Domingo, 11 de Setembro de 2022

SAÚDE:... afinal os privados (21)

A endemia no sistema de saúde americano

Muitos norte-americanos deixam de ir ao médico para não gastar – tanto os que não têm seguro, quanto os que têm, pois a cobertura médica oferecida pela empresa privada nunca é completa.

Beatriz Nunes / Observador

publicado por usmt às 08:55
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Acidentes Rodoviários: uma questão de segurança e de saúde pública!

Acidentes Rodoviários: uma questão de segurança e de saúde pública!

 
POR DUARTE CALDEIRA
 

A sinistralidade rodoviária e as suas consequências, ao nível das vítimas humanas, são seguramente o problema de saúde pública/segurança interna mais complexo com que Portugal se confronta.

Nos primeiros quatro meses de 2022 (de acordo com as únicas estatísticas oficiais disponíveis nesta data) registaram-se 9204 acidentes com vítimas, dos quais resultaram 130 vítimas mortais, 636 feridos graves e 10 701 feridos leves.

Comparativamente com o período homólogo de 2021, ano em que ainda se verificaram quebras na circulação rodoviária devido à pandemia Covid-19, observaram-se aumentos em todos os principais indicadores: mais 2626 acidentes (+39,9%), mais 56 vítimas mortais (+75,7%), mais 188 feridos graves (+42,0%) e mais 3272 feridos leves (+44,0%).

Em Portugal, o conceito de acidente rodoviário é definido como a «ocorrência na via pública ou que nela tenha origem envolvendo pelo menos um veículo, do conhecimento das entidades fiscalizadoras (GNR e PSP) e da qual resultem vítimas e/ou danos materiais» (ANSR, 2012).

A sinistralidade rodoviária e as suas consequências, ao nível das vítimas humanas, são seguramente o problema de saúde pública/segurança interna mais complexo com que Portugal se confronta, se atentarmos nos danos pessoais e humanos provocados.

É impossível eliminar totalmente a ocorrência de acidentes rodoviários. Mas sendo estes eventos de algum modo balizados no tempo e no espaço, contrariamente a outro tipo de riscos sociais, os seus efeitos podem ser mitigados.

O risco em ambiente rodoviário resulta da relação entre a perigosidade e a vulnerabilidade dos elementos expostos (condutor-veículo). Por isso é possível diminuir a sua ocorrência e/ou consequências tanto com a implementação de medidas de natureza preventiva de atuais e potenciais utilizadores da via pública, como através da organização e planeamento de mecanismos expeditos de resposta, a fim de assistir e socorrer as pessoas em perigo que neles se envolvem.

No ponto de vista da resposta do socorro, os acidentes rodoviários inserem-se em dois quadros sistémicos específicos: Sistema de Proteção Civil (SPC) e Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM).

O primeiro, tutelado pelo Ministério da Administração Interna, através da ANEPC, envolve a intervenção dos Corpos de Bombeiros. O segundo, tutelado pelo Ministério da Saúde, através do INEM, com meios operacionais próprios e/ou de entidades parceiras, acionados a partir do CODU.

Em face dos dados disponíveis quanto às vítimas (mortos, feridos graves e feridos ligeiros), parece-nos determinante que a saúde pública acompanhe de perto a sinistralidade rodoviária no país, considerando a sua magnitude, especificidades e consequências.

Há uma diminuição acentuada da gravidade dos sinistros, mas não da sua ocorrência, o que poderá indiciar que o sistema de transporte rodoviário vai melhorando a sua segurança, sobretudo nos fatores veículo, infraestrutura e socorro às vítimas, mas continua a revelar poucos progressos no que diz respeito aos fatores relacionados com o comportamento humano e à gestão do sistema de segurança rodoviária (organização, informação, legislação, fiscalização, sancionamento e controle).

Os dados que as estatísticas revelam continuam a ser preocupantes. Por isso é preciso concentrar o máximo dos esforços e consequentes recursos em todas as variáveis deste problema, nomeadamente através da permanente monitorização da qualidade do sistema de socorro e assistência às vítimas, enquanto variável determinante para o sucesso na missão de salvar vidas e minimizar os efeitos provocados pelos acidentes.

Nesta formulação encontramos plena justificação para se refrear qualquer excesso de triunfalismo face à verificação da tendência de diminuição de vítimas mortais e feridos graves.

Consideramos também pouco razoável – exceto na dimensão política do problema, tanto ao nível nacional como europeu, dada a necessidade permanente dos Governos apresentarem resultados às respetivas opiniões públicas – valorizar desvios (para mais ou para menos) de pouca relevância quantitativa, num problema com a dimensão humana e económica representada pela sinistralidade rodoviária.

