Sábado, 15 de Fevereiro de 2020

TOMAR: Falta médico na Extensão de Saúde na Venda Nova

020 com venda nova.jpg

 

publicado por usmt às 19:55
link do post | favorito

Uma das intervenções no Cong da CGTP

 

Os direitos sociais, os serviços públicos e as funções sociais do estado

IMG 7097José Augusto Oliveira
Membro do Conselho Nacional

Caros Camaradas,

Uma saudação fraterna a todos vós, Delegadas e Delegados ao XIV Congresso da nossa Central, legítimos representantes das trabalhadoras e trabalhadores Portugueses.

Iniciamos a nossa intervenção, com o registo de alguns pontos essenciais:

· Consideramos, que só os direitos sociais inscritos na nossa Constituição, podem garantir a democracia social, a justiça, a coesão e o bem-estar dos cidadãos;

· Defendemos, que só um Estado prestador e financiador pode ser o garante das necessidades colectivas, de acordo com os princípios da universalidade, da solidariedade e da igualdade, como se afirma no nosso Programa de Acção.

· Defendemos, o sistema de Segurança Social Público, unificado e universal, organizado, coordenado e subsidiado pelo Estado que garanta efectivamente aos portugueses o direito à protecção na doença e na velhice, invalidez, viuvez e orfandade, bem como no desemprego ou na incapacidade para o trabalho;

· Defendemos, a salvaguarda dos regimes públicos de pensões, financiados em regime de repartição, porque são os mais adequados a garantir o direito de todos à segurança social, na base da solidariedade entre gerações;

· Rejeitamos, qualquer medida que vise o corte ou a redução nos direitos já formados ou em formação;

· Sabemos, que os fundos de pensões, sempre despertaram e continuam a despertar o manifesto interesse rapina do capital financeiro para áreas negócio e lucro;

· Rejeitamos, o regime de capitalização de contribuição definida e a privatização da segurança social, em todo ou em parte;

É daqui que partimos, cientes e conscientes dos interesses em presença e porque consideramos que nem a economia nem os economistas estão acima desse confronto de interesses de classe, que continuam a dominar a nossa sociedade.

No decorrer do Mandato que ora finda registaram-se importantes avanços nos direitos sociais, que, apesar de insuficientes, devem ser valorizados, na medida em que foi bloqueada e revertida a violenta ofensiva desencadeada pela governação do PSD/CDS, e, no quadro da relação de forças existente em sede Parlamentar, possibilitou introduzir e viabilizar alterações nas propostas de Orçamento do Estado apresentadas pelo Governo minoritário do PS.

Relativamente à situação financeira do sistema previdencial, os factos comprovam a justeza do que sempre defendemos:

· Avanços nos direitos e rendimentos dos trabalhadores, melhoram e consolidam a situação financeira da Segurança Social.

· Melhoria que se deve em grande parte ao aumento das receitas de contribuições sociais, (acima de 5% desde 2016, sendo de 8.7% em 2019), e, da consequente redução na despesa com o subsídio de desemprego.

É neste contexto que importa que se clarifiquem as posições e se opte pelo lado em que se está e do lado em que se fica, ou seja:

· Do lado dos que defendem os direitos dos trabalhadores, o regime de repartição, o sistema público, o seu reforço e sustentabilidade, designadamente, por via da valorização da principal fonte de financiamento, - os salários.

· E, os que por opção, objectivamente defendem e praticam o seu contrário, mantendo a política de baixos salários, a precariedade dos vínculos, a caducidade das Convenções e a legislação de trabalho da Tróica.

É nesta contradição, que os governos minoritários do PS se têm posicionado na matéria laboral, na efectiva submissão às imposições da União Europeia. Idêntica contradição, ao votar com o PSD/CDS-PP a favor da criação de um fundo de pensões transfronteiriço, entregue a um fundo abutre Norte Americano.

Recordamos a propósito, que em 2015 a multinacional americana BlackRock recomendava à UE a criação de um fundo de pensões transfronteiriço no seu território.

Em Setembro de 2015 Passos Coelho pedia a António Costa, que repensasse a sua recusa em negociar com a coligação PSD/CDS-PP uma reforma conjunta da Segurança Social.

Por sua vez, em Junho de 2016, o Comissário Valdis Dombrovskis anuncia a proposta da Comissão Europeia de criar um Plano Europeu de Pensões Pessoais.

