ordens que conduzam à prática de crimes
«Provavelmente, vamos começar a assistir aos primeiros processos-crime  por recusa de medicamentos, e lanço aqui um sério aviso ético aos colegas  que ocupam cargos de direcção para que não racionem medicamentos, não é esse o seu papel», disse o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, na conferência inaugural do 19.º Congresso Nacional de Medicina Interna, que decorreu em Vilamoura de 22 a 25 do passado mês de Maio. «O dever de obediência cessa perante ordens que conduzam à prática de crimes».
Na conferência «Ética em tempo de crise», José Manuel Silva acentuou que, sendo a Ética o acto de viver, não admira que existam dela visões tão díspares. Por isso, frisou, «ninguém tem o direito de impor o seu conceito de Ética à sociedade. A Ética tem de ser discutida livremente e consensualizada». Esta diversidade, acrescentou, faz com que os médicos não tenham um Código de Ética, mas um Código Deontológico, «porque a deontologia é o somatório médio da visão ética de cada médico; e desde que há um Código Deontológico aprovado, todos temos de o respeitar».
O bastonário da O.M. considerou que a troika impôs algumas medidas positivas para a Saúde, porque «estávamos a precisar de alguém que nos governasse», mas levou à questão de saber se o SNS é ou não sustentável. A este respeito, lembrou que, «em 2009, gastávamos 10,1% do PIB em Saúde, despesa pública e privada (a despesa pública é pouco superior a 6% do PIB), e dizem-nos que isso não é sustentável. Alguém perguntou aos Portugueses se acham que é ou não sustentável? Quem tem de decidir como é aplicado o Orçamento do Estado são os Portugueses, não é um Governo apoiado num partido que vai para eleições com um programa e depois faz o contrário. Se querem decidir quanto devemos gastar na Saúde façam um referendo a perguntar se 10% do PIB é ou não de mais. Não tenho dúvidas de que o povo português dirá que não é de mais».
Analisando a despesa per capita, «temos das despesas mais baixas da OCDE», prosseguiu José Manuel Silva, acusando a classe política, «por demagogia consciente», de falar sempre em percentagem do PIB. «A despesa privada per capita está muito acima da média da OCDE, 26% contra 19,5%. Já contribuímos muito do nosso bolso para a saúde», concluiu.
O orador discordou da intenção de reduzir o número de camas hospitalares, pois «temos 3,4 camas por 1000 habitantes e a média da OCDE é de 4,9», e concordou com o objectivo de reduzir o tempo de internamento, embora o nosso seja «excelente», já que ele é de 5,9 dias, em média, contra 7,1 da OCDE. Por último salientou os últimos dados de mortalidade infantil (2010): 2,5/1000, quando a média da OCDE é de 4,3/1000. «Isto significa que temos um sistema de Saúde barato, de altíssima qualidade e, em termos globais, muito bem gerido, embora haja espaço para o gerir muito melhor». O único indicador em que comparávamos menos bem, adiantou, era o consumo de medicamentos per capita, o qual, porém, tem vindo a baixar, «e hoje já nos comparamos favoravelmente com a média da OCDE».
Obviamente sustentável
Assim, «temos obviamente um SNS sustentável. A forma como o País tem sido governado é que é insustentável. Aquilo que a troika está a fazer ao nosso SNS é inaceitável», considerou José Manuel Silva. Depois de defender a prescrição de genéricos, mas considerar «intolerável que todos os meses troquem as caixas dos medicamentos a milhares de idosos que vivem sozinhos e fazem confusões tremendas que acabam muitas vezes na Urgência e geram mais despesa — infelizmente, o Ministério da Saúde, a Assembleia da República e a Ordem dos Farmacêuticos não tem esta preocupação ética de defender as pessoas menos letradas» —, o orador referiu algumas das consequências da «redução brutal do Orçamento da Saúde». Falta de médicos para viaturas de emergência; hospitais falidos que param cirurgias («no Hospital das Caldas, com temperaturas de 30 graus no bloco, o Conselho de Administração propôs aos colegas que fizessem cirurgias minor quando o tempo estivesse mais fresco...»); doentes que são uma bola de pingue-pongue entre hospitais — «e há colegas nossos envolvidos neste jogo de ténis de mesa profundamente chocante»; hospitais que racionam medicamentos por terem um financiamento insuficiente; medicamentos negados para algumas patologias. 
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João Paulo de Oliveira, Tempo Medicina, 03.06.13
publicado por usmt às 07:46
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Também em defesa do Serviço Nacional de Saúde

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publicado por usmt às 07:44
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Segunda-feira, 3 de Junho de 2013

Um caso que volta à ribalta

TOMAR - Administração do CHMT instaura processo para apurar eventuais  responsabilidades na assistência a jovem esfaqueado

O Conselho de Administração do Centro Hospitalar  do Médio Tejo instaurou um inquérito para apurar eventuais responsabilidades no  processo que resultou na trágica morte de Artur Sousa, um jovem tomarense que,  na madrugada de 9 de Março, foi esfaqueado em pleno centro histórico de Tomar.  Esta indicação chegou à Hertz por intermédio do grupo parlamentar do Bloco de  Esquerda que, sublinhe-se, tinha questionado o Ministério da Saúde sobre esta  situação. Num texto assinado pelos deputados Helena Pinto e João Semedo, os  bloquistas relatam a ocorrência, sublinhando que a mesma «terá sido inicialmente  tratado como se fosse coma alcoólico».

Baseando-se nos relatos avançados pela comunicação social, o Bloco de  Esquerda recorda que «a vítima terá entrado no Hospital de Tomar cerca das 5 da  manhã, tendo sido transferida numa ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV),  para o Hospital de Abrantes, onde foi submetida a intervenção cirúrgica. No dia  seguinte faleceu». Não foi esquecido o comunicado emitido algumas horas depois  do sucedido pelo Centro Hospitalar do Médio Tejo que, na altura, referiu que em  Tomar «foram efectuadas as manobras de estabilização necessárias e adequadas  para a situação que era gravíssima do ponto de vista médico. Após estas medidas,  complexas e absolutamente necessárias, com a situação equilibrada e estabilizada  o doente foi transportado em ambulância SIV para Abrantes». Só que estas  explicações não convenceram o Bloco de Esquerda, que confessa não saber «durante  quanto tempo é que a vítima com um quadro "gravíssimo" esteve em Tomar até ser  transferida para Abrantes».

publicado por usmt às 13:37
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Domingo, 2 de Junho de 2013

Sobre o acesso a medicamentos

Milhares e milhares de cidadãos, com a saída de muitas farmácias dos meios rurais, vêem dificultado a acesso a medicamentos.

 

............................... 

Medicamento ambulatório      

O gasto com medicamentos do ambulatório caiu 49,5 milhões de euros no 1.º trimestre deste ano. Em 2012, a poupança foi de 190 milhões em relação ao ano anterior.

No 1.º trimestre 2013, os portugueses consumiram mais 235 mil embalagens, em relação ao mesmo trimestre do ano passado, e mais cinco milhões em 2012, comparando com 2011. Isto porque o preço dos medicamentos baixou cerca de 20% nos dois últimos anos.link Mantêm-se as assimetrias no acesso dos portugueses ao medicamento em prejuízo dos mais pobres e desfavorecidos.
publicado por usmt às 15:13
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