A segurança rodoviária constitui uma problemática transversal, de natureza política, social e económica. Ela envolve uma diversidade de atores, relacionados, nomeadamente, com os transportes, a segurança interna, a proteção civil, a justiça, a saúde, a investigação científica, as ciências forenses, a engenharia, as concessionárias das vias, e muitos outros.

Na pesquisa que realizámos sobre esta matéria confrontámo-nos com uma significativa falta de estudos epidemiológicos que facultem a produção de informação operacional e estratégica, para sustentação duma segura base conclusiva, que se projete para além das evidências empíricas tornadas ciência nesta matéria.

Esta debilidade acrescentada à comprovada falta de especialistas dotados de conhecimentos específicos sobre segurança rodoviária indicia uma grande vulnerabilidade na tomada de decisões e de medidas ao nível da multiplicidade de entidades públicas e privadas com intervenção, direta ou indireta, nesta problemática.

Esta circunstância exige da parte do poder político uma mudança de paradigma na abordagem deste importante problema de segurança interna e de saúde pública. Urge abandonar a decisão empírica calendarizada por mandatos de legislatura, substituindo-a por uma ação política sólida e permanente alicerçada no conhecimento técnico e científico, de natureza multidisciplinar.

A sinistralidade rodoviária no país tem registado uma evolução positiva, ao longo dos últimos anos. Mas falta demonstrar que esta evolução resulta da eficácia das políticas adotadas neste domínio e não de fatores conjunturais, tanto ao nível do tráfego rodoviário como do comportamento dos condutores.

Este é o desafio que se deve colocar, tanto ao poder político como à comunidade científica.

 

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Terça-feira, 6 de Setembro de 2022

SAÚDE: ... afinal nos privados (20)

Bom dia ,fiz um exame na cuf (ressonância,)descobertas no dia 19/08 faz hoje 15dias e continuo sem saber o resultado!

Não acho razoável tanto tempo na demora na entrega de um exame!

Tratando se um exame médico e normal criar uma certa ansiedade e receio , e não saber do resultado torna a situação mais angustiante e qd se liga a perguntar a resposta e tem que aguardar!

Acho inadmissível está demora e falta de consideração pelo cliente da parte do hospital em não haver sequer uma explicação a explicar a dita demora!

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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2022

ASSENTIS / T NOVAS: 1045 assinaturas em defesa de cuidados de saúde de proximidade

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15 setembro - 43º. aniversário do SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

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8 setembro - DIA MUNDIAL DA FISIOTERAPIA

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Sobre a carência de profissionais nos Gabinetes de Saúde Oral na Região do Médio Tejo

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Vai começar novo ciclo de vacinação contra a COVID-19

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Sábado, 3 de Setembro de 2022

CHMT reforça humanização dos Cuidados de Saúde através da atualização de informações aos acompanhantes dos utentes admitidos

A atividade assistencial nas três unidades hospitalares do CHMT – Centro Hospitalar do Médio Tejo deu um importante passo no reforço da humanização dos cuidados de saúde. Desde ontem, dia 1 de setembro, que os acompanhantes dos doentes admitidos passaram a ter conhecimento das atualizações do estado de saúde do seu familiar/ente querido, desde o momento da sua admissão na unidade hospitalar, até à sua saída, após alta médica.

A informação a prestar aos acompanhantes dos doentes – ou a outra pessoa significativa que o utente indique, no momento da sua admissão – será enviada por SMS/mensagem escrita para o número de telemóvel indicado. Nesta fase inicial da implementação desta solução tecnológica automatizada, as informações enviadas, são de caráter administrativo e estarão relacionadas com a admissão no Serviço de Urgência do doente, e do seu encaminhamento para os serviços subsequentes. Progressivamente este serviço será alargado, através da instalação de uma aplicação, em que os utentes poderão ter acesso a outras funcionalidades, como por exemplo, a obtenção de senha para consulta externa sem necessidade de utilizar o quiosque, ou de ser informado da data de uma consulta.

Nesta fase, as mensagens a enviar contêm informação relativa a cada um dos seguintes momentos no atendimento:

– Admissão na urgência;

– Doente em Triagem;

– Atendimento médico;

– Realização de exames;

– Alta médica.

A humanização da saúde é uma missão e responsabilidade de todos os profissionais de saúde do CHMT. O CHMT passa assim a fazer uso da tecnologia para melhorar a qualidade das relações interpessoais entre a instituição e os acompanhantes dos doentes, oferecendo assim um atendimento mais humanizado, digno e solidário.

publicado por usmt às 11:34
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Em defesa da maternidade no Médio Tejo!

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publicado por usmt às 09:29
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