Antes mesmo de qualquer decisão sobre esta proposta, já a BlackRock trilhava caminho nos fundos de pensões europeus gerindo então um projecto-piloto, criado pelo então Comissário Moedas e entregue à multinacional norte-americana.

Não era inocente tal desespero de Passos Coelho, recordando com saudade, a ofensiva sem precedentes que sob a batuta da tróica, promoveu a par com o seu lugar tenente Mota Soares, contra o sistema público de segurança social.

Não conseguiram!

Eles não esquecem e não perdoam que o passo lhes tenha sido travado e Impedidos de concluir em Portugal o processo de destruição do regime de repartição, de solidariedade intergeracional e substituí-lo por contas virtuais de capitalização.

A sempre velha aspiração do capital de se apropriar das contribuições dos trabalhadores para a segurança social pública, integrando assim o modelo do banco mundial de promoção do crescimento, do designado segundo pilar.

Para a CGTP-IN, trata-se de um desprezível assalto proposto pela UE às pensões dos trabalhadores, por apropriação dos seus rendimentos visando a liquidação da segurança social pública e universal, com o apoio da direita e da social-democracia.

Não se estranha, pois, a proposta da Comissão, ou seja, dos mesmos que através das “recomendações específicas por país” no âmbito do Semestre Europeu insistem na teorização da insustentabilidade dos sistemas públicos de pensões e na inevitável substituição dos sistemas redistributivos por sistemas de capitalização.

O ataque ao direito à protecção social e a introdução de medidas que corroem a base de financiamento dos sistemas, prejudicando especialmente os trabalhadores desempregados, as pessoas idosas e os beneficiários de prestações sociais não contributivas.

Uma realidade agravada pelas políticas de baixos salários, precariedade dos vínculos laborais, caducidade das convenções colectivas de trabalho, ataque à contratação colectiva e o consequente aumento da pobreza e exclusão social, ao que acresce o aumento da idade da reforma sob proposta da Comissão Europeia.

Instigam o confronto intergeracional com um único objectivo:

Privatizar os sistemas de pensões e usurpar os rendimentos dos trabalhadores, servindo-os de bandeja aos abutres dos fundos de pensões, como a BlackRock, fazendo tábua rasa das brutais consequências sociais da falência desses fundos.

A necessidades dos trabalhadores, opostas aos interesses dos grandes grupos económicos e financeiros exigem uma resposta evidente e que passa por:

· Defender a Segurança Social, pública, universal e solidária como um instrumento insubstituível de promoção de justiça social na distribuição do rendimento, que deve ser consolidado através do reforço dos sistemas públicos, com um financiamento contributivo, baseado em princípios de solidariedade entre gerações e numa lógica redistributiva;

· Dotar a Segurança Social Pública dos meios financeiros indispensáveis, através da diversificação das suas fontes de financiamento, melhorar a qualidade dos serviços assegurando o direito à informação e acesso aos direitos, e garantir a elevação dos montantes das prestações que dêem expressão a uma efectiva protecção social constituem objectivos centrais a levar por diante.

· Alterar o mecanismo de actualização das pensões, em que a grande maioria são de baixo e muito baixo valor, para que, ao cabo de uma vida de trabalho, tantas vezes penosa e iniciada demasiado cedo, os trabalhadores disponham de pensões que lhes proporcionem rendimento suficiente para viver com dignidade na sua velhice.

· Reafirmar a valorização do trabalho e dos trabalhadores como elemento central do sistema público de segurança social, cujo futuro é indissociável da ruptura com o modelo de baixos salários e trabalho precário e numa justa distribuição da riqueza, através do aumento geral dos salários, no crescimento sustentado da economia e na criação de emprego estável, seguro e com direitos.

· Lutar por uma política que realize e aprofunde os valores da solidariedade e da coesão social, na revogação das normas gravosas da legislação laboral, designadamente, a caducidade das Convenções e a dinamização da contratação colectiva.

O Rumo está bem definido!

É claro, que a luta é para consolidar o que se conseguiu e para avançar nos direitos!

É nesse sentido que vão as propostas de Programa de Acção e de Carta Reivindicativa que estão à discussão do Congresso.

Trata-se de propostas objectivas, que não são neutras nem apolíticas!

Tomam partido e pela nossa parte vamos continuar a bater-nos por elas!

Viva a Luta dos Trabalhadores

Viva o XIV Congresso da CGTP-INTERSINDICAL NACIONAL

Seixal, 14 de Fevereiro de 2020

publicado por usmt às 19:52
link do post | favorito
Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2020

Saudação ao Congresso CGTP-IN

Nenhuma descrição de foto disponível.

publicado por usmt às 09:23
link do post | favorito
Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2020

TORRES NOVAS: TAC no Hospital, uma reivindicação antiga

020 tac.jpg

 

publicado por usmt às 18:32
link do post | favorito
Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2020

Recorda-se a CARTA ABERTA aos candidatos no dia em que começam as reuniões com os deputados eleitos pelo Distrito de Santarém

CARTA ABERTA

ÀS CANDIDATURAS NO CÍRCULO ELEITORAL

DO DISTRITO DE SANTARÉM

NAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2019

       

 

As eleições legislativas que se aproximam são uma excelente oportunidade para que o tema da prestação de cuidados de saúde seja introduzido, de forma consistente, no debate que, entretanto, será promovido.

 

É com base no histórico e património de actividade desta Comissão de Utentes que apresentamos as nossas propostas para a organização dos cuidados de saúde no Médio Tejo.

 

Não basta dizer que se pretende esta ou aquela solução, será também importante que se diga quando e como. Há que falar menos e fazer mais. Há medidas urgentes a tomar, mas que sejam efectivas e eficazes.

 

O grande objectivo dos cuidados de saúde deve ser evitar o sofrimento e aumentar a esperança de vida.

 

Condições Gerais

 

Há que libertar verbas orçamentais para a resolução dos problemas de subfinanciamento do SNS. Claro, que dependerá da vontade política de considerar a prestação de cuidados de saúde uma prioridade para a melhoria decisiva da qualidade de vida das populações.

 

A humanização dos cuidados de saúde implica a contratação de mais meios humanos. A valorização dos profissionais e das condições de prestação de cuidados é fundamental para a fixação de mais profissionais na região. Só assim se poderá, também, potenciar a capacidade formativa nas Unidades de Saúde.

 

Há que garantir a gestão pública de todas as unidades de saúde, alargar a autonomia de gestão e garantir a execução dos orçamentos contratualizados.

 

Redução progressiva de cuidados convencionados em MCDT (Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica), principalmente nos espaços geográficos com oferta pública.

 

Saúde Pública

 

A maior parte dos custos do SNS está associada à prestação de cuidados a doentes com patologias crónicas, muitas delas decorrentes de comportamentos de risco evitáveis, com eficazes acções de saúde pública.

 

Promoção de boas práticas de vida e combate a todas as dependências, como contributo para a libertação do ser humano, em estrita coordenação com as escolas.

 

Promoção e prevenção da sinistralidade rodoviária.

 

Todo o investimento em saúde pública e nos cuidados primários, a médio e longo prazo, contribuirá para atenuar as dificuldades de financiamento do SNS.

 

 

Cuidados Primários

 

A proximidade dos cuidados de saúde primários deverá obedecer ao funcionamento regular de todas as extensões de saúde (especialmente os pólos rurais), à existência de unidades móveis de saúde e à cobertura de todo o território por Unidades de Cuidados à Comunidade.

 

Mais técnicos de saúde como, por exemplo, psicólogos e nutricionistas.

 

A instalação em todos os concelhos de serviço de saúde oral.

 

É indispensável a articulação com outros níveis de prestação de cuidados.

 

Há que fazer um sério esforço para melhorar a informação e a comunicação com os utentes.

 

Para além de médicos, são necessários mais enfermeiros, mais assistentes técnicos e operacionais. Há que atribuir a todos os utentes Médicos e Enfermeiros de Família.

 

 

Cuidados Hospitalares

 

Para melhorar e humanizar as URGÊNCIAS do CHMT, os utentes defendem: a contratação de mais profissionais; melhorar a informação e comunicação com utentes e familiares; atribuir a urgência médico-cirúrgica ao CHMT (e não apenas à Unidade de Abrantes); obras de requalificação da urgência de Abrantes.

 

A porta de entrada na urgência deve ser a porta de saída, pelo que é indispensável um eficiente sistema de transportes inter-hospitalares.

 

Urge instalar um equipamento de Ressonância Magnética no CHMT e um equipamento TAC na Unidade de Torres Novas; dotar os serviços de imagiologia dos recursos humanos indispensáveis à rentabilização de equipamentos, para atender às necessidades dos utentes.

 

É necessário valorizar diversos serviços, como: Cardiologia, em Abrantes; Medicina Física e Reabilitação, em Tomar; Cirurgia, em Torres Novas. Valorizar os cuidados pediátricos nas Unidades de Abrantes e Tomar.

 

É necessário valorizar junto da população (especialmente a em idade fértil) e profissionais os bons serviços da Maternidade do CHMT (em Abrantes) com o objectivo de aumentar o número de partos.

 

 

Cuidados Continuados

 

São poucas as camas disponíveis. E para as existentes (todas no sector social) há que coordenar a sua utilização com as Unidades de Saúde regionais e com as diversas entidades de apoio social (p.e. as ligadas à saúde mental).

 

 

Cuidados Paliativos

 

São necessárias mais camas no Serviço que funciona na Unidade de Tomar.

 

 

Serviço farmacêutico

 

Promoção dos genéricos. Evitar a transferência de farmácias das zonas rurais para as zonas urbanas.

 

Funcionamento e transparência institucional

 

Realizar as reuniões dos órgãos consultivos (Conselho de Comunidade do ACES e Conselho Consultivo do CHMT), como condição mínima para garantir a participação da comunidade na concepção e avaliação das políticas de saúde.

 

Reuniões anuais (pelo menos) com os deputados eleitos pelo Distrito.

 

Torna-se imperioso e decisivo definir um Plano Estratégico para a prestação de cuidados de saúde.

 

Assembleia da República, Governo, Ministério da Saúde, Serviços Centrais e Regionais do Ministério, Comunidade Intermunicipal e Autarquias em coordenação entre elas e com as unidades de saúde têm a obrigação de resolver muitos dos problemas locais e regionais, ao nível da manutenção de equipamentos e instalações e, até, na sua aquisição e construção.

 

 

Declaramos a nossa disponibilidade para contactos/reuniões com as diversas forças políticas candidatas nas Eleições Legislativas de 2019.

 

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo

 

Médio Tejo, 12 de Junho de 2019.

publicado por usmt às 08:07
link do post | favorito
Sábado, 8 de Fevereiro de 2020

Jornadas do ACES MÉDIO TEJO sobre SAÚDE MENTAL

0 aces jornadas programa.jpg

020 aces saude mental.png

 

publicado por usmt às 15:55
link do post | favorito

18 de Fevereiro, reunião com o CA do CHMT

020 chmt pedir opin 1.jpg

 

publicado por usmt às 13:43
link do post | favorito

Reunião da Comissão de Utentes

0 reun cartaz.jpg

 

publicado por usmt às 13:42
link do post | favorito
Quarta-feira, 5 de Fevereiro de 2020

Uma luta para todos os dias

0 dia contra cancro.jpg

 

publicado por usmt às 13:57
link do post | favorito
Sábado, 1 de Fevereiro de 2020

Reunião da Comissão de Utentes

0 reun cartaz.jpg

 

publicado por usmt às 11:47
link do post | favorito

.USMT:Quer nos Conhecer?

  • O que somos
  • Oque fazemos
  • O que defendemos
  • .Vamos criar a Associação de Defesa dos Utentes da Saúde

  • Saber Mais
  • .Leia, Subscreva e Divulgue a Petição ao Senhor Ministro da Saúde Sobre as Novas Taxas Moderadoras Para Internamentos e Cirurgias

  • Petição Movimento de Utentes da Saúde
  • .USMT Mail:

    usaudemt@hotmail.com

    .Abaixo-Assinado

  • Queremos Médicos na Meia Via, Ribeira e Pedrógão
  • .pesquisar

     

    .Jornais Regionais On-Line

  • O Templário
  • Cidade de Tomar
  • O Mirante
  • O Ribatejo
  • Torrejano
  • Almonda
  • O Riachense
  • Entroncamento On-Line
  • Notícias de Fátima
  • .Organizações & Comições

  • MUSS
  • Movimento Utentes Saúde
  • OMS
  • .Posts Recentes

    . Preparar as reuniões com ...

    . COVID: um passado doloros...

    . Mas, no CHMT e noutras un...

    . 11 abril: DIA MUNDIAL DA ...

    . Reforço consequente do SN...

    . No combate à COVID-19 tod...

    . CHMT: UNIDADE DE HOSPITAL...

    . CHMT: NOMEADA NOVA DIRETO...

    . 7 abril: DIA MUNDIAL DA S...

    . 2021 – Ano Internacional ...

    .Arquivos

    . Abril 2021

    . Março 2021

    . Fevereiro 2021

    . Janeiro 2021

    . Dezembro 2020

    . Novembro 2020

    . Outubro 2020

    . Setembro 2020

    . Agosto 2020

    . Julho 2020

    . Junho 2020

    . Maio 2020

    . Abril 2020

    . Março 2020

    . Fevereiro 2020

    . Janeiro 2020

    . Dezembro 2019

    . Novembro 2019

    . Outubro 2019

    . Setembro 2019

    . Agosto 2019

    . Julho 2019

    . Junho 2019

    . Maio 2019

    . Abril 2019

    . Março 2019

    . Fevereiro 2019

    . Janeiro 2019

    . Dezembro 2018

    . Novembro 2018

    . Outubro 2018

    . Setembro 2018

    . Agosto 2018

    . Julho 2018

    . Junho 2018

    . Maio 2018

    . Abril 2018

    . Março 2018

    . Fevereiro 2018

    . Janeiro 2018

    . Dezembro 2017

    . Novembro 2017

    . Outubro 2017

    . Setembro 2017

    . Agosto 2017

    . Julho 2017

    . Junho 2017

    . Maio 2017

    . Abril 2017

    . Março 2017

    . Fevereiro 2017

    . Janeiro 2017

    . Dezembro 2016

    . Novembro 2016

    . Outubro 2016

    . Setembro 2016

    . Agosto 2016

    . Julho 2016

    . Junho 2016

    . Maio 2016

    . Abril 2016

    . Março 2016

    . Fevereiro 2016

    . Janeiro 2016

    . Dezembro 2015

    . Novembro 2015

    . Outubro 2015

    . Setembro 2015

    . Agosto 2015

    . Julho 2015

    . Junho 2015

    . Maio 2015

    . Abril 2015

    . Março 2015

    . Fevereiro 2015

    . Janeiro 2015

    . Dezembro 2014

    . Novembro 2014

    . Outubro 2014

    . Setembro 2014

    . Agosto 2014

    . Julho 2014

    . Junho 2014

    . Maio 2014

    . Abril 2014

    . Março 2014

    . Fevereiro 2014

    . Janeiro 2014

    . Dezembro 2013

    . Novembro 2013

    . Outubro 2013

    . Setembro 2013

    . Agosto 2013

    . Julho 2013

    . Junho 2013

    . Maio 2013

    . Abril 2013

    . Março 2013

    . Fevereiro 2013

    . Janeiro 2013

    . Dezembro 2012

    . Novembro 2012

    . Outubro 2012

    . Setembro 2012

    . Agosto 2012

    . Julho 2012

    . Junho 2012

    . Maio 2012

    . Abril 2012

    . Março 2012

    . Fevereiro 2012

    . Janeiro 2012

    . Dezembro 2011

    . Novembro 2011

    . Outubro 2011

    . Setembro 2011

    . Agosto 2011

    . Julho 2011

    . Junho 2011

    . Maio 2011

    . Abril 2011

    . Março 2011

    . Fevereiro 2011

    . Janeiro 2011

    . Dezembro 2010

    . Novembro 2010

    . Outubro 2010

    . Setembro 2010

    . Agosto 2010

    . Julho 2010

    . Junho 2010

    . Maio 2010

    . Abril 2010

    . Março 2010

    . Fevereiro 2010

    . Janeiro 2010

    . Dezembro 2009

    . Novembro 2009

    . Outubro 2009

    . Setembro 2009

    . Agosto 2009

    . Julho 2009

    . Junho 2009

    . Abril 2009

    . Fevereiro 2009

    . Janeiro 2009

    . Dezembro 2008

    . Novembro 2008

    . Outubro 2008

    . Setembro 2008

    . Agosto 2008

    . Julho 2008

    . Junho 2008

    . Maio 2008

    . Abril 2008

    . Março 2008

    . Fevereiro 2008

    . Janeiro 2008

    . Dezembro 2007

    . Outubro 2007

    . Setembro 2007

    . Agosto 2007

    . Julho 2007

    . Maio 2007

    . Abril 2007

    . Março 2007

    . Fevereiro 2007

    . Janeiro 2007

    . Dezembro 2006

    . Novembro 2006

    . Outubro 2006

    blogs SAPO

    .subscrever feeds